By Angola Acontece

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Oitenta por cento da nova riqueza angolana vem do petróleo Lusa

A indústria petrolífera gera hoje perto de 80 por cento da riqueza produzida pela economia angolana, graças ao aumento da produção e preços de crude, mas passar da dependência à diversificação económica está a mostrar-se tarefa difícil.

O responsável do Banco Mundial no país, Alberto Chueca, previa recentemente que o Produto Interno Bruto (PIB) angolano chegue em 2010 a 100 mil milhões de dólares (64,4 mil milhões de euros), mais do dobro dos 44 mil milhões de dólares (28,3 mil milhões de euros) registados em 2006 - o número e a dimensão dos novos campos petrolíferos é significativa, e para já os analistas não perspectivam qualquer abrandamento do preço do crude nos mercados internacionais.

Sinal de que a economia angolana se encontra "no bom caminho", afirmava Chueca, é a estabilidade dos principais indicadores macroeconómicos, que tem possibilitado o crescimento do investimento público e privado.

Sobretudo graças à exportação de crude - acima de 1,9 milhões de barris diários, actualmente ao nível do maior produtor da África Ocidental, a Nigéria - a economia angolana cresceu em média 15 por cento nos últimos três anos.

Se a economia angolana é sinónimo de petróleo, esta indústria é sinónimo da concessionária estatal - a Sociedade Nacional de Combustíveis de Angola (Sonangol), a mais rica, mas também geralmente considerada a mais opaca das empresas angolanas.

Sem adiantar outros pormenores, Manuel Vicente, presidente da petrolífera angolana, afirmava recentemente durante a comemoração do aniversário da empresa que o volume de negócios deverá ter rondado os 17 mil milhões de dólares (11 mil milhões de euros) em 2007, e que este ano os lucros deverão ascender a 1,3 mil milhões de dólares (842,7 milhões de euros).

É esta riqueza sem precedentes que tem vindo a ser consistentemente investida no capital de empresas portuguesas - primeiro a Galp, depois o Millennium Bcp - permitindo criar posições relevantes que suscitam preocupação entre alguns analistas e economistas.

Em declarações à Lusa, um economista e ex-ministro português que pediu anonimato, salientava recentemente que, com as participações na Galp ou Millennium, Angola passa a ter "capacidade de pressão" sobre as empresas e a economia portuguesa.

Se "de repente, por razões políticas, Angola ameaçasse vender a sua participação" em empresas como a Galp ou o Millennium, tal poderia causar grande perturbação nos mercados de capitais, exemplifica o mesmo economista.

Já Alberto Chueca afirmava que "faria perfeito sentido que por detrás da decisão da Sonangol investir em empresas portugueses pudesse estar uma intenção estratégica de influenciar o tipo de decisões administrativas destas empresas em Angola", mas manifestava "dúvidas de que a Sonangol tenha qualquer intenção e ou alavancagem para desempenhar um papel" de "influenciar a política doméstica em Lisboa".

Algumas semanas mais tarde, como que a acrescentar às "dúvidas", Manuel Vicente, presidente da petrolífera angolana, em entrevista à Lusa em Luanda, afirmava que a Sonangol deu por finda a batalha com a Galp pelo controlo da cabo-verdiana Enacol, porque agora "é patrão" na petrolífera portuguesa.

"A Galp hoje tem de obedecer às nossas instruções em Cabo Verde. Não há batalha nenhuma. Nós somos os patrões, vamos ditar as regras do jogo. Ponto final", afirmava Manuel Vicente.

Se o petróleo tem gerado riqueza, empregos, estabilidade económica e afirmação externa nos planos económico e diplomático, tem também concentrado recursos angolanos - principalmente o capital humano - de uma forma que economistas consideram estar a prejudicar o crescimento de outras actividades económicas.

Nelson Pestana da Universidade Católica de Angola, defende mesmo que a indústria petrolífera está a "abafar" o desenvolvimento de outras actividades económicas de grande potencial no país, como a indústria de bens de consumo ou a agricultura.

"O crescimento do sector petrolífero não está a ser aproveitado para desenvolver outros sectores, mas, pelo contrário, está a abafá-los", num contexto em que o país se vai consolidando como "economia de rendimento" das receitas de venda de crude e gás, afirmou recentemente em Lisboa o economista, numa conferência do Centro de Estudos Africanos do Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa (ISCTE).

Para além do petróleo, a concentração da economia angolana não está concentrada apenas no petróleo, mas também em Luanda, onde se estima que se concentra perto de três quartos da actividade económica angolana - o sector primário representa uma pequena parte do PIB, estimando-se que esteja cultivada apenas quatro por cento da superfície agrícola do país, considerada de elevado potencial.

No último relatório sobre Angola, divulgado em finais de 2007, o Fundo Monetário Internacional elegia como "principais desafios macroeconómicos" o "desenvolvimento da economia não petrolífera e não extractiva", além de "melhorar a competitividade económica" e ainda "gerir a riqueza petrolífera antes que a produção de petróleo decline para assegurar a sustentabilidade fiscal e de dívida a longo prazo".

Um estudo da Espírito Santo Research (ESR) indicava no início do mês que, ao ritmo de extracção actual, as reservas petrolíferas angolanas deverão durar 17,6 anos, um nível baixo (nove mil milhões de barris, 7,5 por cento do total em África) tendo em conta o registado noutros países do continente e no Médio Oriente.

Considerando o potencial existente e o envolvimento do capital de grandes petrolíferas, os analistas da ESR previam, contudo, que este número aumente de forma consistente nos próximos anos.


07 May 2008
Fonte:Lusa    [Comentar]

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Comentários
jeronimo da costa kiala    jeronimokialakiala@yahoo.com.br
eu gosto muito de le o nosso jornal de angola

anonimo    paraiso
Os angolanos gostam actividades que geram lucros imediatos como licença de exploraçao de diamantes na lunda , extracçao do petroleo , construir armazens para vender produtos acabados e nao pensam na edificaçao de uma fabrica para empregar os filhos da terra com tantas na zona industrial de cazenga , viana , mulemba , etc hoje abandonadas ou viradas armazens .Eles devem ter uma outra visao e mudar para industria e agropecuaria como vimos nos outros pais que tem donos dos cereais , algodao e outros . Com este pensamento , o pais nao avança .

Anónimo    
Vem do petróleo e vai para o bolso dos ...

Anónimo    
nao deste na escola o que sao corpos opacos, translucidos e transparentes. Opacos tu nao ves nada do outro lado (neste caso a Sonangol), translucidos vez fusco (neste caso tu) e transparentes vez tudo (eu a esxplicar-te tudo isso que ja devias saber antes)

Amando Artur    
Alguem pode explicar o que significa (opaca), se for uma palavra dificil que precisa de interpatcao, porq nao interpretaram pra todos? Isto é que faz com que o povo angola fica sem entender o que estes policos ficam a falr, Puxa ate eu que estou na fau nao sei se opaca significa o que, como é possivel usar palavras dificeis pra explicr algo. Se for assim nao explica.

revolution08    
Isso é que fez chamar os nossos governantes de criminosos. Tanta riqueza, tanto petróleo mas o povo sempre na miséria. Em Luanda so se ve zungueiras e zungueiros a sofrerem e um elite a passar por elas(es) em altos carros de luxo no lixo... ANGOLA BIZ BASTA EM SETEMBRO

revolution08    
Isso é que fez chamar os nossos governantes de criminosos. Tanta riqueza, tanto petróleo mas o povo sempre na miséria. Em Luanda so se ve zungeiras e zungueiros a sofrerem e um elite a passar por elas(es) em altos carros de luxo no lixo... ANGOLA BIZ BASTA EM SETEMBRO

alemao    Alemão
O Governo tem de pensar em tudo isso.É importante considerar todos estes pormenores, não podemos ficar a fazer teatro sobre a eliminação da pobreza, isso passa por uma vontade séria dos governantes. Temos que pensar a partir do próximmo ano, a revitalização do sector industrial em todo o país, acho que mesmmo se for necessário pedir mais dinheiro do exterior, isso vai fazer muito bem, mesmo se for necessário chamar os camponeses que foram expulso pelo Mugabe acho que vai ser muito melhor. Angola não pode de maneira alguma viver só 17,6 anos, angola precisa de deixar as gerações futuras também confortaveis. Vamos tomar estas analises como uma aula e não como uma afronte.

crf 450 x    cbr1000rr
HORROR DO VAZIO Sei que pode parecer repetitivo, mas afligem-me as megalomanias se apossando de algumas cabeças que assumem responsabilidades em relação a Luanda. Uns tantos acham que merecemos ter uma capital no estilo Singapura ou Hong Kong, com torres de quarenta andares (no mínimo) ao longo do mar. Não é forçosamente para amealhar umas comissões, como imediatamente pensam os nossos cérebros borrados de preconceitos, embora uns tantos aproveitem. Nada de novo, afinal: o mundo está cheio de processos por causa do imobiliário e o cinema e a literatura até já esgotaram o tema. O que me preocupa é muita gente estar sinceramente convencida que isso é que é bonito e assim é que será viver bem. Têm horror ao vazio que nas suas cabeças significa uma praça, um jardim, um parque, um desperdício de espaço que ficaria melhor com uma torre no meio (antes dizia-se arranha-céus, mas reconheço o exagero americano ao inventar o termo, porque os céus não têm costas, são da natureza dos anjos, e ninguém imaginaria um edifício a arranhar as costas de um anjo). Torre é melhor, lembra logo aquelas construções onde se enfiavam os prisioneiros para morrerem lentamente, como a célebre Torre de Londres, ou onde se aninhava o povo da Europa medieval para se defender de ataques. Torre sim, pois os seus utentes/prisioneiros vivem no medo de sair à rua, de viver a cidade, enclausurados e protegidos da miséria que espalham à volta de si. Queixamo-nos do trânsito na baixa da cidade (não só na baixa, sejamos justos) e nem sempre escapamos de lá cair, porque ali está concentrado mais de metade do capital financeiro e dos serviços do país. E querem fazer mais torres, para atrair mais gente e mais carros? Que as torres vão ter parques de estacionamento, dizem os defensores das ideias futuristas. O problema é entrar ou sair dos parques, porque as ruas estão atulhadas de carros. Claro que há uma solução do mesmo estilo: fazer as ruas da baixa com andares, género auto-estrada em fatias sobrepostas, ou até com viadutos por cima dos prédios, a arranharem as nuvens. Isso seria um arranhanço útil. E já agora peço, façam um túnel por baixo da baía ou uma ponte a ligar o bairro Miramar à Ilha, assim chegamos à praia em cinco minutos, como era há vinte anos atrás. Como de todos os modos a ideia geral é dar cabo da baía e da Ilha, também tanto faz, mais ponte menos ponte… Suponho também que já deve haver negociações para se tirar a Igreja da Nazaré do sítio onde está, a ocupar indevidamente um espaço nobre para mais uma torre. Uma pequena concessão não fica mal, mantém-se a igreja na cave do edifício. A História que se lixe, não foi a lição da destruição do palácio de D. Ana Joaquina? Então continuemos. Neste afã de ocupar todos os espaços, proponho também acabar com o prédio dos correios, bem feio e sem valor arquitectónico por sinal, e já agora com a praceta à sua frente, outro desperdício de espaço. E aquele compacto e azul edifício que serve a polícia? Um quarteirão inutilizado! A polícia pode ocupar um andar da nova torre. Com menos agentes, claro, para se fazer encolher o Estado, assim mandam os compêndios do liberalismo económico, nossa nova Bíblia. Problema que estamos com ele é que todas essas novas construções vão ter sérias infiltrações de água salgada, pois ali antes era mar. E o mar gosta de recuperar o que lhe roubaram, ainda mais agora com a previsão da subida dos oceanos, como em todas as conferências se apregoa. Vai ser lindo, com as fundações das torres a serem corroídas pelo salitre e os prédios a desabarem. Felizmente para eles, já não estarão cá os responsáveis nem os seus filhos. E os netos dos outros que se lixem. Pepetela

marinda    luanda
oitenta por cento. o q é feito este dinheiro? Escolas em condições n há, o Hospital central e um a vergonha pela sua dimessão tanto terreno lá para aqla caixa de fosforo, então? estradas em condições n temos ainda por cima somos obrigados a pagar a taxas de circulação, taxa ou imposto de circulação,a Africa do sul so tem ouro mineral este suficiente para manter a economia estavel com o modo de vida aceitavel, tanto mineral em angola so o petroleo rende tudo isto q diriamos dos outros minerais. É de lamentar tanto dinheiro para tanta miséria q pena isto é Angola nosso Pais nossa terra solução continuar a lutar para sobrevivermos.

BC    
Essa noticia vem de forma clara...mostrar a falta de transparencia ha na gestao das Riquezas do Pais...80% vem do petroleo..vejam so!!!!! agora eu pergunto: E os bilhoes de Dolares arrecadados pelas ALFANDEGAS, pela ENDIAMA, Pelo IMPOSTOS(IRT, INSS OUTROS), Pela INDUSTRIA MARITIMA? tudo isso so constitui 20%? se assim for aonde vai esses 20% se so vivemos do PETROLEO?...O senhor AGUINALDO JAIME ainda vem a publico dizer que as afirmacoes de "Bob Geldof" sao infundadas?...Facam o que quiserem...nao tememos a nada porque a nossa proteccao 'e DIVINA!!! Mas o vosso julgamento sera em SETEMBRO!!!!

Conselheiro    
CAROS COMPATRIOTAS, O MPLA ESTÁ CIENTE DOS SEUS ERROS DE GOVERNAÇÃO E SABE QUE PODE PERDER AS ELEIÇÕES,POR ISSO ESTUTAMENTE PREPARA UMA FRAUDE. A OPOSIÇÃO DEVE TOMA PRECAUÇÕES.

Kifunta    Kinzau
Alguem disse por ai que Soba e um zero a direita.... ha gente de todo o tipo nestes comentadores

Economista    Alerta
Angola atingiu a prosperidade económica. Temos muito dinheiro. É urgente a Assembleia Nacional exigir o Governo apresentar o mapa de gastos desse dinheiro aos angolanos. Comprar carros e motos para os sobas é gestão danosa, Os licenciados em Angola estão andar a pé, os oficiais superiores estão andar a pé, os professores e enfermeiros estão andar a pé. A distribuição da renda nacional está errada, corrija-se urgentemente, para evitar convulsões sociais. Na sociedade angolana o contestatário é o intelectual e o soba não influencia votar em A ou B, porque não conhece as cores, pois não aprendeu a ler nem a escrever, não esclarece nem ilucida, conclusão o soba é zero à esquerda para conquistar os votos.

Helder Vicente    Luanda-Angola nha terra
As declarações do Nelson Pestana são muito boas, claro que os olhos etão virados só no petrolêo, não estamos aproveitar estes lucros para desenvolver a agricultura que por sinal é um dos recursos mais importantes,agora esta noticia vem contrariar de que maneira as pronunciações do senhor Ministro dos petroleos Desiderio Costa,quando ele dizia ou disse que Angola não esta a lucrar nada com a alta do petroleo,sendo a sonangol a empresa do estado , e o seu presidente a dizer totalmente o contrario do senhor ministro,algo esta mal ai!!!

Sergio    Luanda
Bom como podemos ver se com os niveis de producao que temos hoje nao vemos nada imagina so quando chegar-mos aos 80% ai e' que eles vao roubar ainda mais...

Anonimo do MPLA    
ANGOLA um Pais a Fundar-se para o Pior.

Paulo    irlanda
povo de angola nao vamos entregar as armas para atacar o mpla e seus familiares vamos dar um golp de estado vamos fazer uma chacina nos ladroes.

Paulo    irlanda
a batata do mpla esta a assar em setembro vao cair

Paulo    irlanda
o mpla ja nao engana ninguem

Paulo    irlanda
Mais dinhero para os criminosos ladroes.governo de corruptos

Presidente d Luanda    
Senhores governantes venho por este meio pedir-vos a vossa atencao no que concerne o petroleo.E um recurso nao-renovavel entretanto preocupemo-nos mais com a formacao de quadros neste sector de maneira com que esses estrangeiros que oucupem certos cargos e a ganharem muito dinheiro sejam imediatamente repatriados.So nao basta roubarmos mas tambem temos que trabalhar.

Presidente d Luanda    
Senhores governantes venho por este meio pedir-vos a vossa atencao no que concerne o petroleo.E um recurso nao-renovavel entretanto preocupemo-nos mais com a formacao de quadros neste sector de maneira com que esses estrangeiros que oucupem certos cargos e a ganharem muito dinheiro sejam imediatamente repatriados.So nao basta roubarmos mas tambem temos que trabalhar.

MAKO- movimento para auto-determinacao do Kongo.    
Na Bolivia, os autochtones fizeram referendum, nas terras ricas para que os naturais possam controlar e comandar e ter autonomia das suas regioes. Na italia humberto bossi, luta pela autonomia do norte e acabar com o sistema de alimentar o sul através das suas riquesas e impostos industriais. Agora só falta chegarmos nas terras do KONGO DIA NTOTILA onde o petroleo é sabotado diáriamente para alimentar e financiar os creolos e outras tribos angolanos, enquanto os Bakongos donos da riqueza, estao numa extrema pobresa e por cima discriminados de serem estrangeiros. Será a nossa vez. Apaguem como é de hábito, mas a verdade sempre vai triunfar un dia.

dolbeth    Barreiro
e o que é feito das outras riquezas

Dubliner..    Nao ando de HIACES..... SORRY
SORRY I MEANT HIACES NO HAICES....PEACE

Dubliner    Nao ando de haice.......... Europeu Angolano
Meus irmaos, sao voces que deveriam se preocupar porque eu acordo com frio e nao com poeira, nao me faltam ruas para passear, nao me falta pao, nao me falta paz e infelizmente voces sao obrigados a caminhar da Viana ate Mutamba andando, onde esta o vosso orgulho meus irmaos? Somos traidores? Eu sou imigrante, ou seja sou Angolano europeu full stop. Amanha irei acordar no meio do frio e nao vou a cama pensando no transporte mas sim da minha terra Angola nas maos de infelizes e criolos.......... usam cabeca e usam pernas para caminhar kms. Is time to wake up bros and know your right as human being and as Angolan. Paz para voces e olham as ruas e falta de agua para saber que o MPLA so esta ai para poucos........... I do care about this land e nao sou da Unita nem do MPLA, sou Angolano de verdade nascido no norte.

Anónimo    
UNITA prepara-te porque o MPLA vai fazer o povo odiarvos nas eleicoes.

DUBLINER    DUBLIN....DINHEIRO PARA CRIOLOS MESMO
Este 80% vai beneficiar os CRIOLOS e os criminosos dos ladroe do governo. Apos o poder, vira a justica e muitos no MPLA estao preocupados e o deus nao fala, mas castiga cuidado meus senhores. Onde vai o dinheiro do petroleo? Cabinda nao tem nada e é ai onde sai o petroleo mas nas contas dos criolos sobra milhoes e com casas de 45.000.000 nas ilhas. Tudo que comeca.....termina peace