500 mil milhões de kwanzas para crédito aos empresários
07-02-2018 | Fonte: JA
O MPLA propõe 500 mil milhões de kwanzas no Orçamento Geral do Estado   destinados ao crédito para empresários, através de um Fundo de Garantia do Estado.
 
O grupo parlamentar do partido em maioria no Parlamento defende que este valor deve ser entregue aos bancos comerciais para onde os empresários devem recorrer. Os deputados do MPLA vão propor ao Executivo um aumento de verbas no Orçamento Geral do Estado para apoiar o empresariado nacional. 
 
Os parlamentares reúnem-se hoje com o ministro de Estado do Desenvolvimento Económico e Social, Manuel Nunes Júnior, e os membros da equipa económica do Governo para apreciar e aprovar, na especialidade,  as propostas do relatório-parecer conjunto da Lei do Orçamento Geral do Estado.
 
Em declarações ao Jornal de Angola, Salomão Xirimbimbi disse que o objectivo do aumento das verbas para o OGE prende-se com a concretização de projectos tem em vista a diversificação da economia e a geração de mais empregos e de receitas para que o Executivo, no próximo ano, esteja em condições de aumentar os salários, com base na taxa de câmbio.
 
 
No OGE, que vai à aprovação final global no próximo dia 14, o Executivo indica as acções de política para optimizar o sector empresarial público e propõe a redução efectiva da acção empresarial do Estado, criando unidades produtivas mais competitivas, através de um programa de ajustamento estrutural do tecido empresarial público.
 
 
O Executivo propõe também a redução do esforço do Tesouro junto das empresas públicas, através da revisão dos subsídios operacionais, no quadro de um programa de rendimento e reestruturação do sector empresarial.
A proposta indica ainda a definição do Programa Nacional de Competitividade para alavancar a competitividade estrutural, acelerar a diversificação económica e melhorar a posição de Angola nos “rankings” internacionais.
 
 Ajustar os principais instrumentos de pro-
moção empresarial e industrial (FND, Angola Investe, IFE, FACRA), para que se consigam produzir efeitos positivos num contexto de restrições nofinanciamento, também é intenção do Executivo. 
 
 
 
 
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