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Executivo «mexe» na tabela salarial do Ministério do Interior
19-03-2014 | Fonte: Jornal e Angola
O efectivo do Ministério do Interior tem a partir do mês em curso uma nova tabela salarial aprovada  pelo Titular do Poder Executivo, revelou ontem, em Benguela, o secretário de Estado dos Serviços Prisionais.

José Bamokina Zau afirmou que a nova tabela salarial vai melhorar  as condições de vida do efectivo do Ministério do Interior . “Para a melhoria da qualidade de vida dos efectivos, a direcção do Ministério do Interior está a levar a efeito  negociações com alguns bancos comerciais com vista a facilitarem contratos de empréstimo aos seus efectivos, para a aquisição de moradias junto das diversas imobiliárias”, disse.

As delegações provinciais do ministério, informou, estão orientadas a fazer contactos junto dos governos locais para a aquisição de parcelas de terra para a construção de moradias para o efectivo da corporação.

Bamokina Zau disse que a recuperação de infra-estruturas dos diversos órgãos ligados ao Ministério do Interior, para além daquelas obras que têm o patrocínio do governo provincial foram inseridas no Programa de Investimentos Públicos.

Adiantou que está previsto, para um período de 12 meses, a construção da unidade penitenciária do Culango, no município do Lobito. Foi determinada a interdição parcial da cadeia do município do Lobito, pois a referida unidade não pode receber mais nenhum preso condenado, devido à falta de condições de acomodação.

Construída na década de 1960, a unidade prisional do Lobito tem capacidade para 320 reclusos.

À semelhança da cadeia do Lobito, a penitenciária do Cavaco também se encontra superlotada. Concebida para acolher 1.500 reclusos, a unidade alberga actualmente o dobro da sua capacidade.

Bamokina Zau informou que existe um projecto para a construção de dois estabelecimentos prisionais na Província de Benguela,  um deles a ser erguido no município da Ganda. O secretário de Estado dos Serviços Prisionais disse que os reclusos devem ser tratados com justiça e humanidade, para que, sentindo a severidade necessária da pena, não sofram humilhações inúteis ou influências prejudiciais à sua readaptação depois de cumprirem as penas.

“Só a humanização dos presídios e investimentos em educação vão dar a paz necessária à convivência humana”, concluiu José Bamokina Zau.

 
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