Anónimo: Ha sintomas de alguma verdade.UNITA cala-se nao responde.
H. Esteves(Almada /Malanje/ Luanda/Lubango): Até que enfim aparece um compatriota. Mais um Mukuankalla. Perdemos tudo. E o pior foi a identidade. Bem haja Oscar Cardoso.
Portugês em Angola(Luanda): Como Português, Acho que se deve deixar as coisas más para trás das costas, o passado passou, devemos respeitar uns aos outros, tendo em conta que temos uma lingua em comum. Os Portugueses em Angola vieram trabalhar e ajudar a nação a desenvolver cada vez mais, sendo em grande parte pessoas instruídas e com um grau académico muito elevado (fuga de cérebros de Portugal) e também pessoas com menos formação mas mestres em diversas artes, ambos os grupos têm gosto em ensinar os irmãos Angolanos os bons ofícios e passarem novas ideias para os mesmos cada vez mais se evoluirem. Também por toda a Angola existem pessoas muito bem instruidas e com excelente educação. Huambo é um exemplo de uma cidade organizada e com um grau de educação espetácular, cidade onde todos respeitam todos independente se serem negros, mulatos, brancos, amarelos e os chamados em muitas outras cidades de "Pula vai para a tua terra", isso não acontece no Huambo, desde já os meus parabéns a todo o povo e governantes do Huambo. Contudo acredito que não deve ser caso único nesta grande nação que é Angola. Gostava de frisar, que os Portugueses em angola, não concordam com as diversas asneiras que muitos politicos Portugueses fazem ou dizem, não se deve dar muita importância, pois os mesmos não sabem o que dizem, não tiveram de ganhar a vida fora do parlamento Português. Penso também que os Angolanos e os Portuguese trabalham muito bem em conjunto, pois ambos gostam de aprender uns com os outros e adoram fazer o trabalho bem, é claro que ambos sabemos distinguir a qualidade do nosso trabalho relativamente aos chineses. Contudo nestes últimos tempos angola recebeu milhões de Portugueses de braços abertos e muitos deles investiram um pouco de si neste grande País, logo merecem todo o respeito. Não esquecer que metade da população residente em Lisboa emigrou para Portugal desde os anos 0, 80, 90 até aos dias de hoje á procura de uma vida melhor, e Portugal com muitas ou poucas possibilidades não os expatriou, também ajudou de certa forma na construção de habitações com receitas dos impostos aplicados a toda a população Portuguesa, nós que tivemos gosto em ajudar todos os emigrantes dos Palops. Neste momento angola têm uma ligeira crise que têm tendência a durar 3 a 4 anos, espero que também seja ajudada por Portugal. A meu ver Angola e o povo angolano está a dar muito valor ao passado, deve se virar imediatamente para o presente e futuro e seguir o rumo em curso, baseado nos setores bases da economia: Pescas e agricultura e a indústria associada a esta. Deve também ter parceiros estratégicos como Portugal, tendo em conta que o povo Portugês adora Angola. Chega de ódios e de dar tanta importância ao que pessoas isoladas tecem acerca do Povo Angolano. O povo Portugês (95%) não é racista, muito menos aqueles que se encontram a viver e a trabalhar em Angola, caso contrário não estariam aqui, não casavam aqui, não tinham filhos com angolanas, enfim, não regressavam nem guardavam o carinho que têm por este povo, temos Portugueses que já falam Kimbundo, tipo "jikulameso - Abre a pestana" :), penso ser assim que se escreve... Saúde e Sorte para todo o povo angolano e Português
fernando António: nunca vai ser
ho patego olha o boi que vai a voar no balão!: a treze de maio na cova da iria "ó patego olha o balão" foi isso que entorpeceu e azombizou os portugas; a onu devia mandar inspectores vasculhar as arquivarias do vaticano para que salte fora o pedaço a bem ou a mal para que as pessoas saibam o que realmente aconteceu; segredo para cá segredo para lá o verdadeiro segredo é que tudo foi forjado por mão e matreirice de homem, sob pretexto que deus ligaria também no céu o que os pedros maniganciaram na terra. Pobre zé portuga cujo discernimento o vaticano tomou como refém; por ser ingénuo hoje sofre da intoxicação resultado de viver já há um século com essa mentira a velar-lhe as vistas
Bakilihibyh(Cabinda): Este carrasco nao terah perdao de Deus. A fornalha anda hah muito tempo ah espera dela. Vai ser churrasco de satanas lah na gena.
Anónimo: dar importancia este povo portugues tão atrasado burros povo sem valor internacional
Tu falas em Deus?: Nao te Preucupes que O tribunal de Cristo esta a sua espera, quanto a SAVINBI, viu como Morreu? traidores, e inimigos da humade, e diz com toda naturalidade, Deus me salvou,VEREMOS se estas Savo
Lobo Solitário(Bié): A verdade nua e crua. Savimbi não prestava mesmo, ainda bem que bateu as botas! Aquela conversa toda de bom cidadão, era truque? Bem haja a verdade
Momo: A maior parte do portugueses naquela altura estava à favor de Jonas Savimbi, queriam portanto acabar com o MPLA. Apoiaram o apartheid, quando morreu Nelson Mandela lamentaram a sua morte dizendo que foi alguém que lutou contra o apartheid. Assim isto mostra que os tugas lutaram contra Mandela. A questão de Angola é a mesma e hoje muitos portugueses estão a entrar e sair do país, outros tantos ganham a vida no país. Muitos políticos portugueses criticam a forma como o país (Angola)está a caminhar e se esquecem que Portugal também tem lideres corruptos e muitos ainda estão no exercício de suas funções. Sou contra a corrupção mas, acho que antes de criticar alguém devemos ver como estamos.
Momo: Isto é na realidade para muitos fanáticos do galo negro aprenderem o que os seus dirigentes fizeram!
Anónimo: Esse homem que foi entrevistado e um agente de espionagem nato, nasceu com aquele dom mas foi pena nao ter liquidado o mario soares e outros do mesmo calibre incluindo o santolas.
LUCROS NA NET(NAO DEIXEM OS BANCOS ENGANAREM VOS): OS BANCOS NAO DAO NADA A VOCES, ELES APLICAM O VOSSO DINHEIRO CA FORA ACREDITEM NAO SEJAM TOLOS.EU JA VI GENTE RICA ANGOLANA QUE NAO INVESTE UM VINTEM EM ANGOLA,NOS ACHAMOS ISTO UMA GRANDE TRAICAO AO POVO ANGOLANO E POR ESTE MOTIVI RESOLVEMOS TAMBEM ABRIR AS PORTAS AO POVO INOCENTE ANGOLANO PARA GANHAR TAMBEM. GENTE PELO MUNDO AFORA INCLUSIVE ALGUNS ANGOLANOS QUE JA OBTEM LUCROS A PARTIR DE CASA.ESTE EH UM NEGOCIO QUE MOVIMENTA MAIS DE 4 TRILLOES DE DOLARES AO DIA. SAIA DO OBSCURANTISMO VISIT wealthgps.page.tl/ CASO VOCE NAO QUEIRA SER INVESTIDOR E VOCE ENTENDE INGLES VOCE PODE SER NOSSO REVENDEDOR NOS O TREINAREMOS E VOCE RECEBE EXCELENTES COMISSOES.
João Freitas(joao.silvafreitas@sapo.pt): Eis o comentário mais lucido que aqui li: Realista (Luanda): Entrevista que não representam nem o actual Portugal democrático, nem a Angola que quer consolidar totalmente a sua democracia. Este homem deveria ser era preso em Portugal, Angola ou África do Sul pelas atrocidades que fez nos três países.
Anónimo: Com o mpla militarmente derrotado, Portugal não era obrigado a dar a independência a ninguem, muito menos ao mpla, mas deram na mesma, ao mpla ainda por cima. Portanto para Portugal, destabilizar Angola seria uma perda de tempo e não faz sentido. Para isso, qual seria a necessidade de dar a independência ao mpla para logo a seguir tentar destabilizar o país? Teria feito mais sentido acabar com o mpla e ficar com Angola do que entregar o país a um grupo já derrotado para logo de seguida tentar destabilizá-lo.
Santa Ignorancia(velvetytongue@gmail.com): Então a PIDE actuava em Angola depois de 4? E o governo portugues depois de 4 apoiava a UNITA? Os judeus inventaram a escravatura? Nunca li tanto disparate junto. Mas de facto não se entende a quebra de silencio do coronel Rogério de Castro( Oscar Cardoso)
paradoxo: os judeus inventaram a escravatura? E jesus, fruto da aliança entre deus e os homens através do povo judeu, aparentemente, veio libertar os cativos!... Que paradoxo descomunal!
Andre(andre@yopmail.com): Ao "Fragata": Os portugueses não vão pedir desculpas porque os verdadeiros culpados da escravatura foram os JUDEUS!! O povo português também foi escravizado!!!
Carlos(Luanda): Pura verdade, você tem razão. Nao era importante sequer dizer que sao todos uns racistas porque nao sao de facto todos. A todos quantos se sentiram lesados as minhas sinceras desculpas. Quis dizer uma grande parte dos portugueses e nos últimos tempos parece que reacenderam a contenda contra angolanos .
Pura Verdade(Luanda): Sr. Carlos , a sua última frase, diz tudo, ou seja, os Portugueses e Portugal são todos uns racistas e só querem o mal de Angola, com a exceção dos Portugueses que você conhece pessoalmente. Ou seja, a sua primeira conclusão não advém de uma evidencia mas sim de uma vontade sua que assim seja, a realidade palpável dos Portugueses com quem convive mostra-lhe o contrário, os que você conhece não querem o Mal de Angola. Porque generaliza então que aqueles que não conhece nem sabe a sua opinião querem esse mesmo mal a essa nação??
Carlos(Luanda): Esta entrevista nao tem nada de novo, tudo o que o entrevistado disse o povo esta' careca de saber. Eu, em vários comentários sobre o passado de Portugal e a sua aliança com o apartheid disse que Portugal tinha as mãos sujas de sangue. Portugal tem, porque ninguém consegue provar que já nao tenha, uma rubrica no orçamento das forcas armadas para financiar a subversão em Angola. Os sucessivos governos de Portugal sempre utilizaram esses recursos para desastabilizar ( desde setenta e quatro ate' aos dias de hoje) Angola e esta situação foi denunciada por um antigo Chefe do estado maior das forcas armadas portuguesas em dois mil e doze ( 2012 ). Surpresa? Nem pensar! Basta saber em que ano Portugal reconheceu a independência de Angola. Ou ainda qual foi o papel de Portugal depois de terminar o conflito armado em Angola em dois mil e dois ( 2002 ), quando Angola precisava de apoio para iniciar o processo de reconstrução nacional? Portugal se juntou aos seus patrões e inviabilizou um processo que culminaria numa conferência de doadores. Portugal esta na linha da frente com deputados e outros políticos em campanhas contra Angola. Vir dizer que Portugal e' uma nação antiga com novecentos anos, para os angolanos significa que apesar da idade continuam sem juízo. Novecentos anos e' muita fruta! Um nação tao antiga, ainda tem analfabetos? Ainda tem gente tao racista e complexada? Nao me refiro so os políticos, mas o cidadão comum. Tem duvidas? Leia os comentários dos jornais publicados em Portugal com noticias sobre Angola, qualquer jornal, e' uma barbaridade o nível dos comentários, a linguagem, o que eles falam e como falam dos Angolanos. E' impressionante como esta gente nao se conformaram com o fato de terem sido corridos de Angola. Fico-me por aqui porque e' absolutamente revoltante e tenho amigos portugueses aqui em Angola e que nada teem haver com isso, nem se revêem nessas atitudes.
kangamba: Este f deveria morrer. Desculpem la mais estes comentarios deste terrotista de tempos idos deveriam ser investigados. Outrossim desculpem mais nao quero deixar aqui um mal entendido mais o governo portugues nao deveria aceitar estas intervistas que em nada contribuem para o proprio governo portugues . Porque este coelho nao so prejudicou os angolanos assim como prejudicou tambem os proprios portugueses. Porque do que saiba o facismo tambem prejudicou tambem os tugas. Este c quer criar mais problemas nos estamos bem aqui no nosso pais seu coelho se queres alguns trocos nao sera desta
Ao Aqui Há Gato(PARA TERMINAR, PORQUE NÃO CONSIGO DIALOGAR COM QUE É TÃO TEIMOSO QUE NÃO ACEITA FACTOS QUE FACILMENTE SE COMPROVAM): Como no comentário anterior considerei ser possível, a entrevista será certamente aproveitamento político de radicais do MPLA, cuja intenção é diabolizarem a UNITA, exactamente do mesmo modo que no ClubK, radicais da UNITA fazem aproveitamento do que acontece, e do que não acontece, para diabolizarem o MPLA, e do mesmo modo que em SETENTA E CINCO os radicais do MPLA diabolizram a FNLA, difamando-a de ser um grupo de canibais. /// Na minha zona, quando alguém da UNITA queria matar um civil, levantava o boato de que era simpatizante do MPLA, e depois sefguia os trâmites vigentes naquela zona controlada por Savimbi. ////Mas regressando aos factos históricos que geraram a minha chamada de atenção ao seu comentário impreciso, DEVO INFORMÁ-LO QUE EU TAMBÉM ESTAVA EM ANGOLA EM SETENTA E QUATRO E SETENTA E CINCO, e lembro-me perfeitamente de ir com outros jovens apedrejar de forma impune, os vidros da sede da DGS(antiga PIDE) na minha terra amada (essa sede ficava num eucaliptal recôndito, atrás da Camara Municipal e dos CTT, e havia histórias muito feias das torturas que lá se haviam praticado, mesmo a criminosos comuns), porque TODOS os crápulas daquela polícia política do governo fascista colonial, já tinha fugido a sete pés, temendo que lhes acontecesse o que estava a acontecer aos colegas de outras cidades/localidades/provincias/colónias sob administração portuguesa.///// Depois de desmantelada a DGS, AINDA EM ABRIL DE SETENTA E QUATRO, mas já depois da queda de Marcelo Caetano, as autoridades policiais em Angola eram apenas a PSP e os Cipaios, que a partir do final de SETENTA E QUATRO também abandonaram funções pois começavam a ser perseguidos, espancados e mortos/linchados, tanto nas zonas de predominancia da FNLA, como nas zonas CONTROLADAS pelo MPLA (onde tinha irmãos, tios, primos e amigos), como na zona de predominância da UNITA (onde nasci e vivi, e de onde tive de fugir para escapar às perseguyições políticas da UNITA/Tenente Sabino). ////// Nos Finais de SETENTA e QUATRO, já não havia Polícia de Segurança Pública portuguesa em Angola, nem cipaios, e do meio da anarquia das localidades e cidades angolanas, surgiam soldados dos movimentos de libertação, armados como se já estivessem em guerra e montados sem Pick-Ups e Jipes confiscados duma forma libertina a empresas do Estado e a particulares, para assumirem truculenta e selvaticamente as rédeas duma pseudo-ordem pública, exactamente da forma que tinham aprendido enquanto guerrilheiros nas matas (eles não tinham culpa que os chefes os pusessem a desempenhar uma função para a qual não tinham o mínimo preparo). //////// Mas se, para comentar acerca deste assunto, a memória me falhasse, ou se eu não tivesse conhecimento de causa, garanto-lhe que recorreria a uma pesquisa em livros e/ou na Internet, para depois estar documentado da certeza do que estava a escrever, algo que apesar do desmentido que lhe fiz, e da chance que lhe dei para se redimir, o Sr. se recusou fazer, a julgar pela insistência na INVERDADE de que a PIDE se manteve em Angola depois de Abril de SETENTA e QUATRO.////// Qualquer pessoa que leia o seu e meu comentário, que fique com dúvidas em relação a quem tem razão, e que as queira dissipar, pode livremente ir ao Google, sem perseguições do MPLA nem da UNITA (aparentemente o Google não tem SINFOS, PIDES nem BRINDES), e constatar que os dados por mim referidos são absolutamente verdadeiros, ao contrário dos que o Sr. insiste em fazer crer que são verdadeiros. /////// Quanto à tese de o Sr. ser apartidário, e de eu ser apoiante da PIDE/DGS, cada vez mais você parece um profissional da dermação que opera diáriamente no CK, usando a mesma lenga lenga.//////// Eu não vejo diferença nenhuma entre SINFOS, BRINDES e PIDEs/DGS, porque são/eram todos falsos, delatores e promotores de campanhas difamatórias contra aqueles que acham/achavam incómodos./////////VIDE: ://pt.wikipedia.org/wiki/Pol%C3%ADcia_Internacional_e_de_Defesa_do_Estado //// OU ://pt.wikipedia.org/wiki/Dire%C3%A%C3%A3o-Geral_de_Seguran%C3%Aa //////////////////////////////////////// AGORA SIM, ACABAM-SE AS DISCUSSÕES ESTÉREIS
AQUI HÁ GATO, SIM SENHOR !: Para o Sr. que respondeu ao meu comentário: Não tenho a pretensão de alimentar polémicas com ninguém, não perdi o controlo emocional, nem tenho nenhuma dama para defender a sua honra. Vejo é que o Senhor é que está a correr em defesa da PIDE – será a sua dama?. Todos sabem que a mudança da designação PIDE para DGS (Direção Geral de Segurança) e a alteração de algumas das suas funções, foi feita pelo governo do Professor Marcelo Caetano. Mas aqui em Angola, a sua atuação continuou com essa designação ou com outras, é o que importou dizer. Entendeu? Não sei onde encontrava na data em que refiro. Eu encontrava-me em Angola e vivi todos os acontecimentos, antes e depois do 25 de Abril de Setenta e quatro. Quanto à sua descrição minuciosa e exaustiva em relação às transformações da PIDE, é assunto que nunca me disse respeito, nem está no âmbito do meu comentário. Outro ponto que lhe quero responder é que nunca pertenci à Unita, muito menos à Radical, por ser uma pessoa moderada por natureza. O que não sou é estúpido, tenho opinião própria e muito menos posso aceitar ser catalogado por aquilo que não sou. Se a minha opinião o incomodou, paciência. O Senhor terá a sua, que a respeitarei seja qual for, menos quando pretenda atingir a minha dignidade. A essência do meu comentário mantém-se: QUAL O MOTIVO DESTA ENTREVISTA?
mateus 2:16: Herodes, vendo então que tinha sido logrado pelos astrólogos (os reis magos), foi tomado de grande fúria e mandou eliminar todos os meninos em Belém e em todos os seus distritos, de dois anos de idade para baixo, segundo o tempo que tinha cuidadosamente averiguado dos astrólogos.
BellB(RLB): Sun Tse Wu, é do século VI ante de Cristo. Portanto, 2600 anos. E não há certeza absoluta da sua existência. é mais provável que seja uma lenda. Mas o que citou o Óscar Cardoso, está no livro "Arte da Guerra", onde diz que as maiores batalhas deveriam ser ganhas com a minima perda e para isso a astúcia e a espionage eram os melhores trunfos. No entanto eu não sei até que ponto as declarações deste senhor são autênticas. Os portuguêses eram a potência colonial e tinham varias frentes, enemigos diferentes, com os mesmos objectivos. Era normal que os portuguêses jogassem com paus de 3 bicos (ou mais)... Fazia parte da Guerra. E Guerra é Guerra. O mais importante é que não haja necessidade de a fazer. Para mim, que vivi com grande intensidade aquela época, o MPLA era o favorite INEQUÍVOCO (sem contestaqão possível) do novo governo revolucionário português. O novo governo revolucionário, era pro-soviético. Exactamente como os Vietcong, a Frelimo, o PAIGC e o MPLA, evidentemente. Antes, do 25 de abril de 194, era lógico que a PIDE, à margem, e por vezes com o exército, fizesse o seu jogo de manipulação, contrainformação, dermação e alianças insuspeitáveis. O resto pode ser história e elucubraçòes de individuos que sem dúvida terão argumentos, mas que podem perfeitamente contar o que melhor lhes convier no momento. Estas declarações têm para mim um interesse muito relativo. Angola e Portugal são agora dois países, com sistemas que lhes permetem uma diplomacia serena, amigável e fundamentalmente solidaria.
Jorge: Porquê que os portugueses não nos deixam em paz? Querem fomentar uma nova guerra como fizeram em Moçambique? Aqui não vai dar certo.Procurem o vosso pão com dignidade, e não como Serpentes que só rastejam.levantem-se e vão à luta com cabeça erguida.
Por Angola(Belgica): Estas declarações não nos ajudam em nada.E cada vez mais me convenço, desculpem-me a franqueza os europeus só têm a ganhar com a nossa divisão, nem todos claro.O SÓ VEM PARA DIVIDIR, ROUBAR E .
ao AQUI HÁ GATO(AÍ HÁ RABO DE FORA EM FORMA DE MENTIRA PARA DEFENDER A UNITA): Até admito manipulação do entrevistado, aqui usado pelo MPLA como arma de arremesso político, na actual campanha de diabolização da UNITA orquestrada por um certo orgão da imprensa angolana, mas acho que o Sr. "AQUI HÁ GATO" perdeu o controlo emocional e disparou a correr em defesa da "honra" da sua dama, e tão ansioso que estava, meteu os pés pelas mãos, nomeadamente dizendo que nos períodos conturbados de SETENTA e e QUATRO,no pós 25 de Abril, em Angola lidaram c/ 9 polícias secretas, entre as quais a PIDE./// MAS QUE GRANDE MENTIRA. ////A PIDE (Polícia Internacional e de Defesa do Estado) foi criada em 22 de Outubro de 1949, substituída pela GDS (Direção-Geral de Segurança) em 24 de Novembro de 1969, que por sua vez foi desmantelada em Abril de MIL NOVECENTOS E SETENTA E QUATRO, e a partir da qual criaram a PIM (Polícia de Informações Militares) que na teoria deveria preocupar-se com serviços de Inteligência Militar nas colónias ultramarinas, mas que depois da purga da DGS na então "Metrópole", na prática nunca funcionou durante os 2 ou 3 meses que mantinha o título nas Colónias, nomeadamente em Angola.///// Dizer que em SETENTA E QUATRO a PIDE actuava em Angola é uma MENTIRA escandalosa, provavelmente escrita por um adepto fudamentalista da tal UNITA radical,que insiste em branquear os erros do passado, e preocupada pelo que é aqui parcialmente exposto na entrevista dada por este ex-membro dessa VERGONHOSA E IGNÓBIL polícia secreta. ////// A propósito do entrevistado ter trabalhado por dinheiro, pergunto onde se quando lutou ao lado da UNITA o entrevistado também foi pago por Savimbi./////// E como os dirigentes da UNITA, MPLA e outros guerreiros independentisats ganharam dinheiro para logo a partir de SETENTA E QUATRO terem capacidade financeira para comprar casas, chitacas, carros, estudos dos filhos no estrangeiro, amantes e luxos ?//////// E quem lutou nas guerras angolanas não merece hoje ter uma reforma pelo desempenho na actividade militar profissionalizada?///////// E os veteranos ex-soldados da UNITA que ficaram no lado sul-africano a lutar no exército sul-africano, também o fizeram apenas pelo dinheiro? /// A propósito do desmantelamento da PIDE/DGS/PIM, vou deixar aqui um artigo de Irene Pimentel, material muito interessante para quem se descontrola e diz asneiras, pensando que defende os seus, mas quando com mentiras e na verdade os enterra ainda mais num lamaçal impossível de branquear.////://jugular.s.sapo.pt/303480. «Punir a polícia política na transição portuguesa para a democracia» "No passado dia 25 de Novembro, participei, juntamente com António Costa Pinto, Filipa Raimundo e Maria Inácia Rezola, numa conferência, intitulada «Dealing with the Legacy of Authoritarism in Contemporary Democracies: Portugal & Southern Europe in Comparison», realizada no Kings´s College, de Londres, organizada por António Costa Pinto e Luísa Pinto Teixeira. Na ocasião afirmei ser um mito a ideia de que em Portugal os elementos da PIDE/DGS não teriam sido punidos no período pós-25 de Abril. Essa afirmação, bem como a de terem sido alvo de processo judicial em tribunal militar 255 elementos da PIDE/DGS foram reproduzidas – de forma correcta – por um jornalista presente da Agência . Para contextualizar essas afirmações, publico aqui a versão portuguesa da minha intervenção, intitulada «Punir a polícia política na transição portuguesa para a democracia». O golpe militar do MFA de 25 de Abril de 194 inaugurou uma nova vaga dos processos de democratização da Europa do Sul, dando lugar a uma crise revolucionária de Estado, em que ocorreram, em simultâneo, a democratização e a descolonização. Foi uma transição para a democracia por ruptura, que provocou uma forte mobilização anti-ditatorial, determinante para a imediata dissolução das instituições conotadas com o regime deposto. Na primeira linha desse desmantelamento, esteve, por exigência dos elementos que se tinham oposto à ditadura, o aparelho repressivo - a Polícia Internacional e de Defesa do Estado/Direcção-Geral de Segurança (PIDE/DGS). Um diploma do próprio dia 25 de Abril de 194 determinou a extinção da DGS, embora se dissesse, no seu art.º 2.º, que, «no Ultramar, depois de saneada», seria reorganizada «em Polícia de Informação Militar, nas províncias em que as operações militares o exigirem» (Decreto-lei n.º 11/4). Logo após o golpe militar, em Junho de 194, já tinham sido detidos em Portugal cerca de mil membros da polícia política, incluindo indivíduos considerados informadores. Em Angola, Moçambique e na Guiné-Bissau, isso só viria a acontecer meses depois, em virtude da dinâmica do próprio movimento decorrente do 25 de Abril, que forçou à imediata descolonização. Neste período, assistiu-se também, com a ajuda de oficiais militares, à fuga de diversos inspectores da PIDE/DGS, alguns com responsabilidades em casos de assassinato. Em final de Junho de 194, foram criados a Comissão de Liquidação da PIDE/DGS, que deu por concluída a sua missão em Fevereiro de 196, e o Serviço de Coordenação da Extinção da PIDE/DGS e da Legião Portuguesa (SCE da PIDE/DGS e LP), com, entre outras, a função de instruir os processos-crime de inculpação dos membros da polícia política. Foi à guarda do SCE da PIDE/DGS e LP, mais conhecido por Comissão de Extinção da PIDE/DGS, inicialmente sob tutela do Chefe do Estado-Maior das Forças Armadas e depois da Junta de Salvação Nacional, que ficaram os arquivos da PIDE/DGS. A primeira Comissão de Extinção da PIDE/DGS, começou por ser da responsabilidade imediata do comandante Conceição Silva, que, em Agosto de 194, informou estarem detidos 92 elementos da DGS e 44 informadores. Ao fim de 4 meses de trabalho, a secção de investigação da Comissão de Extinção afirmou ter 116 processos judiciais já prontos, relativos a elementos presos, e que 58 membros da ex-polícia política estavam em liberdade condicional. No período a seguir ao golpe militar de 194, ocorreram movimentos sociais que se foram progressivamente radicalizando, no que se convencionou chamar pelo Processo Revolucionário em Curso (PREC), no contexto do qual a lei 8/5, de 25 de Julho de 195, criminalizou os elementos e informadores da DGS, prevendo as penas a que eles estariam sujeitos em julgamento realizado em Tribunal Militar (Lei 13/5, de Novembro): consoante as responsabilidades provadas, seriam condenados a penas que variavam entre os dois a oito anos e os oito a doze anos de prisão. Eram recusadas, tanto a imprescritibilidade do procedimento criminal, como a suspensão das penas, bem como a sua substituição por multa. O chamado PREC terminou em 25 de Novembro de 195, com a vitória dos moderados do MFA, tendo dois diplomas - leis 16/5 e 18/5 - alterado algumas características da lei 8/5, abrindo possibilidade à libertação, enquanto aguardavam julgamento, de ex-elementos da polícia política. Em 5 de Dezembro de 195, a Comissão de Extinção da PIDE/DGS passou a depender do Conselho da Revolução (CR), que nomeou o capitão Sousa e Castro para superintender aqueles serviços, que passaram presididos pelo general Manuel Ribeiro de Faria. O CR, que tinha competência legislativa sobre a definição dos contornos das leis, até à aprovação da nova Constituição da República, mandou publicar, em 13 de Maio de 196, o DL 349/6, que criou atenuantes nos crimes dos elementos da ex-PIDE/DGS. Por exemplo, se estes tivessem mais de 0 anos de idade à data do julgamento ou houvessem prestado serviço no Ultramar, colaborando com as Forças Armadas, ou tivessem estado às ordens destas, após 25 de Abril de 194, designadamente na Polícia de Informação Militar, passariam a ser meramente condenados em suspensão de direitos políticos. Ao tomar posse do seu cargo, o capitão Sousa e Castro daria conta que havia então 200 processos judiciais já organizados e 260 entregues ao tribunal. Por seu turno, acusado na imprensa de querer pôr uma esponja sobre o passado, ao libertar a maioria dos elementos da PIDE/DGS, o general Ribeiro de Faria informou que tinham sido postos em liberdade provisória, 1.222 elementos dessa polícia, entre os quais se contavam 204 informadores, 6 administrativos, 1 guarda prisional, 1.008 agentes, chefes, directores e 3 ex-ministros. Em liberdade definitiva, estavam 62 elementos (A Luta, 22/6/6) Em Janeiro de 19, a imprensa noticiou que, entre sete elementos da PIDE/DGS recém-julgados, nenhum iria ficar preso, pois que seis tinham sido condenados a penas de cadeia já expiadas com a prisão preventiva e um deles apenas havia sido sentenciado a suspensão de direitos políticos. No final desse ano, foi julgado um dos casos mais emblemáticos, relacionados com a polícia política: o caso do escultor comunista José Dias Coelho, assassinado pela PIDE, em 1961. O ex-chefe de brigada da PIDE, considerado o autor material do crime, António Domingues, foi condenado a três anos e nove meses prisão, o que significava que, com a prisão preventiva já sofrida, apenas ficaria mais dez meses preso, o que causou forte indignação em parte da opinião pública. Em Maio de 198, começou, por seu turno, o julgamento dos assassinos do general Humberto Delgado e da Sua secretária, Arajaryr Campos, mortos pela PIDE, em Fevereiro de 1965, que prosseguiria pelo ano de 1980. Dois anos depois, após uma revisão constitucional, entrou em vigor a Lei Constitucional nº 1/82, de 30 de Setembro, que acabou com o CR e colocou transitoriamente o SCE da PIDE/DGS na dependência administrativa da Assembleia da Republica. Esta ficou de decidir do destino dos arquivos dessa polícia política, que viriam a ser transferidos para o Instituto dos Arquivos Nacionais da Torre do Tombo, em 1991, ano da extinção do SCE da PIDE/DGS, passando a ser consultáveis, com algumas restrições, em 1994. Por seu turno, ao prestar contas, em Agosto de 1982, o SCE da PIDE/DGS declarou que mais de seis mil elementos dessa polícia já estavam com o processo judicial organizado, dos quais tinham sido levados a tribunal 1089, tendo sido mandado arquivar os processos relativos aos restantes 69%. Na maioria dos enviados para tribunal, a sentença não excedeu os seis meses já cumpridos em prisão preventiva e apenas 5,5% foram punidos a mais de dois anos de prisão. Num balanço realizado em Fevereiro de 1986, a Comissão de Extinção da PIDE/DGS e da LP, contabilizou o número total de sentenças atribuídas pelo Tribunal Militar a ex elementos e informadores da PIDE/DGS, até então (dados recolhidos nos arquivos do SCE da PIDE/DGS e da LP). DOS QUE NÃO FUGIRAM PARA O ESTRAGEIRO, FORAM JULGADOS 255 IMPLICADOS, ENTRE OS QUAIS ÓSCAR CARDOSO, QUE FOI CONDENADO A PENA DE PRISÃO EFECTIVA (vide tabela).De notar que, com sentenças de um a dois anos de cadeia, foram condenados 8 elementos do pessoal dirigente, 30 inspectores, subinspectores e chefes de brigada, 315 agentes e motoristas e 44 informadores. Com sentenças de mais de dois anos, foram condenados 1 elemento dirigente, 15 membros do pessoal intermédio, 9 agentes e motoristas, bem como 18 informadores." ///////////////////////////////////////// Depois aparecem outros comentários de ABSOLUTAMENTE CEGOS pelo fanatismo partidário, dos quais destaco uma frase perfeitamente patética e desprovida de qualquer capacidade de raciocinio coerente: "Uma leitura mais cuidada deixa-nos até a impressão de que a PIDE foi criada só para combater a UNITA"/// ANGOLA É MUITO MAIS DO QUE INTERESSES DA UNITA E DO MPLA
Dá para reflectir(Luanda): A entrevista foi montada de tal modo que o número dois da PIDE em Angola não fala de uma única acção da sua polícia contra aquele partido que tinha escritórios em Kinshasa, Brazzaville e Argel. Uma leitura mais cuidada deixa-nos até a impressão de que a PIDE foi criada só para combater a UNITA, que, pela história deste senhor, era o único movimento no país que naquela altura estava a fazer ou queria fazer guerrilha. Se não conhecesse valorosos chefes militares como um Comandante WXY, ia mesmo concluir desta entrevista que as estruturas desse partido não passavam daqueles escritórios. O tiro saiu pela culatra?
Anónimo: Este vosso anda apagar os comentários dos navegadores. Posso saber o porquê?
Cazenga(cazenga@gmail.com): Realmente o expansionismo chinês é preocupante. Estou de acordo com a última observação dele, há muito tempo que ando preocupado com a rápida expansão chinesa em Angola e Africa em geral, eles são racistas e aos poucos estão a dominar e controlar o nosso país.
Nkannu Linguister(Nkannu@hotmail,com): Esta entrevista só tem um significado;visa tao somente prejudicar a imagem da UNITA.Esta foi mais uma montagem do Jornal da Angola feita pela dupla portuguesa Queiroz e Ribeiro.Nao sou racista,mas preocupa-me como é possivel o Governo do JES deixa dois estrangeiros/portugues em detrimento dos angolanos a dirigirem um Orgao tao importante como o JORNAL DE NGOLA?Basta desta campanha de intoxicacao.
na idade antiga,: quando o império romano estava em expansão, como quando atacou as ilhas britânicas com as suas legiões, sempre encontrou os povos a viver em clãs e reinos separados e rivais entre si, e perante o avanço do invasor, sempre houve dos autóctones os que escolheram ultrapassar as suas diferenças e diferendos, juntar-se e lutar pela terra até à morte e os que escolheram aliar-se ao invasor como uma oportunidade de se livrar dos seus próprios patrícios rivais. Foi este comportamento vistas curtas que deu a roma todo o seu império
AQUI HÁ GATO....: Há que descobrir os OBJECTIVOS desta entrevista. Vejamos o extenso curriculum do entrevistado. OSCAR CARDOSO, Oficial do Exército português, da Guarda Nacional Republicana e Inspector-adjunto da PIDE/DGS, número dois da organização em Angola. Fundador dos “Flechas” forças de guerrilha nas savanas do Cuando Cubango, para travarem a UNITA, que queria fazer operações naquela Zona. Participou em várias operações contra os Movimentos de Libertação durante a Luta de Libertação e a favor da Unita depois de mil novecentos e setenta e quatro. Trabalhou com a CIA, organizou forças militarizadas no Zimbabue e foi membro das Forças Sul-Africanas no período do Apartheid. Como se vê, é um grande Operacional militar. Pela sua história e pelo que narrou, correu o risco de morte nas acções em que participou. Ele não lutou por Idealismo. Então porque participou nessas guerras? A resposta só pode ser uma, como é óbvio: POR DINHEIRO! Poderia ter escrito um livro a contar tudo o que sabe e por que passou. Por que não o fez e aceita agora conceder uma entrevista ao Jornal de Angola? AQUI HÁ GATO! Devemos estar atentos. Ele não aparece agora por acaso, sem mais nem menos! Ou foi chamado por alguém, ou está a oferecer os seus préstimos, para “FAZER UM SERVICINHO”, que ele tão bem conhece. Não gosto nada disso. Não me esqueço do período conturbado que nós passamos, depois de setenta e quatro: Atuavam no país nada menos que NOVE POLÍCIAS E SERVIÇOS SECRETOS: A CIA, dos Estados Unidos; a KGB, da União Soviética; a PIDE, de Portugal; os Serviços Secretos de cada um dos Movimentos de Libertação; de Cuba, de Israel e da África do Sul.
Realista(Luanda): Entrevista que não representam nem o actual Portugal democrático, nem a Angola que quer consolidar totalmente a sua democracia. Este homem deveria ser era preso em Portugal, Angola ou África do Sul pelas atrocidades que fez nos três países.
Kuando Kubango: Você foi um verdadeiro destruidor do povo angolano! separaste muitas famílias comuna sua ambição nojenta, seu colono pobre e agora que estais a ser colonizado pelos seus sequazes pelos descontos bem feito não reclama
FM(3@hotmail.com): Cuidado, o homem recebe pensao dos dois lado, Africa do Sul e Portugal e agora quer receber tambem de Angola e pelos vistos vai conseguir com a ajuda do conterraneo Ribeiro.
Ao Sr. Barros: Francisco Barros (franciscomanueldasilva@hotmail.com): Você deturpou tudo, para poder despejar o seu ódio contra um povo em particular. /// Na verdade, o acordo em que envolvia UNITA, Africa do Sul e Portugal, era do tempo anterior à independência, e visava impedir apoios às SWAPO e ANC, e simultâneamente combater o mais forte e organizado opositor militar do regime colonial, que na altura era o MPLA.PONTO //// Na altura de SETENTA e QUATRO, a SETENTA E SETE,o governo português, e a quase totalidade da população tuga, queriam era distância de Angola e das outras antigas colónias, até porque debatiam-se constantemente com crises políticas e económicas sequentes da Revolução de Abril de SETENTA e QUATRO, nomeadamente os soviéticos a usaram o PCP p/ instalar um regime comunista em Portugal, os USA/CIA a tentarem impedir esses avanços marxistas, e quando uma reforma agrária e um conjunto de nacionalizações patéticas tinham destruído a indústria transformadora, a agricultura e o emprego. ///// A propósito das uniões e conspirações, já depois da independência de Angola, já depois de alguns políticos e governantes portugueses de esquerda terem beneficiado claramente o MPLA, numa altura que deviam estar a fazer tudo para manter a ordem militar, ptrotegendo civis e fazendo prevalecer acordos que previam um governo tri-partidário, houve arranjinhos de toda a espécie e interesses da política e geoestratégia global, que envolveram UNITA,África do Sul do Apartheid e USA dum lado, e MPLA e Bloco comunista do outro, mas nessa altura já sem participação do governo português. ///// Durante décadas houve de facto lobies de mercadores de hipócrisia política (família Soares incluída) que iam à,e vinham da Jamba, traficar influências, diamantes, marfim e morte/armas, mas não eram apenas traficantes tugas, como também israelitas, franceses, chineses, marroquinos, costa marfinenses e mais tarde russos, ucranianos, e de toda a raça de "seres humanos" sem escrúpulos, que normalmente se aproveitam das guerras para enriquecer.////// Quando a UNITA foi expulsa de Luanda, já a tropa tuga tinha escapulido, já estava tudo descontrolado, já os kwatchas tinham demonstrado ter duas caras e uma obsessão doentia por governar, mas também já o MPLA tinha demonstrado que não largaria o osso/lugar de priviléfgio que os portugueses lhes ofereceram para chegar ao governo de partido único./////// Apesar de contestar muita coisa do actual statuos quo, eu preferia viver 10 anos sob o regime de JES, a (sobre)viver 1 ano sob o regime de Jonas Savimbi, mas isso não obsta a que lute para impedir que a verdade seja manipulada para defender interesses políticos e/ou xenófobos.//////
Francisco Barros(franciscomanueldasilva@hotmail.com): estas declarações, são testemunhos que vem confirmar aquilo que sempre suspeitei; a existência de um acordo secreto entre a UNITA, o ELP, Portugal e Africa do Sul após os acordo de Alvor. Porque a UNITA não foi expulsa de Luanda militarmente como nos pretendem fazer querer, ouve um episódio no Pica Pau que ficou resolvido de seguida mas a retirada da UNITA para o Sul do País espelha bem de um plano que visava manter a colonia sob um testa de ferro, daí as tentativas do Apartheid ocupar Angola para pôr Savimbi no poder
Jorge: Esta entrevista foi mal montada, ninguém mais aceita esta covardia dos portugueses. Começo a me recordar da história que dizia que a FNLA comia pessoas. Qual é a verdadeira intenção deste artigo? criar um clima próprio para colocar os angolanos uns contra os outros.
Pura Verdade(Luanda): Entrevista claramente dirigida, é um infeliz megalómano, que não representa os Portugueses, é sim um velho com mania de grandeza. Portugal e os Portugueses, não são sinónimo de PIDE ou de colonialismo, Portugal é a nação mais antiga do continente europeu, não é possível manchar esta dimensão com pretensões de fazer história por parte de um infeliz.
UNITA FOI, É E SERÁ, SEMPRE, UM EMBUSTE , UM MOVIMENTO DISSIMULADO PEJADO DE FALSOS DEMOCRATAS: Nunca estive tão de acordo, é verdade!!!
UNITA FOI, É E SERÁ, SEMPRE, UM EMBUSTE , UM MOVIMENTO DISSIMULADO PEJADO DE FALSOS DEMOCRATAS: Esta entevista é um valioso documento histórico, apesar da manipulação política a que foi sujeita, e não obstante alguns exageros óbvios e algumas "engraxadelasa" da parte do entrevistado ("Deve ser o país mais corrupto do mundo"..."Os angolanos saíram vitoriosos. Tenho de reconhecer que foram heróicos, bateram-se pela pátria deles, como ninguém". "São os vencedores."). /// De qualquer forma, está aqui alguém que apesar do passado vergonhoso (ter pertencido à PIDE é de facto uma mancha impossível de lavar), tem-nos no sítio para dar a cara visando documentar eventos específicos que definem o caractér dissimulado, a ambição desmedida, a ganância e a truculência sanguinária de Jonas Malheiro Savimbi, cujos roubos de riquezas angolanas, a actual UNITA insiste em tentar branquear, acusando o actual de Statuos Quo angolano de ser o único a fazer o que eles já fizeram, e que fariam se assumissem o poder total ou parcial de Angola, só que com grandes diferenças, porquanto do que hoje "alegadamente" se desvia da riqueza angolana, mesmo que numa porporção infima, ainda vai dando para fazer algumas/alguns estradas, pontes, habitação social, escolas, hospitais, pontes, reservatórios de água e sobretudo ferramentas para o todo angolano sonhar e para todo o cidadão caminhar livremente, enquanto que o que a UNITA desviava da riqueza angolana, servia apenas para servir os prazeres carnais dum líder obstinado, serviam para comprar armas que destruiam, matavam, e criavam um caos socio-economico que visava criar um ampla via de acesso a um poder doentiamente almejado pelo sociopata que, infelizmente, é da minha terra. //// A população andulense é agora vítima de represálias da parte do governo e da imprensa angolana, que deliberada e ostensivamente ignoram o Andulo e ostracizam tudo o que por lá acontece, mesmo sabendo que isso já lhes custou um regresso de popularidade da Unita àquela região. ///// Se Deus é perfeto, Savimbi não foi sua obra e Mário Soares faz parte da mesma elite diabólica que a unita savimbista tanto quer branquear e beatificar. ////// A UNITA DOS RADICAIS SAVIMBISTAS, NUNCA FOI, NÃO É, NEM NUNCA SERÁ DE PAZ OU DE VOCAÇÃO PARA RESOLVER OS PROBLEMAS DAS POPULAÇÕES. /////// APESAR DE HAVER GENTE DE BEM NAQUELE MOVIMENTO (SIMPATIZO COM A SERENIDADE E PATRIOTISMO DE Lkanba Gato, E DA EXTRAORDINÁRIA INTELIGÊNCIA DE Mihaela Webba Kopumi, POR EXEMPLO), UNITA ISTA SIGNIFICA MOVIMENTO FORMATADO PARA SE SUSTENTAR NO ÓDIO, NO BOATO, NA INTRIGA,NO RACISMO, NA TEATRALIZAÇÃO OPORTUNISTA, E NA TRAIÇÃO (que passado vergonhoso de quem se aliou ao colono para combater conterrâneos que lutavam pela independência),COM UM ÚNICO OBJECTIVO: O DE SER PODER ABSOLUTO EM ANGOLA. ///////
Fragata: Portugal tem um dever moral, pedirem desculpas á Angola por muitas coisas de mal que fez aos Angolanos como escravatura, torturas, massacre da baixa de Cassanje, apoio de regimes estrangeiros contra os Angolanos etc etc,acho q é o minimo q podem fazer e deveriam enquando é cedo, pq um dia podemos romper com eles e á respeito de Samakuva, eu odeio este senhor, uma infelicidade para os Angolanos de Cabinda ao Cunene
Anónimo: Verdade ca para fora, o povo quer saber ... Savimbi foi um veneno para Angola ...
O que levou este homem a conceder esta entrevista?: O que levou o Sr. Óscar Cardoso a dar esta entrevista nesta data ao Jornal de Angola? Para além da descrição dos acontecimentos nos últimos anos, segundo a sua versão, o que me impressiona é o que afirma no final: o expansionismo chinês. Ele diz claramente: aqueles milhões de soldados chineses, não são apenas para as paradas militares. Também penso o mesmo desde há muito tempo. Porque tenho medo de ver o nosso país colonizado pelos chineses por tempo indeterminado.