Comunidade angolana on-line (By Angola Acontece)
Recolhidas mais de 55 mil armas e descobertos 49 esconderijos de armamento Angop
A Comissão Nacional para o Desarmamento dos cidadãos em posse ilegal de armas registou, ao longo de 12 meses da sua criação, a recolha de 55.064 armas diversas, 200.266 munições, 15.781 explosivos e descobertos 49 esconderijos de armamento.
Os dados foram tornados públicos hoje, quinta-feira, em Luanda, no final da reunião de balanço da Comissão Nacional para o Desarmamento, orientada pelo primeiro ministro, António Paulo Cassoma, que também coordena a referida comissão.
A Comissão destacou a participação activa e voluntária da população e autoridades tradicionais e parceiros, como a Comunicação Social, igrejas, ong e organismos das Nações Unidas "que responderam positivamente à campanha de desarmamento".
Os participantes julgaram pertinente desenvolver estudos de extrapolação para efeitos estatísticos dos dados sobre armas em posse ilegal dos cidadãos.
De igual modo, a Comissão manifestou a necessidade de se dinamizar a divulgação das sanções a serem aplicadas aos cidadãos que eventualmente venham a ser julgados por possuírem armas de forma ilegal.
Finalmente, a Comissão concluiu que a campanha deve continuar a sua dinâmica, devendo abranger toda a extensão do território
nacional.
Participaram no encontro, representantes dos ministérios da Defesa, Interior, Finanças, Justiça, Relações Exteriores, Administração do Território, Obras Públicas, Educação, Juventude e Desportos, Família e Promoção da Mulher, Assistência e Reinserção Social e Comunicação Social.
Recorde-se que Comissão para o Desarmamento foi criada a 16 de Abril de 2008 em despacho, pelo Presidente da República, José Eduardo dos Santos.
16 Apr 2009
Fonte:Angop [Comentar]
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Comentários
Jonithu jonithu@gmail.com
Aliás, as penas deveriam ser aplicadas sem contemplações e penalizarem todos aqueles que não tenham autorização para o uso das mesmas.
Enquanto houverem armas nas mãos de civis a violência não parará!
antonio jaime luanda
nao posso entregar a minha arma,enquanto em angola nao temos governo e o presidente da republica eleito pela vontade do povo angolano.queremos antes de tudo eleiçoes livres transparentes ejustas.
EL 26 europa ocidental
As armas são para aniquilar os zaírenses mobutistas,segalesea,malianos,e os islamistas libaneses.ofensiva generalizada.angola,só para angolanos.
Meu Nome e Ninguem A Procura do Matuba ate o fim fo mundo
A minha esta bem guardada para metralhar aquele traidor do Matuba, quando te apanhar taz bem paiado seu imbecil>>!
Anónimo
Se entregas o teleiquente entra na tua casa a vontade e nimguem faz nada podem ate matar-te
mourinho2009@yahoo.fr Maianga
so agora? mpla entregou armas para os shunguras matar os bacongos, lhe deixam com eles, agora esses shunguras vao mattar o propre mpla. what goes around comes around. nao faz mal com ninguem, amanha pode retornar comtigo.
samanhonga
A MINHA NAO ENTREGO
Sem nome London
Muito boa notícia...
tubarao branco
forexriqueza.blogspot.com
EL 26 europa ocidental
Não entreguem as armas,pois temos ainda mais uma guerra contra todos os estrangeiros para travar...
Anónimo
essa noticia é mais uma pra nos entreter,
ainda existem paioes de armas e misseis
escondidos pelos russos
Big Boss
entrega das armas significa render nos criolo, por que essas arma ainda tem que fazer fogo contra eles
Y@GO Suica
As armas sao modernas noutro hora lutamos com as catanas.Resultado vencemos,MPLA cuidado!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! nao sera dessa.
Matuba Lisboa
As minha esta debaixo da esteira, so as mina e qui foi esconder no quintal da vizinha
Anónimo
O matuba ainda tem as dele
Anónimo
os terr o ristas confundem as arm as com a psxota de tanta fustraçao e pela ignorancia natural
Anónimo
ninquem entrega as mutimbas tem que aver outra querra contra os envasores tuas , chinocas , e brasucas , quardar muito bem nao se deixe entimidar .
A. Henriques Almeirim
Embora esta iniciativa seja governamental, considero que a entrega de armamento é um inegàvel avanço público no comportamento cívico dos angolanos e uma demonstração inequívoca de que a Paz é um objectivo da maioria. Que o Governo disponibilize agora a todos o acesso a uma democracia pluralista e verdadeiramente livre para que o recurso à força, ou rebelião armada, não mais venham a ter lugar numa Angola que se quer próspera, justa, progressiva, pluralista e amante da Paz.