Luta contra corrupção pode «esbarrar» na ausência de mecanismos
09-10-2017 | Fonte: Angop
A ausência de um instrumento internacional anti-corrupção juridicamente vinculativo em Angola pode dificultar o combate deste mal além das suas fronteiras, quando o assunto for a recuperação de activos resultantes de actos ilícitos.

Em causa está a Convenção das Nações Unidas contra a Corrupção (UNAC, na sigla em inglês), adoptada em Outubro de 2003 pela Assembleia Geral e assinada, inicialmente, por mais de 110 países.

Actualmente, 140 países assinaram e um pouco mais do que metade destes ratificou a referida convenção.

Segundo apurou o Novo Jornal junto de fontes da Assembleia Nacional, onde esta convenção deveria dar passagem para ratificação, Angola ainda não ratificou o documento, o que em poderá vir a traduzir-se em dificuldades que as autoridades angolanas enfrentariam caso efetuassem démarches no exterior para conseguir reaver valores que tenham sido desviados do erário ou da gestão da coisa pública.
 
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