O conselheiro da Missão Permanente de Angola junto das Nações Unidas, Fidel Casimiro, apresentou a sua demissão por, alegadamente, o Governo de Luanda não estar a cumprir o memorando de entendimento sobre a província de Cabinda.
Em consequência, Casimiro revela o surgimento de um amplo movimento revolucionário naquela província para exigir às autoridades o respeito pelo povo de Cabinda.
Fidel Casimiro foi integrado na representação diplomática angolana em Nova Iorque na sequência dos acordos de paz assinados em Agosto de 2016 sobre Cabinda, liderados por António Bento Bembe.
Na segunda-feira, 22, o diplomata pediu a sua demissão devido “ao facto de termos escrito um plano para o cumprimento dos acordos que não está a ser cumprido".
Fidel Casimiro acusa também o ministro das Relações Exteriores de Angola estar a solicitar a todos os membros da FLEC que assinaram o acordo em 2006 “a voltar às suas instituições de origem".
Recorde-se que todos os membros da FLEC que tinham sido colocados nas empresas petrolíferas já foram demitidos.
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