A direcção do 1º de Agosto vai nos próximas horas protestar junto da Confederação Africana de Futebol (CAF), o jogo da segunda mão das meias-finais, que ditou o afastamento da final do clube militar após perder por 4 – 2, diante do Esperance de Tunis, e solicitar a repetição do jogo em terreno neutro, segundo assegurou hoje, o Presidente do Clube das Forças Armadas, Carlos Hendrick.
“Foi descarada a situação que o árbitro provocou, é necessário que a CAF e a FIFA ponham ordem”.
O líder da agremiação militar referiu que houve inúmeras irregularidades, que para além da exibição tendenciosa do arbitro zambiano de 39 anos Janny Sikazwe que foi auxiliado pelos seus compatriotas Romeo Kasengele e Kawe Chansa.
Na opinião do presidente o ambiente criado em torno da delegação da formação rubro e negra e no estádio olímpico de rades não era propício para a realização de um jogo da envergadura da liga dos clubes campeões.
O dirigente contou ainda que durante o decorrer do jogo, um elemento afecto ao 1º de Agosto dirigiu-se a um dos comissários de nacionalidade marroquina, para que interrompe-se o jogo para uma outra data devido as péssimas condições, mas que o representante da Caf teria respondido que, “tal pressão iria cair sobre si, e que a reacção dos tunisinos seria pior”.
O representante angolano com o protesto pretende, segundo Carlos Hendrick que se repita o jogo frente o Esperance em terreno neutro e que o árbitro do encontro seja severamente punido.
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