Jorge (Moreno): Viva a muito bonita lingua portuguesa falada oficialmente em 10 países por 260 milhões de pessoas. A lingua portuguesa ja e considerada uma lingua mundial falada em 5 continentes - nem os falantes de espanhol podem dizer isso!
Gilmara Queiroz (Para: Yuri Bennazi): Moro no bairro Santa Inês. Se me achou, provavelmente no face, manda convite para sermos amigos.
Patriota : Mas seus panacas! o artigo nenhum momento mecionou o Lingala. Leiam outra vez o artigo. Triste!
OposiçãoLivre... de dizer asneiras : Vai falando isso, vai... que é bom para ficares a falar sozinho... Então achas que o mundo se importa com esses gritos de chimpanzé? Vai mas é aprender chinês... qualquer dia vai ser a língua do teu país!
OposicaoLivre (Cacuaco): Tchayevala. Okupisa elali ndiv ngo elimi lyangue! Olupandu! Ai de quem nao souber mesm nada,Sera tido como analfabeto do seculo!
E NORMAL NOS RESPEITAR NOSSA CULTURA (LONDON INGLATERA): Se o governo nao prevenir essas linguas estrangeiras nos do norte a cultura dos bakongos e que vai desaparecer porque lingala e falada ate nos matos onde nos vivemos cituasao esta muito mal que o kikongo desaparecer para serem subistituida na lingala me faz muita pena. PORO FAVOR GOVERNO MANDA PROIBIR ESSA LINGUA PARA PROTEGER CULTURA DOS BAKONGO Angola nao e zaire lingala nao pode dominar num pais alheio porque cultura desse gente e muito mal na sociedade. obrigado MONO YE MUANA NKONGO INGETA
Anonimato (Anonimato): Deixam de ignorancia tudo que e lingua e importante serve para comunicacao ate o chines esta aprender falar lingala e portugues eu tambem este ano tem que aprender lingala aquele dos bangala auto zaire tem que me sentir mais uma lingua na colecao
Gilmara Queiroz (gilmarabh@hotmail.com): Falo portugês (Brasil) e inglês (que é uma linguagem mundial).Eu estou aprendendo lingala juntamente com o francês, que é um dialeto difícil, mas tenho aprendido a cada dia. Os portugueses podem achar ruim, mas os africanos são considerados muito inteligentes, falam três, quatros línguas. E isso faz o cérebro trabalhar. Se algum langa (hehe) quiser me dar aulas, eu aceito!!! Quero chegar em Angola falando lingala.
LANGA : EM ANGOLA O ZAIRENSE GRITA, FALA ALTO QUANDO SE EXPRIME EM LINGALA...E O ANGOLA OLHA PARA BAIXO. NA PRÁTICA ZAIRENSE TOMOU ANGOLA.
RAÇA DE VIBORA (LUANDA): Se lingala constitui a língua mais falada em Angola depois da língua Portuguesa, precisamos refletir profundamente porque na verdade estaríamos diante de invasão do nosso amado território. Alguém trai-nos.
Preto Feio : Não façamos igual ao Brasil, onde a maioria das línguas nativas foram extintas, a restar pouco mais de cem! Preservar as línguas nacionais é preservar a nossa cultura! Já basta os séculos de escravidão e colonização predatória!
Bla bla bla ... : Em Angola fala-se pretogues ....
Formiga ao Banto : Falar atoa é fácil porque não é preciso pensar....espero que percebeste!
Povo Banto (Bantu): lingala vai vencer se formos a ver superficialmente a lingua mais falda em Angola e o Portuguese e seguir e o lingala baseando-se na extensao das limitacoes fronteiricias de Angola. Lingala e mais falada na Provincia de Zaire, Cabinda, Uige, Malanje, Lunda Norte e Lunda Sul, Moxico, Bie, Cumene e Luanda. E e menos falado no Huambo, Lubango, Namibe,Kwando Kubango Kwanza Norte e Sul, Benguela e o Bengo.
MWANA MOXI MBUTA (LUANDA): NÃO DEVEMOS TER VERGONHA. NO SENSO VIU-SE UMA BOA PARTE DOS ANGOLANOS FALAM LINGALA E NA DISTRIBUIÇÃO DAS PERCENTAGENS NÃO VIMOS. SENSO DE ANGOLA É UMA RELIDADE OU SÃO DADOS POLÍTICOS. SE KIKONGO É MAIS FALADA COM 8,25%, KIMBUNDO A SEGUIR.....EM LUANDA, KIMBUNDU É FALADO POR 2% DOS MAIS VELHOS. JOVENS 0%, ASSIM NÃO PODE ESTAR EM 2º LUGAR. SE ESTÁ GRAÇAS A MALANGE. LINGALA É MAIS FALADA EM LUANDA. NO UIGE, ZAIRE E CABINDA CHEGA EM 40%. COMO NÃO CONSTA NAS ESTATISTICAS? VAMOS REVER OS DADOS.......
Anonimo (Anonimo): Mister "M" sonhos como o meu um dia vai ser realizar a lingua portuguesa um dia deixara ser a lingua oficial Angola so pelo atraso que essa lingua tem em relacao outras linguas
Darkside : Gostaria de saber a percentagem de falantes de LINGALA...porque arrisco-me a dizer que é uma das mais faladas em Angola...Em breve não saberemos quem é o verdadeiro Angolano...é preciso começar a valorizar a nossa cultura, olha para os outros países na SADC nada os impede de falar a língua da terra e a língua do colono...e nem por isso estão mais atrasados que nós, pelo contrário...
Mister "M" : Formiga, PARABÉNS, ESTÁS CERTO.
Vossa candula, Recomenda : Os pesadelos pertencem à noite e o relógio não pára. : Luanda - São 2:00 da madrugada. À entrada, o trânsito adensa-se. As viaturas fazem fila para entrar. A maioria entra com caixões, outras levam mortos. Em cinco horas, até às :13, 235 cadáveres sairão da morgue do Hospital Josina Machel, em Luanda, para serem enterrados. É uma média de saída de um caixão a cada minuto e 20 segundos. * Fotos: Maka Angola Fonte: Maka Angola Estão ali 44 corpos. O governo pode sonegar os dados. Mas não há como esconder os mortos. Basta contá-los, um por um, à saída. É a rotina na morgue do maior hospital do país. Há uma epidemia de febre-amarela, e a malária mata a um ritmo assustador. Como sobressai entre as conversas de familiares, são estas as duas principais causas da mortandade a que se assiste em Luanda. Numa cidade com mais de seis milhões de habitantes, aqueles que recorrem ao Josina Machel são apenas uma pequena amostra da realidade. “Pai [expressão de respeito], não vale a pena. É muita gente a morrer. Nunca vi coisa igual”, lamenta um funcionário da morgue, encarregado de guardar e remover os corpos. Abana a cabeça e vai logo atender à chegada de mais. Numa pequena viatura de duas portas, três senhoras sentadas, vestidas com panos coloridos, levam ao colo o corpo de uma criança, enrolado num pano. São 3:30 da madrugada. Aumenta o já caótico tráfego à entrada da morgue, multiplicando-se o número de entradas e saídas. Na recepção não há um minuto de descanso. Deveria formar-se uma fila por ordem de chegada, mas há problemas de espaço para a demanda de cadáveres. Estabelece-se um pequeno negócio paralelo. Custa seis mil kwanzas para obter espaço imediato. Não há um computador ou uma máquina de escrever. É tudo manual, caótico. Vou até às câmaras frigoríficas, ver para crer. Não pergunto nomes, nem causas. Quero apenas vê-los, ouvir, anotar a realidade, estar ali presente. Na parte traseira da morgue, o cenário fala por si. Cada família leva o seu bidão com água, são todos amarelos, de 20 litros, banheira, sabão, o necessário para darem banho aos seus mortos. Conto mais de 20 corpos espalhados, a serem lavados ao ar livre pelos familiares, vestidos, aprumados para o adeus final aos entes queridos. No chão, as águas não escorrem. Misturam-se com sangue, com os plásticos abandonados, luvas, máscaras, panos, roupas retiradas dos mortos. Há uma fossa entupida, com águas putrefactas, no mesmo local. “Isso é país! Isso é país! Isso é país!”, vocifera um familiar. Passo por entre a lavandaria improvisada de mortos, procurando controlar a náusea e evitar as poças de água. Muitos calçam apenas chinelas. Há mulheres descalças. A maioria tem máscaras e luvas. Noto que há alguns lençóis brancos, por estrear, destinados a envolver determinados corpos. Passo por um jovem que segura um fato e uma camisa branca imaculada pelo cabide. No chão, está o seu morto a ser despido, antes do banho. Ao lado, outros jovens retiram o plástico que forra o caixão. Três senhoras atrapalhadas perguntam em voz alta onde podem lavar o seu parente. Parecem perdidas, incrédulas. Várias vozes sugerem espaços livres para que prossigam com a tarefa. Não há iluminação adequada na lavandaria. Improvisa-se. Passo pelos compartimentos assinalados como banhos para homens, mulheres e crianças. Praticamente não têm iluminação e as condições não são melhores que ao ar livre, apenas conferem alguma privacidade. Estão todos ocupados. As câmaras Naquele corredor, estão numeradas, de ambos os lados, um total de 14 gavetas frigoríficas. Pelo chão há luvas, máscaras, restos de roupa, tudo espalhado pelo chão molhado, sujo e ensanguentado. Um grupo cerca uma gaveta. Estão lá quatro corpos, empilhados uns por cima dos outros, com as cabeças viradas para os pés uns dos outros, de forma alternada. Apenas os separam as roupas que vestem. É o que os identifica. Não estão em sacos mortuários (body bags), nem sequer trazem no tornozelo ou no pulso uma etiqueta de identificação. Estão ali 44 corpos. O engarrafamento, a modernidade e a candonga São 4:30 da madrugada. Há engarrafamento numa extensão inferior a 800 metros, entre a ponte do Zamba 2 e a entrada da morgue, na Rua da Samba. Viaturas entram e saem com caixões a todo o momento, causando o caos no tráfego. Familiares e amigos transportam caixões a pé, atravessando a Rua da Samba para o outro lado, no Bairro Azul, onde estacionaram viaturas para evitar o engarrafamento. Alguns estacionam mais abaixo. Vejo um pai, alto e magro, a caminhar com um caixão minúsculo, forrado em plástico, debaixo do seu braço. É para um recém-nascido. O seu olhar é vago, distante. Do outro lado da rua, da morgue dilapidada, situa-se o novo edifício da Assembleia Nacional, orçado em US $311 milhões. Da entrada da morgue, vê-se a abóbada rosada da Nova Assembleia Nacional, erguida do outro lado da estrada a um custo de US $311.2 milhões (pagos através de fundos secretos à disposição do Presidente). Foi inaugurada em Novembro passado, imitando o Capitólio dos Estados Unidos, mas as obras ainda estão por concluir. Os deputados foram informados que a manutenção mensal do edifício custa o equivalente a US $1. milhão. Um pouco mais acima é a Cidade Alta, a menos de 500 metros, onde se situa o Palácio Presidencial. No mesmo quarteirão da morgue está o Ministério da Saúde. Do outro lado do muro está o maior hospital pediátrico do país, que ali deposita mais de 20 crianças por dia. Um quilómetro a norte, está a Marginal de Luanda, símbolo da ilusão de modernidade do regime do MPLA e de José Eduardo dos Santos. É uma obra de requalificação da Baía de Luanda, que custou US $360 milhões. Tem palmeiras importadas da Flórida, nos Estados Unidos da América. Os jardins são bem tratados. Têm sempre água. A Baía é bonita, não importa o mau cheiro das fossas que despejam para lá. Na morgue, cada um leva o seu bidão com água para cuidar dos finados. Tanto na travessa como na área de estacionamento da morgue, consolida-se o pequeno comércio. Três jovens com garrafas térmica, copos de plástico, pacotinhos de instantâneo e de açúcar vendem café. Algumas mulheres vendem luvas e máscaras descartáveis para que os familiares possam entrar na morgue, identificar, remover os seus cadáveres das gavetas e dar-lhes banho. O par de luvas custa 100 kwanzas, assim como a máscara. Uma senhora reclama, dizendo que há uns meses atrás aqueles itens custavam 20 kwanzas cada. Conhece bem a morgue e os seus negócios. Prefere ir assim. Ofereço-lhe as luvas. Falo-lhe das doenças que pode apanhar. Calça chinelas, não tem protecção para os pés. Mais logo, a filha do presidente, deputada do MPLA, T dos Santos, aparecerá nos ecrãs da Televisão Pública de Angola (TPA) como madrinha de um Tea Club, a oferecer luvas, máscaras, seringas e outros materiais descartáveis aos hospitais. Os dirigentes têm materiais médicos descartáveis para oferecer aos hospitais, para benefício da imagem pessoal em tempo de crise. Os candongueiros também têm, para vender. Outro negócio próspero é o do whisky sul-africano em pacotinhos. Cada um custa 100 kwanzas. Vende-se também como desinfectante das mãos. Depois de tratar de uma vintena de corpos, um dos funcionários pede um pacote de whisky, porque sente comichão nas mãos, usa umas luvas de cozinha, diz que as descartáveis se rasgam facilmente e que a morgue não lhes providencia material básico de trabalho. O vendedor lembra-lhe que já tem uma dívida de 300 kwanzas. A Câmara Cinco O funcionário tinha acabado de depositar um corpo na famosa Câmara Cinco, a que uns chamam “porão”, outros “contentor”. O tráfego de mortos é de tal ordem, que a câmara se mantém praticamente sempre aberta até ao período de acalmia, depois das :00. É um congelador único com 450 corpos empilhados, em estantes e no chão. É aqui que se depositam os acidentados, os não identificados, os corpos levados pelo Serviço de Investigação Criminal (SIC) e outras forças policiais. O cheiro nauseabundo de corpos em decomposição é insuportável. À entrada da Câmara Cinco, o corrupio de gente em busca dos seus entes queridos é constante. Ode à menina Passo, mais uma vez, pela lavandaria, incapaz de compreender, de aceitar tamanha desumade institucional, o destino de um povo perdido. À entrada da câmara principal, vejo uma mulher robusta, sentada, vestida de panos e uma camisola. Ao seu colo tem uma menina, de menos de dois anos, aninhada, vestida apenas com uma fralda. Serena-a com um cântico religioso, enquanto duas outras mulheres lhe limpam o corpo, fazendo coro. Cada uma delas segura-a numa mão e afagam-na com toda a ternura. Fazem o mesmo com os pés. É um momento de amor, de paz, que devolve algum sentimento humano àquele lugar. Por um momento, tive esperança. Retiram-lhe, então, uma pequena fita adesiva que tem colada à testa, com o seu nome. Está pronta para a partida. As três conversadoras. Cá fora, à entrada, três mulheres conversam entre si sobre a mortandade em Luanda, o serviço público de saúde e as consequências do estado da Câmara Cinco. Passa o vendedor de whisky, a líder da conversa reclama um pacote. “Eu normalmente não bebo, mas aqui não há como. Dói ver tudo isso”, justifica-se. Conta então como os seus vizinhos receberam do Hospital Josina Machel a notícia de que o seu ente querido tinha falecido durante a madrugada e de que o seu corpo fora transferido para a morgue. Aparentemente, na madrugada seguinte, alguns familiares identificaram o corpo apenas pelos calções pretos que vestia, retiraram-no da Câmara Cinco, deram-lhe banho, colocaram-no no caixão e levaram-no para casa, ao que se seguiu o enterro. Dias depois, o “morto” apareceu em casa, tendo recebido alta do hospital. “Agora não ficou muito bom da cabeça, depois de saber que a família já tinha feito o seu funeral”, conta a mulher. Outra das mulheres refere-se a um engano de identidades na entrega de cadáveres, que levou uma família a enterrar uma desconhecida. “Os bacongo, os langas [termo pejorativo extensivo aos cidadãos da RDC] quando deram conta que a sua irmã já tinha sido enterrada por engano, conseguiram identificar a família e foram lá exigir que desenterrassem o corpo”, e desvia a conversa para a classificação dos grupos etnolinguísticos, distinguindo aqueles que a seu ver sabem defender os seus interesses dos que se sujeitam a todo o tipo de abusos. Ao lado, indigna-se um senhor que volta e meia molha a máscara que lhe cobre o rosto com whisky de pacote, para neutralizar o cheiro fétido do local. Insurge-se contra o que considera conversa tribalista e explica que ficou sete anos praticamente sem conseguir calçar sapatos, devido a uma doença que lhe afectava os pés. Por falta de dinheiro para ser transportado para a África do Sul, a Namíbia ou a Europa, deslocou-se até à República Democrática do Congo, onde em pouco tempo recuperou a saúde. “O médico nem sequer aceitou os US $500 que lhe ofereci por me ter tratado. Estamos sempre a falar mal dos bacongo e dos congoleses, mas olha que o serviço deles de saúde, mesmo com guerra e corrupção, não se compara com a gatunice e a desumade dos angolanos.” Entra nesse momento um carro de uma agência funerária. As três senhoras aguardavam por essa viatura. Já há algum tempo que haviam dado banho ao seu menino. Vestiram-no todo de branco e taparam-no com um lençol. Está ali na “pedra”, como chamam à bancada de cimento, na antessala reservada para as crianças. A interlocutora pede imensas desculpas ao ofendido. As três despedem-se, retiram o pequeno caixão branco da viatura e começam a chorar. Vão à bancada, colocam o menino no seu repouso, transportam-no para o carro numa choradeira e partem. São :13. Saíram até agora 235 cadáveres. O ritmo abranda. Já não há lavagem de corpos. Surge pessoal de limpeza para dar uma aparência de normalidade àquele lugar. É como se tivesse tido um pesadelo. É sábado. O Ministério da Saúde Na segunda-feira vou ao gabinete do ministro da Saúde, Luís Sambo, a menos de dez minutos de caminhada da morgue. O impressionante sistema moderno de torniquetes, de activação electrónica, que se vê nos corredores parece já não funcionar. Explico à secretária a razão do meu pedido de audiência. Transmito resumidamente o que vi na morgue. A secretária informa-me da ausência do ministro e encaminha-me para o seu assessor jurídico, Adalberto Miguel. Naquele instante entra o ministro. “Boa tarde”, cumprimenta-me, seguindo para o seu gabinete. O assessor toma nota do meu relato sobre o estado de sítio na morgue, que é ali ao lado. Agradece. Refere que o ministro, nomeado para o cargo a 5 de Março, “começará a conceder audiências dentro de duas semanas”. O ministro “é afável, de fácil trato”, sublinha o assessor. Até à sua nomeação, Luís Sambo exercia o cargo de secretário de Estado da Saúde, para o qual havia sido nomeado nove meses antes. Exercera ainda, ao longo de dez anos, o cargo de director regional para África da Organização Mundial da Saúde. Crueldade e insensibilidade Depois de três dias a testemunhar aquilo que se passa na morgue, seria francamente insuficiente afirmar que o país tem um líder insensível e cruel, um regime desumano. Acumulam-se as perguntas. Como é isto possível? Quem são os decisores que permitem que isto aconteça? Por que razão o povo angolano, que sofre há tanto tempo, se sujeita a isto? Quando acabará o sofrimento? O problema é que todos sabemos a resposta, mas estamos imobilizados pelo medo e pela apatia. A passividade dos cidadãos diante da catástrofe é absolutamente alarmante.
Formiga : Podiam ter vergonha de vir com este artigo um país Africano com aproximadamente 26 milhões de abitantes só este número é que esta a falar as línguas nacionais? Só pode ser em Angola país que foi invadido pelos estrangeiros!
Peter Hobbit Steps a dar pontapés na Shemale Alviborrabo : Respeito à cultura dos povos! É primordial! Mas ainda persistem vermes cá no portal e no mundo que percebem o mundo somente sobre a perspectiva errónea e maléfica que carregam de berço. Gente como estas são a verdadeira escória do mundo, pensam que são superiores quando na verdade estão perdidos, sem a menor ideia do que é compaixão, respeitom hu.ma.ni.da.de... São maus!
Em Dia Internacional, ONU celebra herança cultural e contribuições da África para o mundo : Na semana passada, as Nações Unidas observaram o Dia Internacional em Memória das Vítimas da Escravidão e do Comércio Transatlântico de Escravos. O chefe da ONU, Ban Ki-moon, destacou as contribuições dos povos africanos e afrodescendentes para a cultura, a ciência, a política e a medicina dos países que praticaram o tráfico de escravos.Em celebração ao Dia Internacional em Memória das Vítimas da Escravidão e do Comércio Transatlântico de Escravos, comemorado na sexta-feira (25), o secretário-geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon, chamou atenção para a herança cultural e as contribuições trazidas pelos povos afrodescendentes para as sociedades que praticaram o tráfico de escravos ao longo de mais de quatro séculos. “A influência e o legado da África são evidentes na música vibrante, na arte ousada, nos alimentos ricos e na literatura inspiradora que permeiam a cultura moderna”, afirmou o chefe da ONU. “Menos reconhecidas, talvez, sejam as contribuições que os povos da diáspora africana deram à medicina, à ciência, ao governo e à liderança geral na sociedade.” Ban Ki-moon também alertou para o racismo e o preconceito ainda existentes atualmente. “É imperativo que nós trabalhemos juntos por oportunidades iguais, por justiça e por desenvolvimento sustentável para as pessoas afrodescendentes”, disse. Observada desde 200 pelas Nações Unidas, a data internacional é um tributo aos mais de 15 milhões de homens, mulheres e crianças que sofreram e morreram durante os mais de 400 anos em que o comércio transatlântico de escravos provocou a maior migração forçada da história. Em 2016, o Dia foi comemorado com o tema “Lembre da Escravidão: Celebrando a Herança e a Cultura da Diáspora Africana e suas Raízes”. Além disso, entre os anos de 2015 e 2024 a ONU marca a Década Internacional de Afrodescendentes, cujo tema é “Reconhecimento, justiça e desenvolvimento”. Segundo o secretário-geral, as tradições e a cultura dinâmica da África “continuam a enriquecer a vida” dos países que se envolveram com o tráfico de escravos, os quais deixaram para seus descendentes um conjunto de “bens inestimáveis”, como sua coragem, sua força, sua tolerância e compaixão.
Tioko Panzu - Portugal : Camaradas e compatriotas, não percam tempo com estas questões, nem se zanguem por causa desses assuntos. Estudem, estudem para deixarem de ser "burros". Falem sim as línguas nacionais, cada um a do seu clã ou tribo, são as línguas de berço, mas estudem a sério e com afinco, o português e o inglês, que são as línguas que te levam ao desenvolvimento e progresso internacionais, que te abrem para o mundo de progresso. Com as nossas línguas nacionais, por melhor que as falemos, não compramos as máquinas de que necessitamos para fazer tudo. Estudem, estudem, estudem para dizerem coisas acertadas, e não terem medo dos que sabem.
Anónimo (Bié): Com tantas linguas diferentes niguém se entende, parece a torre de Babel.
hum : Vocês esqueceram o dialecto dos Saraivas e dos Rebelos e Abrantes que é o Bailundo é pá aonde é que está marcado
JIKULAMESSO GENUÍNO : Tenho orgulho de ser angolano e poder falar a minha língua nacional. Vou valorizar sempre a minha cultura, falando em primeiro lugar, a minha língua nacional de Angola, e o último será a língua portuguesa. Vou ensinar a todos os meus filhos a falar a língua nacional para preservarmos a nossa cultura. Sustentabilidade cultural é o lema da presente e da futura geração. Tenho orgulho dos cabo-verdianos e guinenses que falam diariamente o crioulo como língua nacional, assim como os congoleses (da RDC e da República do Congo) que falam lingala valorizando a sua cultura africana.
JIKULAMESSO GENUÍNO : Tenho orgulho de ser angolano e poder falar a minha língua nacional. Vou valorizar sempre a minha cultura, falando em primeiro lugar, a minha língua nacional de Angola, e o último será a língua portuguesa. Vou ensinar a todos os meus filhos a falar a língua nacional para preservarmos a nossa cultura. Sustentabilidade cultural é o lema da presente e da futura geração. Tenho orgulho dos cabo-verdianos e guinenses que falam diariamente o crioulo como língua nacional, assim como os congoleses (da RDC e da República do Congo) que falam lingala valorizando a sua cultura africana.
TORRE : Língua nacional é a língua falada por todos os cidadãos . O resto chamam-se dialetos. Uma língua falada por dois por cento da população de um país também se considera língua nacional ??? Vamos mas é aprender a falar e escrever corretamente o português que é a nossa língua, e de mais oito países e usar o cérebro a aprender uma outra ou outras, que de facto tenha interesse para a vida de cada um.... Seja inglês , francês , árabe, indiano ou mandarim, pois são outras línguas de facto faladas por centenas de milhões de pessoas e muitos países .
Peter Hobbit Steps & Tony Back : Isto pra já demonstra que as fronteiras em África foram demarcadas pelos colonos! Mas hoje precisamos nos unir em país único! Também não me agrada a língua portuguesa mas é a que temos! Devemos seguir em frente!
Ao Mister M : Ninguém o obriga a falar portugês, tem razão. Espero os seus próximos comentários em umbundo, kimbundu...? Chinês não percebo ....
PhD : Dados pouco crediveis. pelo menos na fase actual o país ainda não atingiu um estágio que permita que apenas milhões da população angolana fale as línguas nacionais. Blasfémia cientifica esse Censo.
Mister "M" : Sonhos como os meus ainda serão realizados e nunca mais falaremos o português arcaico de Portugal, VATATAS com BINHO BERDE.