TAAG cumpre 100% das recomendações internacionais
23-05-2013 | Fonte: Lusa/SOL
"As áreas inspeccionadas são as da organização e controlo de qualidade e segurança do sistema de operações, operações de voos, despacho operacional, manutenção e engenharia, tripulação, 'cockpit', operações em terra, operações de carga e segurança contra actos ilegais", acrescentou Joaquim Fortes.
Desde 2008, a empresa tem vindo a passar por uma refundação, que passa por um vasto processo de modernização e adaptação dos seus procedimentos às melhores práticas internacionais, salientou a mesma fonte.
As transportadoras aéreas de Moçambique e de São Tomé e Príncipe continuam proibidas de operar na União Europeia (UE) e a angolana TAAG mantém as restrições impostas, segundo a última lista da segurança aérea, divulgada em Bruxelas em Dezembro do ano passado.
Segundo a lista europeia, estão proibidas de operar na UE um total de 287 companhias aéreas, certificadas em 20 países: Afeganistão, Angola, Benim, Cazaquistão (com excepção de uma transportadora que opera com restrições e sob determinadas condições), Eritreia, Filipinas, Gabão (com excepção de três transportadoras que operam com restrições e sob determinadas condições), Guiné Equatorial, Indonésia (com excepção de seis transportadoras), Djibuti, Libéria, Moçambique, Quirguistão, São Tomé e Príncipe, Serra Leoa, República Democrática do Congo, República do Congo, Suazilândia, Sudão e Zâmbia.
A lista da segurança aérea proíbe ainda os voos da Blue Wing Airlines do Suriname, da Meridian Airways do Gana e da Conviasa da Venezuela.
Outras dez transportadoras aéreas são objeto de restrições operacionais, estando apenas autorizadas a realizar voos com destino à UE sob condições estritas: a Air Astana do Cazaquistão, a Afrijet, a Gabon Airlines e a SN2AG do Gabão, a Air Koryo da República Popular Democrática da Coreia e a Airlift International do Gana, bem como a Air Service Comores, a Iran Air, a TAAG-Linhas Aéreas de Angola e a Air Madagáscar.
"A Comissão não poupará esforços para ajudar os países incluídos na lista de segurança a criar a capacidade técnica e administrativa necessária para superarem os seus problemas de segurança da forma mais rápida e eficaz possível", disse o comissário europeu para os Transportes, Siim Kallas.
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