Luís Paulo Monteiro Marques é o novo bastonário dos Advogados de Angola
05-12-2017 | Fonte: CK
O processo eleitoral aconteceu na última sexta-feira, na cidade de Luanda. Os resultados foram divulgados nesta terça-feira, pela Comissão Eleitoral.
 
Luís Monteiro Marques foi candidato da lista única e vai substituir Hermenegildo Cachimbombo, que exerceu o cargo desde 2012.
Luís Paulo Monteiro, com 22 anos de actividade como advogado, obteve 526 votos a favor e 48 contra, ao que se acrescentam três votos nulos e 23 em branco, num total de 664 causídicos participantes.
 
Segundo a Comissão Eleitoral da OAA, Luís Paulo Monteiro Marques será, por conseguinte, o presidente do Conselho Nacional da Ordem dos Advogados de Angola.
 
Na sequência das eleições de um Dezembro, o Conselho Nacional da OAA passará a integrar, para além do bastonário, Jayr Domingos Fernandes, Maria América Nascimento Santos, António Joaquim Kalikemala e Clotilde Maria das Dores de Melo Pinto
Ana Bela das Necessidade e Silva Bengue, Evaristo José Solano, Evaristo António Maneco e Fumwatho e Gahuma Guilherme fazem igualmente parte dos membros efectivos do conselho.
 
 
Para suplentes foram eleitos José Carlos João Miguel, Edilson Paulo Agostinho e Rosário Manuel Alberto Dala.
 
 
Informou ainda que Henriqueta de Sousa da Silva foi eleita presidente do conselho provincial de Luanda da Ordem dos Advogados, composto por 13 membros efectivos e dois suplentes.
A ordem tem registados mil e 947 advogados inscritos, a que acrescem três mil e 33 estagiários controlados.
 
 
A OAA é uma instituição profissional criada a 20 de Setembro de 1996, em Luanda. Constituem, entre outras, atribuições da Ordem colaborar na administração da Justiça, pugnar pela defesa do Estado democrático de direito e defender os direitos, liberdades e garantias individuais dos cidadãos, atribuir título profissional a advogados e regulamentar o exercício da profissão.
 
 
De acordo com os seus estatutos, a OAA deve zelar pela função social, dignidade e prestígio da profissão de advogado e promover o respeito pelos respectivos princípios deontológicos, defender os interesses, direitos, prerrogativas e imunidades dos seus membros e promover o acesso ao conhecimento e aplicação do direito e contribuir para o desenvolvimento da cultura jurídica.
 
 
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