By Angola Acontece

Iluminação da cidade do kuito Apr 2009




Sonangol incompatibiliza-se com chineses e franceses Semanário Angolense (Sousa Neto)

Notas mais marcantes de uma colectiva com a imprensa, na sexta-feira, 23, o presidente do Conselho de Administração da Sonangol deu conta de inquietações do concessionário nacional de hidrocarbonetos em negócios com parceiros chineses e franceses, referindo-se a eles em termos pouco usuais, senão duros.

Manuel Vicente também pode ter sido notado pela franqueza com que fez o primeiro pronunciamento oficial público sobre a actuação das empresas privadas angolanas que no ano passado licitaram concessões num concurso público internacional promovido pela Sonangol.

O presidente do Conselho de Administração da Sonangol foi levado a revelar, depois de indagado pelo correspondente de imprensa Gustavo Costa, que não foram «bem-sucedidas» as negociações para a constituição da sociedade investidora do projecto Sonaref, para a instalação de uma refinaria moderna na cidade do Lobito.

Tido como um dos mais importantes projectos de investimento da companhia e até do sector petrolífero angolano, depois do Angola-LNG (para exploração de gás natural), o Projecto Sonaref chegou a um impasse irreversível em Janeiro deste ano, no quadro das negociações com potenciais parceiros chineses que se arrastavam desde Abril do ano passado.

«Tínhamos em preparação um acordo com parceiros chineses», recordou Manuel Vicente, acrescentando que depois de iniciadas em Abril, a negociações tinham decorrido até Janeiro, mas que não tinham sido «bem-sucedidas».

«Chegamos a uma proposta em que já não pudemos ceder», declarou o presidente do Conselho de Administração do Grupo Sonangol, revelando que o processo deparou-se com um impasse relativo aos produtos a obter da refinaria.

«Não podemos fazer uma refinaria só para fazer produtos para a China», disse Manuel Vicente para explicar a natureza do impasse.

O presidente do Conselho de Administração da Sonangol afirmou que o grupo haverá de prosseguir isoladamente esse projecto. «Vamos prosseguir com esse projecto sozinhos», disse, enumerando os factores que sustentam uma tal perspectiva.

«Hoje há dinheiro na praça», declarou numa referência ao sector bancário angolano, notando, nessa mesma acepção, estarem salvaguardadas as questões de índole tecnológica, porquanto, disse, «tecnologia compra-se».

Manuel Vicente revelou, por outro lado, que a Sonangol utilizou uma «posição de força» e «aproveitou» as circunstâncias para tomar as posições da petrolífera francesa Total na Refinaria de Luanda e em concessões do bloco 17. «Usamos a situação de finalização de contratos e aproveitamos para tomar uma posição de força» nas negociações para adquirir a participação da Total na Refinaria de Luanda, disse Manuel Vicente aos jornalistas.

Numa das suas posições negociais, a Sonangol condicionou a entrada da Total no bloco 17, à cedência de outras participações na indústria petrolífera angolana, uma complexa história que levou, até, a um apossamento temporário daquelas concessões pela Sonangol Pesquisa e Produção.

Na sua estrutura accionista, a Refinaria de Luanda, que pela falta de investimentos e consequente degradação dos seus equipamentos, produz apenas 30 por cento das necessidades de consumo do país, é detida em 68 por cento pela Total e em 30 por cento pelo Estado angolano, que não tem voto de qualidade, estando dois por cento destinados a accionistas privados.

O presidente do Conselho de Administração da Sonangol disse que a partir do segundo trimestre do ano em curso, a Refinaria de Luanda ficará definitivamente tomada pelo Estado Angolano, que está a ponderar a hipótese de admitir um outro parceiro estrangeiro para a gestão do empreendimento, desde que não seja a Total.

«Estamos a admitir a hipótese de (seleccionar) um outro parceiro estrangeiro, mas a Total sai definitivamente», declarou Manuel Vicente. Os custos das operações de aquisição da posição francesa na Refinaria de Luanda foram avaliados em estudos separadamente realizados pela Sonangol, Total e uma entidade independente, tendo os números resultado convergentes, algo que viabiliza o processo.

«Alguns compatriotas não avaliaram bem este risco», disse Manuel Vicente quando solicitado a avaliar o desempenho das empresas privadas angolanas que no ano passado obtiveram licenças para entrar na indústria petrolífera do nosso país. Naquele que foi o primeiro pronunciamento oficial público sobre esse assunto, Manuel Vicente afirmou que a Sonangol teve que colocar-se na contingência de fornecer ajuda a tais empresas.

De todas as formas, salientou, «este não é ainda o programa que nós concebemos para os angolanos» no sector petrolífero. «Queremos pô-los em sectores em que os riscos sejam mitigados».

Observadores instados a comentar as revelações de Manuel Vicente em relação ao recuo nas negociações com os chineses e face às pressões exercidas sobre a Total, disseram que tal é confirmação de um tipo de diplomacia para a qual as autoridades angolanas tendem nos últimos cinco anos, que é a «diplomacia do petróleo».

Com esse tipo de diplomacia o Governo angolano já deu mostras de poder usar de alguma truculência na solução de ingentes problemas da sua assumpção na cena internacional, tendo como exemplos mais flagrantes os desfechos conseguidos sobre o «Caso Falcone» ou «Angolagate» na Suíça e na França.

Com a presença de Manuel Vicente, o Conselho de Administração da Sonangol deu uma conferência de imprensa na sexta-feira, 23, consagrada ao 31º aniversário desse conglomerado angolano de empresas. Fernando Roberto e Mateus de Brito, dois administradores do grupo, participaram na conferência.


03 Mar 2007
Fonte:Semanário Angolense (Sousa Neto)    [Comentar]

Comunidade angolana on-line (By Angola Acontece)

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Comentários
Lott Alves de Brito    lottalves@yahoo.com.br
Acho que a Sonangol teria que ter um parceiro comercial da construir esta refinaria,o mais importante para o povo angolano e que procure treinar a mão de obra local e emprego.gostaria muito de ajudar este objetivo na disciplina de tubulação.Sou brasileiro e tenho conhecimento e experiencia suficiente para fazer treinamento e qualificação de mão de obra local para esta disciplina o mais rapido possível.Já fiz contatos com algumas pessoas de Angola para esta finalidade.Um grande abraço.

ANONIMO    
Este senhor Manuel Vicente, esta a colocar de parte os chineses da SINOPEC, na construcao da refinaria no Lobito, esquecendo-se que foram os chineses, que nos deram as maos, no emprestimo de 2 bilhoes de dolares, quando de facto todos os paises, tinham fechado as portas ao nosso Pais, no momento em que mais precisavamos, para reconstruir o nosso Pais. Este senhor esta a cuspir no prato onde come e, pretende entregar a construcao da refinaria aos americanos, porque pretende obter comissoes chorudas dos yanks americanos.

Yuri Lukene Rodrigues da Cunha    Londres
Posicao de forca sim.Sempre que o ponto Primeiro e desrespeitado.-Com a grande China,podemos renegociar ate porque foi unica a nao abandonar Angola no esforco de reconstrucao,como parceiro vigoroso,nao podemos deixar de exigir reciprocidade, porque as relacoes modernas,(e a China e moderna).Nao se deixa pra la, o ponto;reciprocidade

jacobino    
O que mais me espanta e o descuide nas afirmacoes dum PCA, que deveria perceber que ja existe um numero consideravel de Angolanos capaz de perceber e questionar materias de diversos forum's. Nao e aceitavel a afirmacao "Contruir refinaria para satisfazer apenas o mercado Chines", pois sendo os produtos de uma refinaria o principal foco, para se comecar um projecto. Quanto a refinaria, ela estando a mais de tres decadas com a "TOTAL" a cabeca, pergunto eu quantos auditorias foram feitas, porque razao medidas nao foram tomadas atempadamente...nao sera isso, pura e simples persiguicao aos Franceses dado ao affaire Falcone mal digerido a quem de direito?

máximus    lisbonne
Isso está difícil. Aqui os nossos dikotas estão a mostras quem manda lá em casa, obrigando os que pensam que Angola é uma república das bananas a honrar os seus compromissos. Noutras bandas a OMA sempre bandeirosa, insiste em tomar decisoes erradas. Agora quer fazer discriminações sexistas.

anonimo    luanda
esse burro q diz q o Manuel Vicente e um vaidoso seu burro, ignorante vai estuadar mais tensd uma cabeca muito vasia...atrasado

anonimo    luanda
esse burro q diz q o Manuel Vicente e um vaidoso seu burro, ignorante vai estuadar mais tensd uma cabeca muito vasia...atrasado

luanda    
e mais uma mentira.o caso de falcone ainda nao esta resolvido,da suica tambem nao porque a russia continua a exigir a sua divida que e muito dinheiro,os chineses vao querer o dominio total eles nota alguma fragilidade nos angolanos porque sao poucos instruidos so querem dinheiro,angola ainda vai passar mais miseria para o povo com estes bestas

Ninguem    RANGEL
Estam a ser agora muito fortes; isso é bom porque lhes dá maior capacidade. Força e continuem a fazer isso e empreguem mais Angolanos

Anónimo    
Forssa manelito! Mas vale tarde do q nunca.

Paulo Romao Major ( Unate steds of America)    lchimoco@msn.com
Muito bom , e bem feito, esta assao da Sonangol., Boas., meus Irmaõs-Angolanos esta na hora da gente Angolana provar ao Mundo que apesar de ANGOLA ESTAR SITUADA NO CONTINENTE- AFRICANO, onde o mundo e os Extrangeiros adoran, Cagar, e Minjar no Prato e na Cara do Africano com os Olhos abertos., Angola e um pais com Capacidades, de Oganizar, Possoir inteligencia., para a defesa, eo ben estar de tudo o povo ANGOLANO DE CABINDA AO CUNENE. FORSSA ANGOLA

GRANDE    
E uma pouca vergonha, e oportunismo financeiro, este cenario que estamos assistir deste senhor Manuel Vicente, em recursar nesta fase, que os chineses da SINOPEC, contruam a refinaria no Lobito. Mas durante todo este tempo, de negociacoes, os tecnicos e, Direccao Geral da Sonangol, nao tiveram a oportunidade de ver os pos e, contra, do referido contrato? Considero isto de ma-fe e, autentica sabotagem economica, isto que este senhor DG da Sonangol, e a sua equipa, esta a fazer aos populares angolanos. Para ele e, melhor o Pais e principalmente a cidade capital Luanda, estar privada de um melhor abastecimento de combustivel, nas poucas bombas existentes. E outra questao importante, deveriam contruir um maior numero de bombas de combustivel, em todo o territorio nacional. Para que esta pouca vergonha, que verificamos todos os dias, das infinidade de bichas de combustivel, podesse terminar de uma vez por todas.

Eu    Luanda
Onde é que eu já ouvi isto? A culpa agora é dos chineses... PAra variar esta elite nunca tem culpa de nada...

Anónimo    
A China não chegou onde está com boas práticas! Porque será que Africa é o maior fornecedor de petroleo da China e não o médio oriente? Com os arabes não se brinca, ao contrario do que se faz em Africa...

cota implemento    implementacoes@yahoo.com.br
Cota manelito,bem estas ai naquela cadeira.Mas diga ao teu boss para nao comparar ter recursos naturais e ser rico. Arabia saudita tem a maior fonte de energia actual, mas depende tecnologicamente e filosoficamente. Ja nao estamos em seculos passados onde até Camoes no meio de gente integra conseguiu enganar e grangear tao alta distinçao. Arabia saudita=f(potencias). Nao sejamos estupidos em pensar que estamos em condiçoes de entrar em posicao de força por causa do petroleo,mas sim de saber que diplomacia exerce-se e é um estilo de vida para gente sabia como o foram nossos antepassados. Nao queiram levar o povo a desgraça por pensarem que entendem muito de politica externa. Todos estudamos em Angola e nunca ouvi falar de universidade angolana de reconhecimento internacional.

uku seles    ukuseles@yahoo.es
este senhor nao sabe que a tecnologia e- mais cara do que os recursos? porque que os paises mais ricos em materia prima continuam na miseria? se continuarmos com esses gestores estaremos amanha endividados para o resto da vida. temos que criar quadros, escolas tecno/cientificas, engenheiros petro/quimicos, mas nao a quantidade de juristas e economistas que o MPLA criou nos ultimos anos. o MPLA parece/me o colono, apegou.se a riqueza de angola e nao quer sair dop poder, se de facto sao democratas naturalmente q nao terao medo de eleicoes e clarificar as contas publicas do petroleo. chulos, colonos

uku seles    ukuseles@yahoo.es
bugia ... angola nao tem capacidade de negociAcao com os chinese ... Porque estamos endividados, esta conferencia dada por esse chulo e- apenas apenas uma estartegia politica para as proximas eleicoes. acordem please

anonimo    
Opá os "chinocas" começam a mostrar o seu lado verdadeiro " Construir uma refinaria para enviar os produtos para a china". Muito cuidado com é gente. Porque é que o governo não forma técnicos para controlar a refinaria? Então esses países "amigos" querem mandar nas infraesturas de Angola!!!!!

NantesTecnology    cleman82@hotmail
O que a sonangola deveria fazer e mandar construir um Instituto superior de Petroleos temos por ca poucos tecnicos com nivel superior, e agora pensam em construir uma nova refinaria o pessoal para trabalhar seram estrangeiros?, porque que projectos deste genero não sao acompanhados com a formação do homem, a que preparar pessoal angolano com um nivel superior para fazer frente a este projecto, não vamos deixar os estrangeiros tomar conta deste projecto e os angolanos remetidos no segundo plano.

Anónimo    
Explique bem o que quer dizer: «não podemos fazer uma refinaria só para fazer produtos para a China». Os produtos refinados derivados do petróleo são, creio, na sua maior percentagem gasolina e fuel óleo e isso é assim em todo o mundo e afinal quais são os produtos e a quantidade que não seriam feitos e refinados? Quanto custaria a refinaria? Depois o gestor diz que «tecnologia compra-se». Sim o melhor seria trabalhar no país e fazê-la e muito temo que isso seja conversa de rico que nunca trabalhou Já agora senhor gestor. Quanto é que a Sonangol recebe do lucro da exploração dos poços de petróleo e quanto é que as concessionárias recebem? *ode fazer uma comparação desse valor a nível internacional. Pr ex. como é que isso funciona no mar do norte onde a Inglaterra e a Noruega exploram petróleo? Outra questão? O valor obtido pelas concessionárias estrangeiras entra nos bancos em Angola ou sai directamente do país? Depois quanto é que a empresa gasta na sua exploração?

Dino Fernandes    dino.fernandes@sympatico.ca
Eu penso que os chineses nao sao os parceiros economicos aconselhaveis para Angola.Se os Angolanos lhes dao a mao eles querem o braco inteiro.No Canada passou-se a mesma coisa.Simplesmente o Governo Cana- diano disse-lhes que quem manda no Canada sao os Canadianos e os chineses tem de obedecer as leis canadianas e do mercado. Como os chineses se estao a tornar na mior potencia economica do mundo,ja comecam a querer subjugar os parceiros e as economias dos outros paises.Considerando que a economia de Africa e neste caso a de Angola,tem muitos pontos fracos,os chineses vao tentar aproveitar essas fraquezas para impor os seus interesses. Seguidamente,depois do saque economico,vem a colonizacao pacifica.Sao cerca de 3 bolioes de chineses que andam a procura de espaco. Dino fernandes

Anónimo    Offshore angolano
Esta na hora de a Sonangol comecar a tomar certas posicoes de forca, nao so para esses casos com os chinos, mas com qualquer que seja Empreza estrangeira com presenca em Angola. Noto que a Sonangol e o Minist. dos Petroleos nao tem tido o controlo da situacao no que toca ao processo referido "angolanizacao do Negocio do petroleo em Angola". Para mim este processo e um fiasco. Ate hoje a Sonangol nao mostrou nada aos angolanos de como vai o processo. Gostaria de convidar os gestores da Sonangol para visitarem os numeros em termos de implementacao deste processo. Se nao me engano, segunda feira seria oportuno os intervenientes a conferencia debrucarem-se a esse ponto.Uma proposta que trago para a Sonangol e no minimo exiger-se dos expatriados o conhecimento de nivel basico do portugues, como se faz no Brasil. Se calhar minimizaria a descriminacao dos angolanos a concorrencia de posicoes chaves que sao preteridos a favor de expatriados com melhor desmpenho de comunicacao.

Jose Kinkela    kinkelapuniv@yahoo.com
Gestao e' basicamente planeamento, organizacao, lideranca e control...o objectivo primordial de um gestor de entidades privadas e' a maximizacao do retorno ao investimento dos acionistas...o objectivo primordial de um gestor de entidades publicas (como a Sonangol) e a maximizacao do retorno do erario publico--tarefa dificil...espero que o CA da Sonangol saiba jogar estrategicamente com o ocidente e o oriente para nao perder parcerias estrategicas...enquanto maximiza o retorno do erario publico Angolano. Desejo-vos sucesso. Paz, amor e felicidade a raca humana

A.N.G.O.L.A.    Coimbra
Não entendemos por que razões se constroi refinaria em Lobito, quando a maior exploração petrolífera se regista em Cabinda. Será que não se considerai Cabinda como parte integrante de Angola e apenas está à saque? A escola de petróleos está no Kwanza Sul! Não dais bolsas de estudo da Sonangol aos cabindas, e quereis paz em nessa região!? Constroieis noutras localidades de Angola mas em Cabinda fazeis obras fictícias...Quanto ao litígio com os chineses e franceses tenhais muita precaução porque os chineses socorreram-vos quando mais ninguém queria saber de vós. Portanto não sejais ingratos como foram para com o povo angolano que deu vida dos seus filhos para estareis no poder e agora infernizais o seu coutidiano; e os franceses são da Europa e da NATO. Eles nunca entram em divergência entre si e, o vosso dinheiro encontra-se na Europa e na América. A vossa incompatibilidade não é pelo zelo do povo angolano mas é sim pela ambição desmedida do vosso desejo de enriquecer cada vez mais. Estais a fazer-vos inimigos dos poderosos que forjam guerras nos quatro cantos do mundo, maltratais o vosso próprio povo; quem vos defenderá quando eles não sofrerem mais o rugido da vossa prepotência?

Don    por aí
A Sonangol, devia "olhar"-observar muitas companhias internacionais...a sua estructura...a sua cultura corporativa...a sua cobertura...abrangencia...podia fazer essa análisis interna...assím ía dar conta, do muito que ainda tem que fazer...problemas básicos, primários...nao é aceitável,com rigor, que um país como Angola tenha problemas de abastecimento de combustíveis...de emulsöes,etc,etc...quando esses senhores, compram carros de + de 250 mil usd!

ANONIMO    
Este senhor Manuel Vicente e, um vaidoso, prepotente e profano, por saber que tem as costas quentes e bem protegidas. Mas e um fraco gestor, na area petrolifera. Cuidado porque os grandes castelos, podem ruir ou, tambem cair, que diga o ex-Presidente do Zaire Mobutu.