Expectativas frustradas
11-01-2019 | Fonte: Economia & Finanças

As expectativas para 2019 definidas pelo administrador António Santana(na foto), do Banco Mais, eram de afirmação da instituição, através da presença no mercado com oferta de produtos e serviços diferenciadores.

Tal decisão passava pela criação de valor acrescentado à vida das pessoas e na actividade das empresas.

De acordo com o bancário, para atingir tais metas e objectivos, o banco procuraria ter o seu principal activo, os colaboradores, cada vez mais motivados e comprometidos com a estratégia adoptada pelos accionistas, além de consolidar a aposta nos canais alternativos de interacção e relação com o “Banca Digital”.


Isso passaria pela dedicação 24/24 às necessidades dos parceiros “clientes”, o que permitiria melhorar a quota de mercado. Por sua vez, o presidente do Conselho de Adminsitração do Banco Postal, João Freire, entendia que os mais de 250 mil em menos de dezoito meses confirmam a aposta num serviço de proximidade e inovador, claramente valorizado pelos nossos clientes. Uma rede de distribuição onde se destacam quatro (4) agências (três em Luanda e uma no Huambo), tendo como complemento uma rede, sempre em crescimento, de cerca de 170 postos bancários (quiosques).


“O futuro é uma certeza para o Banco Postal. Esta certeza começa por ser “plasmada” nas nossas acções previstas para o II semestre de 2018 e no Plano Estratégico 2019-2023”, disse citado pelo estudo Banca em Análise.


O facto é que estas intenções desde segunda-feira caíram por terra, porquanto os activos “colaboradores” destes dois bancos entraram no (des)emprego passivo, após encerramento pelo BNA.

 
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