By Angola Acontece

A Cadeia-Modelo do Bengo Feb 2010




Angola acolhe mais de 12 mil refugiados JA

Pelo menos doze mil e 710 refugiados de distintas nacionalidades estão registados em Angola, revelou ontem à Angop o representante do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (ACNUR), Bohdan Nahajlo.

De acordo com o funcionário da ONU, do número referido, 11 mil e 900 são provenientes da República Democrática do Congo (RDC) e vivem em Angola há mais de 30 anos. Os restantes são oriundos do Rwanda, Burundi, Côte D’Ivoire, Somália, Eritreia, Tchad e Iraque.

Revelou que o ACNUR está a trabalhar com o Governo de Angola na uniformização dos critérios conducentes à concessão de residência fixa à cerca de 13 mil refugiados congoleses, da região do Katanga. Bohdan Nahajlo disse, por outro lado, que, para além dos refugiados formalmente reconhecidos, o país registou igualmente três mil e 200 pessoas, de 24 nacionalidades, requerentes de asilo.

A título elucidativo, esclareceu que, no fim de 2008 e princípios deste ano, 578 refugiados, dos quais 88 sudaneses, 250 serra-leoneses e 240 eritreus solicitaram asilo às autoridades angolanas.

O responsável da ACNUR referiu que mais de 100 mil angolanos ainda estão no estrangeiro, na condição de refugiados, enquanto 500 mil outros regressaram ao país. De igual modo, sete dos 20 mil refugiados angolanos instalados na Zâmbia manifestaram o desejo de regressar a Angola. Em jeito de reconhecimento, Bohdan Nahajlo congratulou-se com as autoridades angolanas pela forma como têm sido criados os mecanismos de recepção e tratamento das questões atinentes aos requerentes de asilo, em conformidade com o Tratado sobre os Refugiados, do qual Angola é signatária.

O responsável humanitária revelou que a situação dos refugiados em Angola melhorou substancialmente com o fim do conflito armado, pois a guerra foi um dos principais factores que estimularam a mobilidade das pessoas.

Advogou que a situação dos refugiados não pode ser considerada de embaraçosa, pois trata-se de um sintoma mundial que todos os países estão sujeitos a viver. O responsável da ACNUR deplora a situação humanitária em Darfur, região Oeste do Sudão, assolada por uma guerra civil e considera muito séria e difícil a situação dos refugiados, apesar de terminarem alguns conflitos, principalmente na África do Oeste.

A ACNUR, organismo especializado do sistema das Nações unidas, tem por missão regular a situação dos refugiados no mundo, actuando dentro dos princípios humanitários estabelecidos pela Convenção de Genebra e dos seus Protocolos Adicionais.


13 Jun 2009
Fonte:JA    [Comentar]

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Comentários
Pedagogo    
Dos refugiados políticos, que continuam é certo, nos tempos actuais e mercê da globalização e dos meios de comunicação, sobretudo jornais e televisão, assiste-se a uma massificação dos refugiados económicos, tendo como causa principal a fuga à fome e à miséria, principalmente os originários dos países menos desenvolvidos.É um drama humano que se passa neste planeta chamado TERRA. Essa aventura humana, constitue para muitos, por vezes maior sofrimento e até a perda de vida.Os Governos estão atentos a este fenómeno e por uma questão humanitária, são de uma forma geral tolerantes com aqueles que chegam ao seu país. O problema, é que por vezes esses canditados/refugiados, trazem consigo modos de vida que se perpetuam nos países de acolhimento, ou porque não se adaptam a novas culturas, ou porque não respeitam as leis, ou porque entram em colisão com os cidadãos do país de acolhimento, assumindo alguma marginalidade e desencanto e, depois vem a revolta, a violência, as reivindacações desmedidas e desajustadas com o seu estatuto, criando problemas de vária ordem e o sonho acaba para muitos com a prisão e a expulsão. Para evitar estes males, deverão as autoridades estar atentas a este fenómenos e tomar logo de início, medidas preventivas.

A. Henriques    Portimão
Apesar de tudo ainda há mais angolanos emigrados do que emigrantes estrangeiros em Angola. Para solucionar esta situação há que ter uma política definida para o efeito. Por exemplo: criar um órgão controlador de toda a emigração que promova a recepção dos pedidos de entrada e recenseamento dos já existentes; os que pretendem entrar ou regressar deverão ser colocados em regiões onde possam exercer actividade de acordo com o seu potencial de trabalho; o Estado apoiará as suas iniciativas de produção e não dará esmolas; o emigrante ou refugiado compromete-se a não negar trabalho sob pena de expulsão; qualquer cidadão estrangeiro envolvido em práticas ilícitas graves deverá ser imediatamente expulso, etc..etc...

Escrever bom portugues é dificil??    Colonia@colonia.de
Vivo fora de angola, na diaspora. Mas sei que quando se trata de numeros ou escrevesse as letras ou nr. mas nao as duas coisas 12.700 ou dozemilesetecentos!!

NO GOOOLE IMAGEM    LEMBROME DESTE GRAO DE BLEZA NA TESTA COMO ESTA
Dinis de Abreu com Fátima e Fernando Lima

Anónimo    
os refugiados têm que ser ajudadas, porque ninguém gostava de estar no lugar delas...mas muita atenção às autoridades angolanas porque vai surgir uma onda de emigração...é uma questão de tempo...porque falam no rapido desenvolvimento...por um lado seria bom mas por outro é mau...seria bom porque doria melhor o comercio haveria competitividade em busca dos trabalhos...mas por outro lado, é mau porque só veem os de baixa formação o que não tras valor acrescentado,é mais uma despesa....enfim decidem voçês, pensadores do vosso destino...

José Teixeira    Recife - PE / Brasil
Muito bém| Por uma questão humanitária, é nosso dever e nossa obrigação conceder refúgio político a todos quantos demandem ao nossa país com tal propósito, desde que oriundos de zonas de conflito. Afinal, devemos a nossa independencia e soberania a solidariedade de outros países. Além de que, nós angolanos, só seremos verdadeiramente livres se, outros para além de nós, também o poderem ser, sobretudo os povos irmãos dos países vizinhos.Porém,cumpre ao governo(eleito para acautelar nossos interesses)1. Fazer um levantamento prévio das capacidades profissionais desses refugiados| 2. Providenciar colocação sempre que possível para os capacitados, quanto aos restantes, coloca-los nas fazendas de café, algodão, girasol,etc,(pessoa produtiva, não pensa besteira) enfim, mante-los o mais distante possível dos grandes centros urbanos| 3. Dar-se-lhes a conhecer os seus direitos e deveres, de uma forma clara, para que saibam, que quém abandonar o seu município de trabalho e residencia será repatriado. Podem crer, meus amigos, que assim nenhum deles pensara em inventar moda. E aí,a vida transcorrerá com a tranquila parcimónia e pacatez convenientes aos apreensivos.

comedia    
Um homem pega o telefone e liga desesperado: — Socorro, a minha sogra quer se suicidar... Ela quer se atirar da janela! O homem do outro lado diz: — Tá, mas o senhor errou o número... Aqui é da carpintaria! — Eu sei! Eu sei! É que a janela não quer abrir!

njotino    altrove
Sim, estou muito de acordo com quem diga que devemos ser acolhedores; aliàs jà o somos, porque esses mais de 12 mil nao estao parados às portas da fronteira, nao estao à espera de entrada em Angola, jà entraram e jà vivem... Simplesmente a ONU nao tem liçoes de acolhimento a dar a Angola, este é um dos valores da nossa cultura. Mas as instituiçoes do Estado ( do Estado e nao as ONGs) devem estar atentas a todos aqueles que passam por refugiados, mas sao simplesmente aventureiros à procura de negocios faceis e ilicitos; é preciso distinguir bem quem està a pedir asilo politico ou refùgio e quem està a servir-se dessa desculpa para a todo o custo entrar no Paìs alheio com fins de: trafico de drogas, lavagem de dinheiro ( para desestabilizar a nossa jà dificil situaçao economica), penetraçao de seitas confusas, etc. Os Congoleses que vivem em Angola hà mais de 30 anos ainda sao considerados refugiados?...

Irmao Gordo    
Os angolanos dormem com fome e querem mais acolher pessoas com as mesmas situacoes precárias de vida?Aconselho as pessoas irem na europa fazer asílo,porque é onde reina a democracia e direitos do humem senao em Angola,uma desgracas para voces que pensam que este país é paraiso.Disse pela paz,amor e fraternidade para com todos povos do mundo,o grande pensador internacional e conselheiro mundial dos direitos humanos.

catato    
Somos Africanos e somos solidários com os nossos irmãos. Mas neste caso de guerras o Ocidente é que criou esta situação toda. Senhor Comissário das Nações Unidas para os refugiados, abram as portas da Europa/Ocidente e deixem os Africanos entrarem, fruto da Vossa Política de negócios com Homens de sangue, que inventam guerras, epidemias e miséria onde querem e quando lhes apetece!Isto tem de acabar pelo bem de todos.

anonimo    
eu odeio o zaírense,o próprio mesmo do zaire,que venham fazer desordens na nossa terra...

refugiados!!!!!!    os 2 artistas.....
Os dois homens, um brasileiro e o outro angolano, entraram no café para roubar mas um dos vizinhos do estabelecimento apercebeu-se da chegada dos ladrões – já depois de o estabelecimento ter encerrado – e chamou a PSP das Pedreiras, Oeiras. A dupla foi apanhada em flagrante, pelas 22h30 de quinta-feira. Os dois assaltantes fugiram em direcção a uma carrinha Nissan roubada horas antes em Arroios e puseram-se em fuga a grande velocidade. Começou aí a perseguição policial. Os suspeitos seguiram pela Estrada de Paço de Arcos até ao Cacém, entrando depois no IC19 em direcção a Lisboa, sempre com os agentes da PSP atrás. Persistente, a dupla não desistiu e, já nas imediações da Amadora, pegaram numa grade de cerveja e lançaram-na, em andamento, contra a viatura onde seguiam os agentes. Falharam o alvo, mas acertaram noutro carro. O condutor saiu ileso. A perseguição continuou. Em Alfragide, uma outra viatura da PSP posiciona-se para interceptar os bandidos mas o duo abalroou o carro-patrulha com os agentes no interior. A fuga só terminou no Bairro da Cova da Moura, perto da meia-noite, quando os dois homens se despistaram, embatendo contra uma casa. Acabaram detidos. Os dois suspeitos já são conhecidos pelas autoridades pelos crimes de roubo e agressão.

Angolano Puro e Genuíno    Lisboa
Temos de correr com todos os refugiados, como é possível estarem a mais de 30 anos em Angola? Quem é que os controla? Não podemos dexar essa gente chegar ao poder e ter os mesmos direitos que os angolanos, daqui a nada também querem ser presidentes do país. Fora vão para a vossa terra, voltem para o Mali, Senegal e Libano não vos queremos na nossa terra.

mandavid    
Ai que saudaes do tempo do K.Sul. A revulucao é uma coisa bonita, mesma cama, mesma comida, mesmo camiao, mesmo cubico. Hojé quem vale é quem tem. fora com a iniquidade.

falta de forneciment água há 13 dias na Vila Alice    
Para Reclamações e Queixas da população prejudicada: Nome: EPAL - Empresa Pública de Águas, E.P. Actividade: Água - Fornecedores Morada: 3 R Frieddrich Engels-LUANDA Telefone: 222 335 001 222372345 EPAL 222372604 EPAL - EP 222260213 EPAL - EP 222262637 EPAL - EP 222263437 EPAL U E E 222396427 EPAL U EE 222396428 EPAL U.E.E 222445270 EPAL U.E.E 222445272 EPAL- U.E.E 222443300 EPAL- U.E.E. 222333045 EPAL-E.P. 222290325 EPAL-EP 222290339 EPAL-U.E.E. 222323413 EPAL-U.E.E. 222330380 EPAL-U.E.E. 222330535 EPAL-U.E.E. 222330559 EPAL-U.E.E. 222330596 EPAL-U.E.E. 222334577 EPAL-U.E.E. 222334824 EPAL-U.E.E. 222335001 EPAL-U.E.E. 222335002 EPAL-U.E.E. 222335005 EPAL-U.E.E. 222335006 EPAL-U.E.E. 222336315 EPAL-U.E.E. 222337582 EPAL-U.E.E. 222338025 EPAL-U.E.E. 222339253 EPAL-U.E.E. 222381090 EPAL-U.E.E. 222385554 EPAL-U.E.E. 222390845 EPAL-U.E.E. 222393859 EPAL-U.E.E. 222393898 EPAL-U.E.E. 222394629 EPAL-U.E.E. 222445271 EPAL-U.E.E. 222372442 EPAL-U.E.E. - EMPRESA PUBLICA DE AGUAS 222384086 EPAL-U.E.E. - EMPRESA PUBLICA DE AGUAS 222384117 EPAL-U.E.E. - EMPRESA PUBLICA DE AGUAS 222384151 EPAL-U.E.E. - EMPRESA PUBLICA DE AGUAS 222384435 EPAL-U.E.E. EMPRESA PUBLICA DE AGUAS 222385308

HELLO    
Para os congoleses que ainda nao tem residencia, ja podem voltar para a sua terra, porque ja nao exiate guerra. Para os Malianos, Somalianos e outros musilims tenham muito cuidado com eles porque sao bandidos. Eles arrantam muito ma cultura, maos ensinamentos atraves da relegiao. Quando comecar a abrir igrejas toda a parte do pais comecam com as confusoes. Ve o que se passa na Nigeria! Voces irmas tenham muito cuidado porque esses homens gostam de maltratar as mulhes, para eles as mulheres nao podem ter voz, sao escravas deles muito cuidado irmas muito cuidado mulheres angolanas isto nao e para nos angolanas, voces irao sentir bustante na vossa pele.

Cahidele     Bailundo
È um direito e necessário para humanizarmos as sociedades humanas. Os nossos compatriotas também emigraram para outros paises a procura de seguraça e estabilidade necessária. No entanto, o fluxo de tantas nacionalidades , e daquelaes que são conhecidas como extremas devemos ter uma cautela, para aquilo que pode advir se alguns senhores.Nós devemos aprender com as experiências dos outros, o mundo esta muito complexo em termos de interesses políticos e económicos. Portanto, devemos ser um país acolhedor,dos mais necessitados, sermos solidarios é uma virtude. Nós até chegamos de acolher o colono Portuga, cubanos, mescenários dem várias nacionalidades. Só não queremos os terroristas, porque já basta aqueles que agente tem. (ver o conceito ou significado de terrorista. Já sobremos muito, agora temos o dever de desfrutarmos a santa Paz resconstrução do país e armonizar as mentes angolanas perdidas no tempo e no espaço. O Cahidele disse...

Anónimo    
Eu so gosto refugiadas Brazileira, estas tem bom cú e grande, sao gostosas. O resto deitam para fora.

Refugiados da Guerra    
Iraquioanos em Angola ? É nosso dever acolher os refugiados da Guerra e nao os refugiados economico porque nós os Angolanos soubemos o que é a guerra principalmente os Angolanos do Norte e do Sul.

Anónimo    
Os refugiado da rep do Congo, eles ja nao sao refugiado deve passar por residente o ter ja a nationalidade Angolana, os do Iraque sao libanes que quere passar dos Iraque para adquir residencia em angola, mais sao libanes