luanda: Quero sauda-lo em primeiro lugar já que faz tempo que não tenho notícias suas, do teus irmõas e irmãs. não sei se continuas a viver no Brasil no estado de Minas Gerais. De todo modo li com muita atenção as tuas reflexões e espero que continues.Abço
Ayres guerra azancot de Menezes(Ayres543@hotmail.com): O MPLA COMO MARCA
O MPLA como Marca representa um poder permanente em função de mais do que a sua história e multiplicidade de histórias e perpetuações das suas tradições.
Um dos factores qualitativos de recriação da sua força consiste na lealdade da corrente regeneradora dos seus aliados.
Os seus atributos, qualidade e expectativas criadas e uma amálgama de resultados e sua funcionalidade reforçam uma narrativa que impulsiona a sua existência.
Não há dúvida de que as crenças sagradas, criações, metas e seu prestígio, sua visão e missão, capacidade de inovação reforçam o seu posicionamento.
A sua suposta notoriedade e fidelização em constante construção criando boas ligações emocionais melhorarão consideravelmente essa marca.
Sendo assim será que a marca MPLA é um sistema propulsor e fonte de criação de valor?
Será que a notoriedade do MPLA continua a ser evocada de forma espontânea?
Para que a marca MPLA se perpetue será necessário que as atitudes das pessoas correspondam a avaliações globais favoráveis.
Não há dúvida que a força da marca MPLA quase se confundirá a um culto descentralizado e de interacções e laços fortes e experiências partilhadas que criam várias identidades verbais e simbólicas.
Para falar da antiguidade da Marca MPLA teremos que falar forçosamente do seu núcleo fundador de Conacry dos anos 60.
A marca MPLA se perpetua pelo seu prestígio devido as associações intangíveis, pelo seu simbolismo popularizado incontornável e grandes compromissos com o passado.
O MPLA como marca, alem de possuir narrativas de sobrevivência, inclui testemunhos que dão a história, significados mais profundos e grande carácter de emocionalidade.
A história do nacionalismo e luta de libertação pelos actores de renome a partir da fundação do MPLA em Conacry pelos seis fundadores bem personalizados, como Viriato da Cruz, Mário Pinto de Andrade, Hugo José Azancot de Menezes, Lúcio Lara, Eduardo Macedo dos Santos e Matias Migueis perpetuarão essa marca de forma reflectida.
Poderemos então afirmar que os fundadores de Conacry foram os agentes prioritários e fundamentais da verdadeira autenticidade da marca MPLA.
A dinâmica da história e a construção de identidades pressupõem estados liminares, pelo afastamento constante de identidades anteriores.
Desenvolver a cultura da marca MPLA exigirá um constante planeamento e estratégias que permitirão reunir e sentir esta marca global.
Para terminar apelaria que nas verdadeiras reflexões que a lenda da marca não obscurecesse a lenda dos fundadores verdadeiros artífices.
Escrito Por:
AYRES GUERRA AZANCOT DE MENEZES
Samora Machel(Luanda): Valeu a observação feita. Caro Cangue, é este sangue que a gente quer vêr correr nas nossas veias. A sua observação teve cabeça, tronco, e membros.
E, para aqueles que usam este espaço para comentarios infelizes...valeu a lição.
-O NOSSO DEVER È RESOLVER OS PROBLEMAS DO POVO-
Clarice(Huambo): O Traficante da Germany tem inveja do cerebro brilhante do autor deste artigo com cabeça, tronco e membros. Bem haja. Com cerebros destes ao dispor de Angola, ainda existe uma luz no fundo do tunel.
Iluminado(Samba cajú): Excelente trabalho de reflexão de Feliciano Cangue. Pena não haver espaço para mentes brilhantes no nosso pais. Agora temos `tolerancia 0´para as casa do povo(segundo o GPL), e temos a esperança de vida a `atingir o 0´, poque o povo e as autoridades são adversarios.
Que fazer: Vamos ser sinceros. Se o MPLA nomeasse pessoas sem ver de que província é, se é ou não puxa-saco, talvez tivessemos dirigentes mais humanos, que se sensibilizriam com o sofrimento do povo. O Trânsito está um caos. Um dos comentaristas que me antecedeu citou o caso do parto. Se houvesse muitos relatos iriamos descobrir outros absurod. Nem mesmo assim eles tomam medidas.
Anónimo: Excelente trabalho. Eu pessoalmente já fiz parte dessa estrutura. Há pessoas com boas idéias. O problemas é que as coisas são veladas. Não há como tomar deceisões que ofusquem a imagem do chefe. Se alguém fizer alguma coisa que chame atenção à imprensa, vai para Cabinda ou para alguma Embaixada. A solução é ir como a música. E as coisas vão se complicando a cada dia. O País deveria priveleigiar empreendedores, pessoas com iniciativas e não fiocar a espera só da batuta do regente que anda com o braço engessado ultimamente. Isso dói muito a mim a a muitos. Fica aqui a minha pergunta: isso tem solução?
Anónimo: Eu chego a me perguntar se valeria apenas consultar o povo. Esse povo sofrido não reage mais. Nem sei por que pensar em eleições. Será que o povo sabe votar, sabe eleger alguém que eles gostariam que lhe governasse? Estou muito cético. Eu, praticamente estou somente esperar que a morte me leve. Não tenho mais forças.
Picanha(Pretória): Sr. Feliciano Cangue, o Sr. está de parabéns gostei bantante da sua opinião, o Sr. foi brilhante, não só apontou ou comentou as falhas, como deu sugestões, exemplos ilucidativos, citando exemplos de outras personalidades.Sempre soube que em Angola há pessoas com carisma, formação académica e visão para o desenvolvimento dessa nossa Angola,é lamentável que os nossos governantes finjam que não sabem, nunca entendi e não entendo até hoje porque que o governo ignóra-os, não se junta a esses para fazer uma Angola melhor? Os governantes esqueceram-se de Neto, quanto mais das suas palavras, tais como "Tolerância 0", "O mais importante é resolver os problemas do Povo".Pobre Neto tão esquecido. É lamentável o trânsito em Luanda, além das doenças que possam causar a poluição, acredito que até problemas de ordem psicológica possa trazer, vejamos estava eu no engarrafamento e vi uma ocorrência triste "Um Sr. correndo com a esposa ao colo que estava em serviço de parto, a perder sangue, a criança não nascia, uma Sra. que estava no local, disse logo está Sra. precisa de um bloco operatório, porque a criança assim não vai nascer", e o trânsito nada, nem uma viatura se movia", pobre família, foi uma aflição se eu que apenas assisti involuntariamente aquele desagradável espetáculo fiquei mal desposta, com dores de cabeça, quando medi a tensão estava 16/13, imagina aquele marido com sua esposa ao colo as corridas, deixando a viatura que comprou com tanto sacrifício e que naquela altura de nada lha servia. Pensem Srs. governantes não nos matem, são vidas que esse engarrafamento está levar, percas de emprego, porque os patrões privados não querem saber, atrazou é falta e lá se vão no fim do mês uma parte do magro salário por descontos. Que fazer discutir com o trânsito,não dá, só mesmo puxar as orelhas dos governantes, se é que ainda sentem dores, porque dá impressão que são cegos, surdos e mudos.
Camundongo(Diáspora): Que construam estradas boas e auto-estradas e arrangem a conduta das cidades.
Angola tem muito dinheiro, e´preciso aproveitá-lo bem!
Anónimo: Não há nada que tenda a ser mais permanente do que as solucões provisórias... e em Angola esta é uma regra inviolavel! Todas as solucoões provisórias nunca têm concerto e ficam desta maneira permanentes! Este é o problema que estamos com eles!!!
MWANGOPINHO(TIO SAM): Gostei do teu artigo Sr. Cangue, e tal como a cota Inez disse os governantes nos tem como ignorantes. Mas vale sempre tentar, forca.
Inez Assis Africano(USA): Caro AMIGO Enginheiro Feliciano Ricardo Cangue! Seja Bendito o dia que o viu graduar!, Familia e gente valorosa, sábia, aplicada e de bem. Sauda o teu Mano, meu grande colega do Liceu e diaspora. Que opere muito e muito bem.
Voltando ao teu artigo, Meu filho: O Mal que se tem em Angola é, a gente nem sabe se os nossos RESPONSAVEIS DO MPLA leiem o que o povo diz. Pior de tudo, até parece que julgam que todos sao ignorantes e os únicos entendidos so sao as gentes do MPLA-ACTUAL, porque senao ouviriam o tanto que se diz. Talvez, até formassem um organismo de auscultaçao Nacional, onde a fina flor de Homens e Mulheres Pensantes do pais iria dando seus pareceres, politicos, cientificos, técnicos, administrativos e outros para o bem deste grande pais. A sabedora infalivel diz que,é "com muitos conselheiros que se ganha uma guerra." e que "o tolo nao ouve conselho," de ninguém, até dar com a cabeça na parede. O problema do engarrafamento de Luanda, tal como a grande maioria de outros problemas, nao sao assim tao dificeis de resolver, houvesse boa vontade para tal. Oiçam as ideias. Todos temos sugestoes válidas para se sair do BURACO DA CRISE ANGOLANA."
Anónimo: Estas a perder o seu tempo. Nos aqui como gestores publicos do Estado nao damos ouvido a conselhos ou criticas de quem quer que fosse. E' melhor para de escrever porque nos como governo nao estamos interessados. O mais certo para nos e' viver o dia de hoje, desviando oerario publico sem ser apanhado. Esta pratica e' seguida por todo individuo que hoje e' nomeado gestor publico do Estado. Que fazer este e' o modo de vida em Angola e nao ha' nada que vai mudar isto porque o nosso partido MPLA vai ficar por ca a governar Angola para sempre e o nosso candidato natural chama-se JES. Ponto.
voz do sul: sr feliciano cangue embora o seu artigo seje dotado de clareza e extremo ponto de vista concreto dentro dos parametros normais usados por paises avancados ( encontrados no seculo em que estamos ) . eu muito sinceramente acho que o que o sr cangue escreveu embora no minimo o que deviamos ter ., acho que o nosso governo no poder nao tem calibre para dar conta deste ou qualquer outro conforto para os abitantes de angola ! o governo actual esta mal em teoria e muito menos em pratica ..acabando todos usufruindo ( em vozes baixas) o nosso musseque que comeca de luanda .
manuel(manuel250@hotmail.com): estas a ir buscar muita coisa o problema de luanda e que nao existem estrada bem asfaltadas sao as mesmas que o colono deixou asfaltem todo luanda com escotos os sete municipios e veram