Universidades ilegais podem responder criminalmente
13-05-2005 | Fonte: Angop
Os promotores de universidades privadas não legalizadas em Angola vão responder criminalmente, caso continuem com esta prática, assegurou hoje, em Luanda, Manuel Alfredo Miguel, chefe de Departamento de Desenvolvimento e Extensão Universitária, do Ministério da Educação.

Ao falar à Angop, o responsável indicou que a penalização vai abranger tanto os promotores destas supostas "universidades" como todos as pessoas que se candidatarem a estas instituições.

"Nós não nos responsabilizamos sobre eventuais estudantes que se candidatem às instituições que não estejam oficialmente reconhecidas pelo Estado. Os seus diplomas não serão válidos e os promotores vão responder criminalmente", frisou.

Manuel Miguel fez saber que a legalização de uma instituição do ensino superior só é feita com a formalização em decreto aprovado pelo Conselho de Ministros."O problema é que os promotores de universidades privadas têm pressa e dão um passo para além da lei e vão administrando aulas de modo ilegal", salientou.

O ensino superior privado existe em Angola desde 1991, com apenas quatro Universidades e um Instituto Superior, nomeadamente as Universidades Jean-Piaget, Católica de Angola (UCA), Lusíada, Independente (UI) e o Instituto Superior Privado de Angola, (ISPRA).

Os Instituto Superior da Assembleia Espiritual de Cristo (ISAEC), no município de Cacuaco, o ISLA - Instituto Superior Livre de Angola, no município de Viana, o Instituto Superior Gregório Semedo, na Maianga, e a Universidade Mocap, também em Luanda funcionam de forma ilegal.

Foto:Alunos universitários
 
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