Governo de Luanda e enfermeiros sem consenso para fim da greve - ANGONOTÍCIAS
Governo de Luanda e enfermeiros sem consenso para fim da greve
12-06-2018 | Fonte: Angop
O Governo Provincial de Luanda e o Sindicato dos Técnicos de Enfermagem de Luanda (SINTENFL) não chegaram a um acordo, hoje, segunda-feira, para levantamento da greve, após várias tentativas em busca de consenso, entre as partes, de questões constantes do caderno reivindicativo.
 
Em nota de imprensa enviada à Angop, o Governo de Luanda indica que não foi possível chegar à acordo com o sindicato devido a três pontos, nomeadamente, primeiro, a alteração constante das reivindicações por parte do SINTENFL apresentadas nos vários encontros com a entidade patronal.
 
Segundo, a intransigência do referido Sindicato em não aceitar as razões fundadas da entidade patronal relativamente ao princípio das promoções estarem condicionadas à existência prévia de Fundo Salarial, para a realização de Concursos Públicos Internos de Acesso, nos termos do Decreto-Lei  nº. 1/ 17 de 3 de Janeiro.
 
Terceiro, o não acatamento dos resultados produzidos pelo grupo de trabalhos que preparou a proposta de revisão das carreiras especiais dos profissionais da saúde, grupo este criado por despacho da Senhora Ministra da Saúde (Despacho Nº. 655, de 30 de Dezembro de 2017), do qual fazem parte dois membros do aludido Sindicato.
 
 
Face à intransigência demonstrada e a iminência de greve nos próximos dias, o GPL informa à população em geral, que a entidade patronal tudo fará para garantir os serviços mínimos em todas as unidades hospitalares da Província, pelo que exorta à todos os responsáveis destas unidades para fazerem cumprir escrupulosa e rigorosamente com o regime disciplinar da Função Pública, a luz do Decreto Nº 33/91 de 26 de Junho, lê-se na nota.
 
 
Na nota, o GPL informa ainda aos cidadãos que está a encetar contactos com os Ministérios da Defesa Nacional, do Interior e com as Organizações Não Governamentais parceiras do GPL, no sentido da mobilização dos profissionais da saúde, adstritos à estas instituições no sentido de acudirem, onde for necessário, para manter o normal funcionamento dos hospitais públicos.
 
 
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