Quadros angolanos devem apostar na formação em línguas estrangeiras
03-07-2012 | Fonte: Angop
De acordo com o economista angolano, que falava à Angop, acerca da inserção de quadros angolanos na Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP) e em outros blocos económicos, o domínio da língua inglesa é indispensável.
Segundo Carlos rosado, Angola tem quadros diversos, com capacidade para trabalharem em qualquer instituição, quer de âmbito nacional, regional ou internacional.
Segundo disse, um quadro que ambiciona trabalhar em qualquer organização internacional deve obrigatoriamente apostar na sua formação em língua inglesa.
“Os quadros que trabalham nas organizações internacionais não estão para defender os interesses dos países de origem, mais sim de todos. Não deixa de ser um orgulho de quem tem o seu membro a trabalhar nas respectivas organizações”, observou.
De acordo ainda com o interlocutor, de modo geral, o recrutamento para organização internacional é feito de forma independente, no qual os candidatos devem reunir competências necessárias, requeridas pelas respectivas organizações.
Para o interlocutor, as línguas estrangeiras deveriam fazer parte do currículo escolar nas classes iniciais, para melhor domínio da fala e escrita.
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