Qualificação para o Mundial 2019: Angola vence Egipto
01-07-2018 | Fonte: Angop
Hoje, às 16h30, com a qualificação já assegurada, pois com o triunfo reforçou a liderança, com nove pontos, o “cinco” nacional defronta, no Pavilhão Cairo Stadium Indoor, o Congo Democrático, desobrigada a vencer. 
 
Pressionados a vencer, os hendecacampeões conseguiram fazer jus à condição de equipa mais titulada do continente. Mas, ainda assim, foram obrigados a esforço extra e a suar, para vergar os anfitriões, apoiados por cerca de dois mil compatriotas.
 
Igualadas a 28 pontos ao intervalo, depois de ter ganhado o primeiro quarto, por 17-14, Angola claudicou no segundo. No reatamento, galvanizados, os egípcios, cujas duas derrotas averbadas no seu reduto condicionam o apuramento à fase seguinte, chegaram a vencer por 10 pontos de diferença, 40-30, quando restavam cinco minutos para o final do referido período.
 
Sem baixar os braços e sem se deixar abalar pelos apupos vindos da bancada, os comandados de William Bryant Voigt mantiveram-se serenos e crentes na obtenção de um bom resultado. No final do quarto, Reggie Moore, Edson Ndoniema, Hermenegildo Mbunga, Gerson Domingos e companheiros reduziram para um os pontos de desvantagem, 43-44.
 
 
Regressados do banco de suplentes e compenetrados das suas responsabilidades, firmadas por diferentes gerações de jogadores, Olímpio Cipriano, Yannick Moreira, Eduardo Mingas e os restantes integrantes da selecção passaram para frente do marcador e chegaram a 46-44. Daí em diante, a equipa não mais largou a liderança.
 
 
Bem defensivamente, Angola continua, porém, a denotar debilidades no ataque, onde os baixos níveis de eficácia e ansiedade na hora do ataque ao cesto continuam a preocupar Voigt e adjuntos. Em 29 lançamentos dos três pontos, converteu apenas 10, 34,5 por cento. Na linha dos lances livres, a selecção esteve irrepreensível, pois, em 14 tentativas, encestou 11, 78,6 por cento. 
 
 
Em situação complicada está o Egipto, agora segundo classificado, com sete pontos. Os faraós medem competências frente ao Marrocos, ao qual estão obrigados a ganhar, sob pena de ficarem afastados da corrida ao Mundial da China. 
 
 
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