PGR descarta que morte de Lucas Chivukuvuku esteja ligada às suas funções na instituição
11-07-2018 | Fonte: NJ
A Procuradoria-Geral da República (PGR) garante que Lucas Chivukuvuku, cuja morte está a ser associada à actividade que exercia na instituição, não tinha "responsabilidades específicas para a investigação de crimes", afastando a ideia de que o sobrinho do líder da CASA-CE tenha sido alvo de perseguição por razões profissionais.
 
Através de um comunicado, divulgado esta segunda-feira, 09, a PGR explica que as funções de Lucas Chivukuvuku na instituição "não incluíam responsabilidades específicas para a investigação de crimes ou capacidade para determinar restrição de movimentos financeiros no âmbito da instrução processual".
 
O esclarecimento da PGR rebate as declarações proferidas pelo líder da CASA-CE e tio da vítima, Abel Chivukuvuku, para quem o sobrinho pagou com a vida o facto de ter sob sua responsabilidade "casos muito sensíveis".
 
Descartando, na falta de mais elementos, "qualquer presunção de que a morte [de Lucas Chivukuvuku] tenha como motivação uma eventual perseguição por razões profissionais", a instituição acrescenta que o malogrado trabalhava como Oficial de Diligências nos serviços da PGR junto da área dos Crimes Económicos do Serviço de Investigação Criminal (SIC) de Luanda.
 
 
A PGR promete ainda envidar "todo esforço para o esclarecimento das circunstâncias em que o prematuro infausto ocorreu".
 
 
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