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Cabinda: Transporte assegurado Oct 2005




Angola continua com número de médicos insuficientes A Capital

O número de médicos e de infra-estruturas continuam a não ser suficiente para responder as exigências dos necessitados. As mortes, sobretudo a infantil, continuam em alta, figurando nas mais horrendas estatísticas mundiais, em face daquilo que é a deficiente rede sanitária com consequências directas para a vida das populações.

Os indicadores atinentes a este sector, segundo o jornal A Capital, na sua edição deste final de semana, são assustadores e devem constituir preocupação de um governo que já fez tudo, menos dotar o país de infra-estruturas sanitárias capazes de emprestar uma nova dinâmica ao sector, limitando-se, na maior parte das vezes, por oferecer ao público o mesmo legado herdado do colono.

As taxas de mortalidade infantil, de acordo ainda com o “A Capital”, tendem a subir cada vez mais, sendo a mais alta do mundo, uma situação que reflecte associação entre a degradação do saneamento básico, a falta de acesso a alimentos ricos em teor nutritivo, dificuldades na obtenção de água potável e no acesso aos serviços básicos de saúde preventiva.

Em 30 anos, a saúde em Angola padece de um cancro maligno que o corrói bastante e carece de uma quimioterapia urgente. Em todo o vasto território nacional, existem apenas oito hospitais de nível nacional, todos concentrados em Luanda e mais 91ª unidades hospitalares funcionais de pequena dimensão espalhadas ao longo do país. As unidades de pequeno porte existem em maior número, contando cerca de 249 centros de saúde, que concorrem com 226 postos médicos que, no entanto, são insuficientes para atender a população que se espalha pelo território nacional.

Dados actuas produzidos pelo Ministro da Saúde (MINSA), indicam que Angola continua com apenas com um médico para 20 mil habitantes, uma estimativa de 811 médicos e cerca de 16 mil e 451 enfermeiros, na qual apenas 163 possuem formação superior.


07 Nov 2005
Fonte:A Capital    [Comentar]

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Comentários
Anónimo    angela.paiva@bol.com.br
Por favor, procuro um médico que se formou no Brasil na universidade federal do Paraná no início de 2001. O nome que ele usava no Brasil era Carlos Cambundile. Não tenho mais informações. é Tudo que sei. Por favor, aguardo e agradeço

Anónimo    
811 medicos? inacreditavel.angolanos ,ate quando angolanos.onde estao os 4 bilhoes de dolares? dava para formar mais medicos e construir os ditos hospitais sofisticados.

PAULO SANTOS    Setúbal PORTUGAL
Às entidades de Angola, se quizerem médicos competentes, vão ao site SANZALANGOLA, e vão encontrar médicos, que devem estar descontentes com este País.Pelo menos, falam mal do País que os acolheu e talvez queiram ir para Angola. Que são competentes, devem ser, pois estão a trabalhar cá e como se dizem muito angolanos, aproveitam a vir contratá-los.

Ely    Lisboa
sou Angolana formada em saúde a viver fora de angola, gostaria imenso de participar no processo de desenvolvimento do meu país, mas enquanto o meu presidente e os governantes não darem a verdadeira importância que a saúde (em particular a promoção e prevenção de saúde) e educação têm para o desenvolvimento de uma nação, enquanto a ganância e o seu bem estar prevalecerem acima do amor pela sua pátria e pelo seu povo, o que me parece estar a acontecer, os problemas irão continuar ou piorar. se não haver mudanças na maneira mediocre de pensar dos dirigentes, aliás que são sempre os mesmo a mandar e que só mudam de ministério (sobredutados e polivalentes) tentando disfarçar as coisas como sempre fizeram sem darem soluções não há hipótese. já estive em angola durante algum tempo a trabalhar e foi uma das piores experiências que tive na vida, quando não se gosta de corupção de amigismos e fica-se 2 ou 3 meses sem receber o teu salário honesto e por isso quase sem comer e os menos honesto a viverem a granel gozando com o povo que os escolheram para trabalharem de forma a acharem soluções para melhoram a vida deste mesmo povo e não fazem nada , só mesmo os angolanos! se decidirem criar condições mínimas, não só para viver como para trabalhar, verão que os angolanos todos sejam eles médicos ou não voltarão a angola.

E.H. CARR v Joaninha v Anonimo    London
E para suportar o voco argumento da calamidade Angolana e da Africa em geral, ha mais medicos do Malawi na Inglaterra do q no Malawi ensi... Porque? E aquilo que voces acabaram por dizer, nos ca no Reino Unido temos varios Angolanos e Angolanas como Biomedicas atrabalharem em grandes laboratorios scientificos q poderiam contribuir imenso pelo pais mais acabam por ca ficar. Entretanto voltar a terra em troca de $60,000 por $50 isto ninguem faria... Recordem, q um Angolano formado traz maior beneficios socias do q um estrangeiro, isto e, ele ira contribuir na formacao de mais compatriotas e e assim q aqui no UK tambem funciona!!! Sera quem vai fazer isto sao os Libaneses, Malianos or Senegaleses????

Anónimo    
Angola nao nos falta quadros, nos falta e a vontade. Ser angolano nao problema, mais conresponder as realidade do povo angolano, no sofrimento e em todos dificuldades do nosso povo. Talves as pessoas que podem ajudar angola sao estes que estam nas europe.Se os dirgentes angolanos tivesse boa vontade davam 2 ou 3 ministerios, para fazer as provas dos angolanos de diaspora. Saude, Conservacao,e Educacao estes 3 ministerios que nunca deram conta para desenvolvimento.

Joaninha    Angola
Que triste realidade a nossa!!! Os Angolanos que estudam medicina fora do pais, na sua maioria acaba por ficar nos paises onde estudam...é so pesquisarem: Portugal, Alemanha, Hollanda, EUA, Inglaterra, etc...e porque ficam? porque na sua terra nao lhes é dada, estruturas minimas para poderem da melhor maneira possivel desenpenharem o papel de medicos, sao mal pagos,etc..trabalhar por trabalhar eles preferem ficar lá fora!

Sao Paolo    
Angola: 30 anos depois? Um medico por 20 mil habitantes!? 58% da populações analfabetas, inclusive certos dirigentes, maior parte da população não sabem o cheiro da água de torneira. Esses são aspectos a terem em conta quando comemorarmos os anos da independência! E muito louvável isso? São também os tugas os responsáveis disso? Ainda há quem diga que o balanço esta globalmente positiva, < aka! >

Mussiango Banzo Capitão    
Estudei eu Economia. Digam aos (a)politicos do MPLA e os (des)governantes de Angola principalmente ao senhor JOSÈ EDUARDO DOS SANTOS, para que eles tenham mais respeitos para com os Médicos pois que ANGOLA e infelizmente CUBA e COREIA DO NORTE paìses com os quais eles estiveram longo tempo ligados pelo mesmo Cordão ideològico,tiveram e têm uma politica que em nada valoriza o trabalho dos homens como são os profissionais da Saùde e da Educação. Também se diga que existe uma ideia muita pobre de toda a gente em Angola começando por eles"maus" politicos; o fundamental não é, nem serà o aumento do nùmero de Médicos. Se soubessem quanto custa a formação de um destes técnicos,teriam um sentido mais racional na anàlise. O que têm,bem aproveitados,bem pagos e respeitados,viriam o que fariam. Porém,aos camaradas e outros politicos,interessa-os mais apetrechar os vàrios Organismos do Estado,incluindo Embaixadas,com Agentes da Bòfia e nada mais. Acham que um MÈDICO nos ESTADOS UNIDOS,CANADÀ,ALEMANHA,FRANçA,ITÀLIA,GRÃ-BRETANHA,JAPÃO,AUSTRÀLIA,PORTUGAL,ESPANHA,CHILE,NORUEGA para não vos dizer mesmo Angola na Era Colonial,um MÈDICO algum dia era mendigueiro ou tinha que apanhar Candongueiro? Digo o mesmo para os Professores em todos os nìveis(do Base ao Superior). Haja mais vergonha por parte dos macabros politicos de Angola. FIM

Malangino    
Desde 1975 o MPLA nunca resolveu o problema da falta de médicos. Será que ele o resolverá em um novo mandato de quatro anos? Tenho as minhas dúvidas.

SimaoToko    
Nao nos faltam medicos, o problema consiste em condicoes de trabalho,por outro lado valorizar o trabalho que fazem, num pais onde o medico trabalha em condicoes pessimas sem falarmos do meseravel salario que recebe quem ira se sacrificar? resolvem muita coisa ali e veremos que muitos dos nossos que andam por ali vao aparecer.

Anónimo    brunel@hotmail.com
como é q o numero de medicos vai aumentar se existem por ai milhares de cidadoes com forca de vontade de o ser, mas a mentalidade restrita daqueles q nos derigem só aponta pra uma dereicao,CUBA, de onde apenas meia duzia dos milhares q vao, vem a cumprir os seu objetivo.porq CUBA?