Unitel aposta na formação do homem para consolidar mercado
03-12-2008 | Fonte: Angop
A operadora privada de telefonia móvel Unitel está a apostar fortemente no investimento em capital humano, recrutando jovens estudantes e licenciados, de modo a garantir o desenvolvimento sustentado da empresa, disse esta quarta-feira, em Luanda, o director de investimentos internacionais, participadas e institucional, Henriques da Silva (na foto).
Ao falar à margem da conferência sobre “Capital Humano Como Factor Estratégico para a Competitividade”, realizada numa promoção da Accenture e da revista Estratégia, Henriques da Silva disse que a Unitel dá especial atenção à formação dos seus quadros, visando o desenvolvimento da empresa e também do país.
De acordo com o responsável, 72 porcento dos colaboradores têm menos de 30 anos, 23% entre 30 e 40 anos, e cinco porcento têm mais de 40 anos, indicador que permite aferir de que a empresa terá um desenvolvimento sustentado no futuro.
Segundo o gestor, a empresa procura adaptar-se às mudanças, pois vive-se, cada vez mais, num ambiente competitivo, no qual se espera respostas adequadas por parte da operadora em função dos novos desafios.
Em termos de usuários da rede 92, disse que a Unitel atingiu até agora os quatro milhões e 250 mil clientes, correspondendo a uma quota de mercado de 66 porcento, fruto do talento dos seus colaboradores e da preferência dos consumidores. Em 2007, a empresa contava com três milhões, 306 mil e 901 clientes.
Dado o exponencial crescimento atingido, num horizonte temporal de sete anos (2001-2008), a administração e colaboradores da operadora de telefones procuram trabalhar na perspectiva de satisfazer as expectativas e proporcionar uma relação de proximidade com os clientes.
Para o efeito, a companhia tem um plano de médio e longo prazo, que prevê um crescimento contínuo a nível da cobertura dos serviços no país. “Tem o compromisso de cobrir todos os municípios do país, num total de 146, é um plano faseado que está a ser implementado com êxito”.
O director acredita no talento dos angolanos em geral e dos trabalhadores da Unitel em particular, porquanto o crescimento económico que o país tem registado nos últimos anos é fruto deste potencial humano.
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