Comunidade angolana on-line (By Angola Acontece)
«A solução de Cabinda não passa pela vitória militar de uma das partes» Novo Jornal
A resolução
do conflito de
Cabinda não
passa por uma
vitória militar,
mas pelo diálogo.
Quem o afirma,
em entrevista
exclusiva ao
Novo Jornal,
é Alexandre
Builo Tati, que
encabeça o
autodenominado
“Movimento
renovador”
da FLEC, que
defende um
diálogo inclusivo
e não exclusivo.
P-Comecemos por abordar os propósitos
do autodenominado “Movimento
renovador” da FLEC, facção
independentista, até há bem
poucos dias, liderada por Nzita
Tiago.
R-O objectivo passa, acima de tudo,
pela consagração de Nzita Tiago, como
líder histórico deste movimento.
Isto depois de ter consagrado
toda a sua vida à causa da libertação
do povo de Cabinda. Nzita Tiago,
tal como assumimos na declaração
do alto comando da FAC, passa
a ser o eterno presidente de honra
da FLEC, uma espécie de conselheiro
da organização para esta nova
fase de luta que decidimos abraçar.
Por outro lado, já era tempo de se
pôr termo à anarquia reinante entre
os representantes da organização
na Europa, que, digamos assim,
acabou por reduzir a FLEC ao actual estado de descrédito e isolamento,
tanto no plano interno como externo.
P-No fundo, deixou de ser sustentável
toda uma liderança da organização
exilada na Europa e em
clara falta de sintonia com a realidade
no terreno, em Cabinda?
R-A vontade para esta mudança comecou
por ser expressa e apoiada pelos
militares, pelos guerrilheiros no terreno.
As bases do movimento, onde
se encontram os combatentes armados
estão em África e no território e
não faria sentido manter a liderança
da organização e da luta na Europa,
que deveria servir apenas de placa
giratória para as acções diplomáticas
da FLEC.
P-Portanto, admitamos, uma conversão
que não foi de todo pacífica?
R-De certa forma, acabou por ser pacífica
já que a decisão resultou de
uma consulta prévia junto das chefias
militares e dos guerrilheiros no
terreno e acabou por ser apoiada
por todos os combatentes armados e
não armados da organização.
P-Em termos de programa, estratégias
e propósitos o que muda na
FLEC?
R-O que está em debate neste momento
são os meios para se atingirem os
fins. A nível das chefias militares
existe uma predisposição para o relançamento
do diálogo com Luanda.
Defendemos que a luta deve ser
adaptada ao contexto actual, ou seja
pela priorização do diálogo.
P-Sai, por assim dizer, vencida a tese
daqueles que no interior do
movimento são defensores de
uma postura mais belicista como
via para a solução do conflito em
Cabinda?
R-Todas as opções continuam válidas.
Mas desde Janeiro deste ano
que observamos uma trégua unilateral
com a intenção de mostrar ao
mundo que não somos uma organização
terrorista e que não fazemos
a guerra por fazer. Há três décadas
que movemos uma guerra em
Cabinda e tanto os angolanos como
os Cabindas chegaram à conclusão
que a solução do conflito em Cabinda
não passa pela vitória militar de
uma das partes. E acreditamos que
da parte angolana haja o mesmo
sentimento, a mesma percepção. O
momento é de diálogo.
P-Mas o reconhecimento desse impasse
militar no terreno e a predisposição
para o diálogo esteve
também, em certa medida, na
origem da motivação que levou,
em 2006, um grupo de independentistas
cabindas a negociar a
paz com Luanda e da qual resultaria
um ainda hoje contestado
Memorando de Entendimento para
a Paz e Reconciliação em Cabinda…
R-Se se refere ao processo Bento Bembe,
devo alertá-lo que os propósitos
eram outros. Ele apenas representava
uma parte, um grupo. Mas
o que nós pretendemos é um diálogo
sincero, transparente e sobretudo
inclusivo, que conte com a participação
de todos os segmentos da
sociedade Cabinda. O diálogo com
Luanda, encetado pelo grupo do
Bento Bembe, não foi inclusivo, deixou
de fora sectores importantes da
causa Cabinda. Mas pergunto: como
é que Luanda poderá reivindicar
a abertura para o diálogo se na província
continua a deter de forma indiscriminada
activistas dos direitos
humanos e sectores influentes da
sociedade civil local? Para haver diálogo
o governo angolano terá de dar
provas de sinceridade e de vontade
política e abandonar de vez essa sua
táctica da repressão e de dividir para
reinar entre os cabindas.
P-E entre os Cabindas, para quando a
reunificação ou reconciliação das
distintas facções e correntes ?
R-Reunificação seria colocar a fasquia
bem alta. Mas diria concertação de
princípios e estratégias, por forma a
que assumamos o estatuto de interlocutor
válido num eventual diálogo
com Luanda. Talvez tenha chegado
o momento.
P-Será esse um apelo?
R-Até certo ponto sim.
26 Jul 2010
Fonte:Novo Jornal [Comentar]
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Comentários
Ngolo malange
Acho certo que a dinamica do conflito cabindes nao terminara militarmente visto que a flec fac nao tem exercito com bases claras mas sim o proprio povo,combate para a sua libertaçao. Entao onde é que ja viram que mesmo os cabindas nao tem uma refinaria,escolas ? as estradas nao esfaltadas ? E o petroleo onde vai? Concordo com eles e se estivesse ao lado ajudar-ia-os
ploooooooooooo 2010@hotmail.com
se pararem ao menos de nos roubar o petrolho a credito q o povo cabindese teriam uma vida muito mais desenvolvida,infelismente o tal dito zedu assinou contrato com o estado unidos mas ha de acabar esse abuso um dia.
para o raista parta Luanda
Raista parta ou se la o que (ha tbm com cada nome), xtas a defender a continuacao da guerra em Cabinda e Xtas a Tchilar em Bruxellas. Cai entao aqui pa banda pa balar um bocadinho nas matas...Qr dizer os outros guerreiam depois voce vira so? ahahah..Ha muito maluco neste espaco..hahaha
John Mcain NovaYorque@planet.uk
Na minha opinião Cabinda e Angola tentam estabelecer uma plataforma de entedimento. Todavia a plataforma deve criar um "comité de segurança transfronteiriço" necessário para o relançamento do witness bilateral. É algo que temos de festejar. Na minha opinião também as duas partes (Cabinda e Angola)devem decidir virar a página e pensar no futuro dos nossos povos e países. É apenas uma questão de interesse comum para ultrapassar esse problema. Não se pode continuar a bloquear a liberdade em Cabinda ou qualquer outro povo oprimido quando o termo inbroglio não se ajusta à realidade actual. Neste quadro e respondendo às solicitações do jornal executivo de Angola, a "Flec Renovador" ou o Senhor Tai desfila apostar no desenvolvimento da Paz e deseja que esta área deve tornar-se uma área excelente de acção que, além a "Flec Renovação" e o estado de Angola também abrange em todos a boa observação do entedimento. A Flec mesmo assente num vazio legal interno, parece que transformou-se em poucos anos num eficaz instrumento diplomático na tentativa de reconstruir a imagem e mutação do jeitinho político o dialogo inclusivo para a Paz.
Cabinda sera Livre um dia!!! Bucu Zau
apesar dos apesares um dia sera liberta esta provincia sofredora!!! podem fazer e disfazer mais um dia Deus falara mais algo,,e quanto ele falar voces estaram no caixao...viva a flec..abaixa o Mpla..corruptos!!!!
Yuri Lukeny Reino Unido
udo o que você abaixo escreveu resumisse nas parcas palavras que na notícia ao lado escrevestes ( e quiçá assim vês quão adjectivado és. Claro, exceptuando parêntesis ): "Eles não precisam, já têm supositórios de gindungo(malagueta)...aquela receita era para ti, para fazeres o cocktail de pilinhas"(pénis)". 21h55.
Puro Catcharra
Esta parcela do território Angolano sempre nos pertenceu... Acabem com as vossas ideas independentistas senão poderão terminar como exterminamos a máquina militar da Unita....
Cabinda é Angola e ponto Final----
Viva o MPLA...
Viva o JES Presidente de Angola e simbolo da estabilidade no País e em África...
Yuri
Tudo o que você abaixo escreveu resumisse nas parcas palavras que na notícia ao lado escrevestes ( e quiçá assim vês quão adjectivado és. Claro, exceptuando parêntesis ): "Eles não precisam, já têm supositórios de gindungo(malagueta)...aquela receita era para ti, para fazeres o cocktail de pilinhas"(penes)". 21h55.
raistaparta
Desisto...pura e simplesmente não te vou aturar mais! Nunca vi tanta imbecilidade, contrasenso, dificuldades de argumentação, falta de clareza de raciocíonio e soberba imbecil numa pessoa só. Mas vais encontrar muitas dificuldades por causa desse feitio, mas não te desejo boa sorte, pois já mostraste que és inflexível no teu delírio. Creio mesmo que tens debilidades mentais, não és uma pessoa normal.
Yuri Lukeny Reino Unido
Ok.Ok! Vou ser mais preciso: Quase todas aldeias etc próximas do Reino de Espanha. Agora, não te iludas. Nem você nem ninguém! Pois o conceito crer é bem distinto do conceito ser. Repare, o conceito ser aplica-se sempre que o que existe, de facto, é (mas o que existe pode ser algo real ou não, há que ter discernimento). Já o crer existe, quase sempre, porque de facto as coisas assim são, mas porque, tambem, de facto pessoas assim crêem. Entre o crer e o ser o que defacto preferes?! Aconselho ficar com o conceito ser, pois não vá você criar um culto a loucura. Agora, ja que sabes, o que nada sabes, coisas que julgas saber, chateia-me mais que terei todo gosto de aqui provar que àqueles quatro pontos seu, de há dias, nem um meu desequilibrado era capaz de fazer. E Cabinda não seria menos por isso. 20h06.
raistaparta
Ai tu achas que "comentas"? Tu és mas é um case study, se algum psiquiatra te apanha a jeito não mais te larga. Badajoz é Portugal? Desde quando? Não tem vergonha de ser tão analfajumento?
Yuri Reino Unido
hás-de rir antes se na Madeira, no Porto, em Badajoz, etc; fizerem o que seu desejo deseja. Enquanto uns comentam outros dizem disparates. 18h18.
raistaparta
Lindo! Quero ver qual será o resultado dum referendo em Cabinda, com ou sem democracia importada ou nacional, a ver se os Cabindas optam por ficar na merdolândia! Se houver coragem pra isso, é claro...vou-me fartar de rir!
Yuri Lukeny Reino Unido
Tal como Cabinda as demais províncias Angolanas sofrem do mal desgovernação. E é por mero milagre não assistirmos mais makas dessas um pouco por toda Angola. E não é de descurar que a força empenhada em ver esta província independente é composta por um grupo de lunáticos que querem ter um espaço fecundante para um certo delírio étnico. Contudo, não podemos esquecer que os angolanos arbitrariamente presos não podem ser tratados do mesmo modo com que se tratam grupos de gente armada. Pelo contrário, é com estes cidadãos que devemos falar e consertar medidas plenas por forma a desenraizar assimetrias, que corroem os espíritos dos angolanos, outorgando autonomias no quadro não excepcional para Cabinda mas sim na globalidade das de mais províncias. Contudo isto já mais será possível no marco ditatorial em que o que mais importa é manter o poder. Angola precisa não de decretos presidencial mas precisa sim que sejam os angolanos em cada uma das províncias elegerem governadores, autárquicas. Se isso não acontece é porque a dita democracia é de faz de contas, em Angola, e só é Democracia porque existe nas bocas de alguns políticos estrangeiros. Viva Angola. 28.07.2010. 17h46.
Osvaldo Buela Bruxelles
A FLEC é um movimento de libertaçao nacional do povo de Cabinda, e ficarà sempre a lutar para independencia de cabinda, todos que estao cansados podem ir entregar-se ao inimigo mas os verdadeiros combatentes vao continuar sempre a lutar porque cabinda nao é Angola e nunca o serà
com o doentinho velhote Nzita ou nao a FLEC vai continuar a luta.
raistaparta
800 CARACTERES IMEDIADATAMENTE! ABAIXO A POLUIÇÃO PSEUDO-INTELECTUAL! DEMOCRACIA JÁ!
Kibuiza Mpimpa
Sinceramente, os cabindenses não devem continuar a acreditar nesses auto-intitulados dirigentes da FLEC...a própria FLEC já não tem mais bases de apoio nem na Europa e muito menos nos Estados, porque está incluida nos movimentos terroristas. O ataque a selecção Togolesa só piorou ainda mais a já precária situação deste bando de bandidos. Em pleno século 21, não acredito que haja pessoas que ainda queiram passar fome, chuva e frio nas matas do Maiombe. O pior é que aqueles que se dizem dirigenetes, vim na europa equanto os pés descalços sofrem e vão adiando o futuro dos seus filhos!
Anónimo
A flec é dos unicos grupos independetistas do planeta, composta por individuos incultos e com pouca sabedoria. Aconselho-os a trocarem experiencias com outros grupos independetistas, para melhor defenderem os seus interesses. O outro problema que mete em causa a credibilidade deste grupo, é que alguns dos seus membros sao de origem Congolesa ou de nacionalidade duvidosa.Eu conheço familias congolesas que sao membros importantes na flec. Eles justificam a sua ligacao com a flec, pelo facto de, segundo eles, Cabinda ter ligacoes historicas,geografica e culturais com o Congo. Agora entendo porqué, o lingala, é a lingua de comunicacao dos membros da flec que vivem na diaspora. Irmaos, para vos ser sincero, o governo Angolano tem sido muito paciente com esta Associacao FCC(Flec-Congo). O proprio governo Frances,num pais com grande democracia, nao aceita negociar com os independetistas de Corse, da Nouvelle calédonie,de Guadeloup etc quando estes evocam a independencia como unico argumento.vejam que todos os territorios(paises) ocupados pela França,os de Guyane(situada na fronteira com o Brasil), Martinique(situada a sul da republica Dominicana),Corse(situada a norte de Minorque e a sul de Monaco), Sardaigne(situada a sul de corse), Saint-Pierre et Miquelon(situada na America do norte),Guadeloup(situada a norte de Martinique),Reunion(situada no oceano indico proximo de Madagascar), polynésie(situada no oceano pacifico a sul de Hawai), Saint Martin(situada a sul de Porto Rico),Wallis et Futuna( situada a norte da Australia),Nouvelle Calédonie(situada também a norte da Australia),Mayotte(situada a norte de Madagascar), etc etc etc. todos esses territorios(paises) estao fora do espaço fisico Frances, mas, e infelizmente, foram ocupados pela França. E porqué a comunidade internacional nao diz nada? E ainda por cima,os cidadaos destes territorios,ocupados pela França, sobretudo os negros, sofrem grande descriminacao racial pelos verdadeiros Franceses. Estes nao ocupam nenhum cargo de grande pristigio na admnistracao Francesa pelo simples facto destes serem negros. Sera que a comunidade internacional nao sabe disso ? E porqué ninguém diz nada ? Mas em Angola, os nossos irmaos de Cabinda, sao tratados com muito mais consideracao e sao bem representados na admnistracao do pais, embora fala-se de alguns abusos de direitos humanos, em Cabinda, orquestrada pelas autoridades governamentais. Ainda assim, nesta questao, Angola esta muito melhor que a França e outros paises como a China que nao aceita dialogar com o lider independetista de Tibet, o Dailama. é importante lembrar que esta associacao-FCC( Flec-Congo) dificilmente tera um verdadeiro opoio dos grandes paises, porque os mesmos nao sao exemplares na matéria : O REINO UNIDO ocupou as Ilhas/territorios(paises) de fanning(situada no oceano pacifico),Anglo-normandes, Christmas(situada no oceano pacifico),Pitcairn(situada no oceano pacifico), territorio petrolifero de Falkland(situada nas proximidades da Argentina), Georgie du sul(situada nas proximidades de Falkland), Tristan da cunha( situada na América do sul a norte de Georgie du sul)etc ; OS USA : Alaska, Hawai, Palmyra,Johnson, Baker,Porto Rico etc, PORTUGAL :Madeira e Açores, ESPANHA : Alboran, canaries,Ceuta,Majorque, Mijorque, SantaCruz,Las palmas,Fuenteventura, etc CANADA :Quebec,ITALIA :Sicile,palerme etc, CHINA : Tibet, JAPAO : Volcano,kyushu,shikoku etc, AUSTRALIA : Tasmanie. Outros paises com a mesma situacao : GUINE EQUATORIAL,DINAMARCA ,NOROEGA, INDIA , GRECIA, BELGICA, RUSSIA etc etc.Na maior parte destes paises, existem grupos independetistas. Infelizmente, por causa das sensibilidades e/ou hipocresia, alguns destes paises preferem nao abordar a questao abertamente. A independencia de Cabinda so sera possivel quando todos os paises, com o mesmo problema, decidirem fazer o mesmo, começando pelos USA. Saibam ainda que os donos do continente Americano e Autralia nao sao os ocidentais como muitos pensam. Esta foi a maior ocupacao ilegal da historia mundial. Voces sabem quem sao os verdadeiros Americanos e Australianos ???
Camuelo Xibia
Como angolano e, membro dessa grande e bela família, quero aqui expressar meu total apoio, aos angolanos que, com muito esforço vêm criando condições para que, os debates em torno do que mais nos divide, sejam levados de forma séria e transgeracional. Cabinda, Luanda, Lundas, Huambo, Kuando Kubango e as demais províncias angolanas, têm exactamente os mesmos problemas, por isso, não permitiremos que venham a terreiro nem vozes, nem mentes desviadas que, tendem em subverter a urgência que a REPÚBLICA de ANGOLA tem de, edificar um estado de DIREITO e HUMANISTA. Sejam responsáveis senhores MERCENÁRIOS da indústria PETROLÍFERA, deixem-se de malabarismos ideológicos ou meramente GEOCÉNTRICOS e DESPÓTICOS, somos um povo UNIDO e iremos dar combate até ao último soldado...
Tee Sião Cassondama
MINHAS SENHORAS, MEUS SENHORES!
QUANDO DEUS, OU SEJA LÁ QUEM TENHA INVENTADO, FEZ O PLANETA TERRA,VOCÊS VIRAM ALGUMA FRONTEIRA A DIZER ISTO É CABINDA, AQUILO É ANGOLA? VIRAM???! ENTÃO CALEM-SE! OS OUTROS NA EUROPA ESTÃO A UNIR-SE E A TENTAR ESQUECEREM AS FRONTEIRAS E NÓS AINDA AQUI A NOS DIVIDIRMOS!A MINHA MULHER NASCEU EM CABINDA E EU EM LUANDA. ESTAS DUAS TERRAS JÁ CÁ SE ENCONTRAVAM QUANDO OS PORTUGUESES E QUALQUER UM DE NÓS APARECEU NO MUNDO. E NÃO HAVIAM FRONTEIRAS. À PROPÓSITO O QUE É MESMO UMA FRONTEIRA?... SÓ EXISTE NOS MENTECÁPTOS...
nguma ntoto
meus carros amingos o zedu so esta preocupado em sugar todo petrolho de cabinda para pagar as dividas e inriquecer a sua familha e os angolanos nen ten olhos para veren isso.vejan só que en angola o poder todo esta no militares
pide dgs já não sou colonia sou colonizador
porque é portugal perdeu todas a colonias em 1975 e angola recebeu logo uma? há coisas que não se percebem
EL 26 europa ocidental.-
Os terroristas da Flec sao todos do congo,ex zaíre,pediaram asilo na europa como cabindeses e querem a todo custo fazerem aquilo de um país já que zaíre é uma miseria de tribos,e é mesmo sagrento viver lá,fazem confusao sobre a província.-
cabinda esta no meio dos 2 congos antes pertencia o reino do congo,os portugueses deran angola
cabinda esta fora de angola,os cabindas sao puro bakongo,os angolanos nao queren deichar cabinda por causa de petroleo,mesmo provincia do zaire e uige antes pertencia reino do congo falan kikongo a colonizaçao que fez esses povos do uige e zaire e cabinda tornar angolanos,os cabindas sao puros bakongos os angolanos nao vao deichar por causa do seu petroleo
NELO
pois è mal conhecem a historia de ANGOLA como podem saber a historia de CABINDA?? investiguem mais sobre CABINDA verao que os factos defacto è um facto seus ignorantes,preguicosos CABINDA nunca foi ANGOLA geograficamente + sim politicamente ambos lados devem decider de uma maneira inteligente
Anónimo
ja esta descoberto a verdade, uma parte dos membros da flec sao Congoleses. Eu tenho amigos Congoleses que sao membros importantes dentro da flec. Este grupo ja nao tem a credibilidade que merecia.
nelo
Esse tal de Dr MANDAVID so pensa em guerra,nao tem noccao de uma guerra e vens ca dizer que JOSE EDUARDO DOS SANTOS tem bom coracao fogo deves ser muito fâ dele fogo olha que os cabindas xtao muito descontentes com o governo do MPLA tal como outros povos de ANGOLA
Ngola kiluange A 300 Km do polo norte
Epah deem autonomia a Cabinda,direito de escolher os seu proprio Staff,gerir uma parte razoavel dos seus recursos,mas o geverno tera sempre direito a opniao sobre questoes de orden delicada como seguranca territorial ,eduacacao e saude
Esperanca CabOriginal
Antes era melhor, para o bem de Angola, entabular conversações sérias com os Cabindas. Os Angolanos sabem e têm a plena consciência da realidade do caso Cabinda por isso envereda em métodos menos claros, fazendo entender a comunidade nacional e internacional que são os Cabindas que nao são sérios em negociações. Sempre que se comece um processo, o governo encontra subterfugios para evitar a sentar-se a mesma mesa com os intelectuais Cabindenses, optando àqueles menos lúcidos. Esquecem-se que as consequências dessa posição afectarão até as vindouras gerações. Preferem enaltecer as ambições pessoais ao em vez de pensar pelo povo. Infeliz é o povo Angolano que não se esforça para entender essas verdades e tomar iniciativas para se pôr fim à esse mal que só prejudica à eles.
Relativamente a esta posicao do Tati e Boma, foi com muito cepticismo que recebí esta informação. Não acreditarei, como muitos dos meus comteporâneos, a essa iniciativa, se na verdade nao se incluir as vozes todas. Apoiaremos todo esforço no sentido congregar todos actores do caso Cabinda. Bem haja!
Dr mandavid
O caso de Cabinda, é um caso encerrado. De cabinda ao cunene, é um so povo uma so nação.Cabinda é uma provincia de angola, como é o uige, Zauire, Huambo, Luanda, K.Kubango.
Horacio de Jesus Luanda
O nacionalismo tal como se apresenta no caso de Angola com a questão de Cabinda é deprimente. Deprimente 1º porque apesar de toda carga ideologica que se pretende engendrar sobretudo pelos movimentos que reinvidicam a independencia estas não têm surtido grandes efeitos, porque felizmente e so não vê os que não querem a grande parte da população de Cabindas e de outras sentem-se perfeitamente integradas nos valores do Estado angolano,ressaltando igulamente o descontentamento da gestao e liderança politica, ou seja eles sentem-se angolanos; 2º a logica do petroleo e da ocupação e violaçao dos Direitos Humanos não tem mas seduzido ninguem, e para sermos sincero esses problemas sao genericos da nação angolana, o que sente em Cabinda repercurte tambem no Cunene e nao passa pela logica dos pipelines, mas sim pelos eixos de afinidade cultural e social que liga Cabinda ao Cunene criados ao longo desse tempo e dos quais os movimentos independentistas não terao capacidade de contorno; 3º governo angolano tem uma visao muito fechada e imediatista de Cabinda alias e do resto do Estado angolano e não percebe que os erros de intolerancia e falta de debate na diferença afectam completamente a coesão da Nação,lgo as soluçoes sao sempre desajustadas a realidade e o caso Cabinda é um exemplo infelizmente.
A grande diferença do Nacionalismo em Africa e na Europa é de que em Africa tem sempre por tras um Branco agitador, um Negro ignorante e um recurso mineral aptecivel...
jo uk
esses langas pessam que nos estamos cansados de lutar podemos lutar mas 30 anos nao e problema
Dituba-Setúbal
O ano de 1961 foi marcadamente contundente para o regime fascista português e para a sua administração colonial: primeiro deu-se o assalto ao “Santa Maria”, no dia 22 de Janeiro; depois, o 4 de Fevereiro, que marca o início da luta armada em Angola; a 15 de Março seguem-se as acções insurreccionais no norte de Angola, data em que também foi votada uma resolução no Conselho de Segurança da ONU, que condenava a política portuguesa em África e apelava à extinção do colonialismo; logo a seguir, em Abril, ocorreu, em Portugal, uma tentativa de golpe de Estado perpetrada pelo ministro da Defesa de então, general Júlio Botelho Moniz; em Agosto, o PAIGC proclama a passagem à insurreição, na Guiné; um avião da TAP é desviado; dirigentes comunistas fogem da cadeia de Caxias e a oposição democrática desiste das eleições à boca das urnas; em Dezembro, surgiu a invasão militar pela União Indiana a Goa, Damão e Diu, territórios coloniais que constituíam o Estado Português da Índia; a PIDE assassina, numa rua de Lisboa, o pintor e escultor comunista José Dias Coelho; e o general Humberto Delgado entra, clandestinamente, em Portugal; no dia 31 de Dezembro, na noite de passagem do ano, emergiu na cidade de Beja uma intentona militar, que acabou por ser abortada.
EL 26 europa ocidental.-
Uma vitria militar será possivel bandos desorganizados de flec,nao sao com foi a unita,com apoio militar direito do ocidente.melhor é render-se mas as conversacoes q eles querem autonomia nao virá em conversa ou independencia,é só acabar com com a desorde e interropecoes,apresentarem os milicias zairenses,q andam na flec para terem cabinda como país,quanto ao resto é história eles sabem que nunca iriam ganhar uma guerra ou ofensiva em cabinda,se nao fôr terrorizar o povo.chegou o fim de tudo angola de cabinda ao cunene...nzita tiago é um zaírense infiltrado e também muitos utilizaram a cidadania de cabinda para conseguirem asilo na europa,isso nao convense os angolanos.abaixo o tribalismo abaixo a flec.
NGOLA DYETU VIVA A RECONCILIAÇÃO NACIONAL
É isso,até que enfim vamos ter Paz em Cabinda,é conversando que os homens se entendem.Nesta história toda dos conflitos armados entre as forças militar da FLEC e do Governo,ninguém saiu a ganhar,nem o Governo nem a FLEC,mas quem mais perdeu com tuido isso foi o povo.quem não gosta de viver em Pa? é claro que todos nós gostamos de Paz,então porque não olharmos para Cabinda en harmonia com os nossos irmão da FLEC,não importa os ideias políticos ou partidário,os objectivos que cada um tiveram para fazer a guerra,o percurso para alguns saboroso e para uotros menos saboroso,mais no final importa a RECONCILIAÇÃO NACIONAL,não importa a côr,raça,a tribo ou os falados grupos etnicos,porque afinal de contas somos todos filhos da mesma MÃE ÁFRICA,que desde séculos tem sido uma mãe sofridora.Tudo porque seus filhos são por vezes duros e severos com as suas próprias consciência,mais quando DEUS toca profundamente nos corações deste homens o mundo sorri alegremente e felizmente de saber que junto deles está a consciência de um povo também capaz de florescer e contribuir para o desenvolvimento de África e o Mundo.É facto para todos nós pularmos de alegria e dizer viva a UNIDADE NACIONAL,FETERNIDADE E RECONCILIAÇÃO PARA TODOS ANGOLANOS DE CABINDA AO CUNENE.BEM HAJA A PAZ!
Amo Angola
Angola tem 18 provincias.so peco que o estado angolano,velasse pelas condincoes socio-econimca de Cabinda,Porque que ate agora nao extiste um porto em Cabinda, pra fazer qualquer tipo de importacao dependemos do Congo e existe condicoes pra termos isso, sao estes e outros pequenos promenores que cria sempre uma revolta, se meteres a populacao de Cabinda bem social e economicamente nao havera grupos ou grupinhos a encomodar-te.escreveu Amo Angola
angolano21
se que na verdade Angola tem um sentimento na unidade nacional aí vai um desafio. Vamos la ver qual será o Resposta do JES, este que anda viciado. OS cabinda sempre estiveram aberto para o diálgo, o caso de cabinda não é um caso partidário ( Bento Bembe), desafio o Governo fazer um referendo
Boris da Costa Cabinda
Façam um inquerito ao povo de cabinda sobre este assunto e os resultados poderao nos dirigir a todos.Nao comenta algo que nao tens conhecimento profundo,desde os tempos do imperio colonial,Cabinda foi um protetoriado e nao uma colonia.Cuidado com os historiadores angolanos.Deus vai nos ajudar e termos a libertadade.Vai nos centros de refugiados na RDC,veja como os cabindas vivem,sera aquele sofrimento e emvao.Tuala kulua mu bu vika buino.
Baleia.
Se o assassino de Jonas Malheiro Savimbi estivesse vivo e Presidente da República embora só se fosse no inferno, hoje a flec já teria desaparecido,com a componente brinde a flagelar como sempre o fazia com a face tribal para a resolução do problema.Daqui a cem anos quando o petróleo desaparecer de Cabinda estes ratos quererão ser todos Angolanos de gema.
lobo lobo
vai ter um dia em que o Ze Du, aquele que jurou defender a integridade territorial de Angola, há de sair. Este senhor que muitos pensam que é o mau da fita nesse enclave, vai ser lembrado, tenho a plena certeza. Cabinda é parte integrante de Angola, desde pequenos sabemos que Angola é de Cabinda ao Cunene e do Mar ao Leste. Se um dia Cabinda for entregue aos Cabindas, certamente haverá uma guerra eterna, ou seja, que nunca acabará e voltarão a culpar o governo que a assim o fizer. Na eventualidade de ser entregue, Cabinda será invadida pelos dois Congos e será como os grandes lagos, guerra que não acaba nunca... sem contar com as divisões internas existentes entre eles. POVO DE CABINDA, RECLAMEM QUE VOS SEJA DADA UMA CONDIÇÃO DE VIDA MELHOR TENDO EM CONTA OS RECURSOS EXISTENTES, MAS NÃO APOIEM OS VOSSOS LIDERES QUE QUEREM SEPARAÇÃO, ESTES CONTINUARÃO NO ESTRANGEIRO ENQUANTO VOCÊS CONTINUARÃO A SOFRER QUANDO FOREM ENVADIDOS.PENSEM BEM!
Ngundumunu alvsdlddks
A historia demonstra que os imperios nao sao eternos.Se realmente houver vontade para dialogo o conflito acaba. O MPLA (nao o povo angolano)ja se devera ter apercebido que nao vence Cabinda com forca das armas nem com a cor do dolar.
Jack Aveiro
Todos Estados, hoje independentes, resultam de um consenso entre humanos, de forma pacífica ou não. Foi estabelecido que Cabinda é parte integral de Angola, assim sendo é legítimo que os recursos desta porção sejam utilizados para o bem da nação, penso ser esta última parte a questão que deve ser discutida. Afinal só há este conflito de interesses porque Cabinda tem propriedades que interessam a muitos. Peço para imaginarem um cenário em que é concedida independência à Cabinda... Como é que Cabinda se iria governar com desequilíbrio que existe dentro deste grupo? Pensam que depois disto haveria unanimidade? E os recursos, madeira e petróleo, que posso dizer são os principais como é que vão equacionar as suas explorações? Naturalmente nas mãos de quem sabe. Povo de Cabinda, acho que devem estar atentos, esta não é uma questão simples. Pode ter complicações descomunais.
JIKULAMESSO
Desde quando a FLEC ameaçou a tropa do governo para falar em vitória militar? O diálogo que a FLEC está propondo é uma estratégia da represália que os seus líderes civis vêm sofrendo nos últimos dias em Cabinda com o governo nacional. Larguem as armas e se entreguem já, seus bandidos, terrorristas, assassinos sem coração. Seus sangue frio.
Mwana Nsi Soyo
Cabinda Não é Angola, Custa ou Custar Cabinda serà sempre independente! Tudo hà sempre Fim, sofrer hoje para ser livre e forte a manha, Viva o Povo de Cabinda!
simulanbuco
A verdade há de vir á tona e Portugal, em conjunto com os Cabindenses, ainda voltará a administrar aquela parcela territorial. Façam um inquérito à população só para ver qual seria o resultado do escrutínio, se tiverem coragem, claro...
Alberto Liba Luanda
Quem é Alexandre tati Builu? mais um corupto, que vai integrar o grupo do Bento Bembé, O Présidente Nzita jà tem-vos revogado tu e os teus cúmplices, Bandido se quiseres trabalho pede aos angolanos e deixa o que queram lutar. Os 1 milhões 200 mil dólares que o governo deu ao teu grupo para depositar as armas e integrar as forças armadas angolanas vão acabar um dia, és um traidor, como podes ir para Luanda sem a autorização do Teu presidente? és um verdadeiro vadio,Abaixo os traidores Builu Tati, Boma etc.
Viva o Povo de Cabinda! Viva a FLEC verdareira dos combatentes nas matas
Beto bembe Luanda
eu,estou muito triste com migo proprio meus irmaos Cabindas,pesso a todos que me perdoam a minha atitude com o povo cabinda que tabem sou ?ter negociado com o governo foi um grande erro meu e so ver nas minhas entrevistas meus irmaos?sepre triste,;;;
Dr mandavid
Cabinda, é parte integrante da angola. É uma provincia de angola e se tens duvida, pergunta a m im, que eu te explico senhor Tati. Vai cuidar dos teus rebanhos.Para mim a flec é questão de dias eu acabo com eles se eu fosse o camandante em chefé das forças armadas.
Mutumbula Susubola
Concordo plenamente, e espero que os verdadeiros intelectuais angolanos concordaram com este ponto de vista , a psesar de um grande números de angolanos incultos ao reboque partidários.
Dr mandavid
Ó Alexandre Tati, a tua sorte é que a sua exelencia o engenheiro Eduardo dos Santos é um homem de muito amor no coração.Eu gostaria ter o poder em Angola, durante 48 horas, vocé iria ver o que aconteceria com estes bandos errantes que roubam os haveres do povo pra sobreviverem nas matas.Eu usa todos mqeios ao alcance de um exercito regular. Eu vos garanto, todos bandidos da flec, fugiriam do nosso territorio, e nunca mais metiam as patas deles na nossa patria.Eu aprendi assim:-Quando a diplomacia, não avança, aplica a força sem travão.
Anónimo
Hoje cabinda. Amanha Uige.Depois Malange.