Instituto de Gestão de Activos e Participações do Estado vai alienar 4 unidades hoteleiras
20-05-2020 | Fonte: Jornal de Angola

O Instituto de Gestão de Activos e Participações do Estado (IGAPE) realiza, no próximo dia 28, uma sessão de auscultação para apresentar quatro unidades hoteleiras a serem alienadas no âmbito do processo de privatização em curso no país.
 
Segundo o documento que o Jornal de Angola teve acesso, a sessão de auscultação do mercado será feita via online. Para tal, o IGAPE convida os investidores interessados no processo de privatização das Unidades Hoteleiras do Infotur a participarem do referido evento. Para esta fase, serão apresentados os hotéis Infotur de Benguela, Cabinda, Huíla e Namibe, respectivamente.
 
Das quatro unidades a serem apresentadas, o hotel da província de Benguela é o único inactivo. Localizado a seis quilómetros do centro da cidade, tem a categoria de três estrelas, integrado por 132 quartos, dos quais 30 twins, três cadeirantes e 93 quartos duplos.
 
Já o da Huíla, inaugurado em 2017 com categoria de três estrelas, encontra-se em estado operacional. Localiza-se a cinco quilómetros do centro da cidade do Lubango, possui 132 quartos, dos quais 30 twins, seis suites, três cadeirantes e 93 quartos duplos. O hotel de Cabinda, igualmente operacional, foi inaugurado em 2017 e tem também a categoria de três estrelas. Tem, igualmente, 132 quartos, dos quais 30 twins, seis suites, três cadeirantes e 93 quartos duplos. Localiza-se a 10 quilómetros do centro da cidade de Cabinda/Aeroporto, a cinco quilómetros da base de Malongo, no principal eixo viário que liga Cabinda ao Congo Brazzaville.
 
O do Namibe, por sua vez, foi inaugurado em Setembro de 2013. É um hotel de três estrelas, localizado há oito quilómetros do centro da cidade, 500 metros da praia e a 13,1 quilómetros do aeroporto Welwitchia Mirabilis. Possui 126 quartos, dentre os quais 30 twins, 12 suites, três cadeirantes e 81quartos duplos.
 
O processo de privatização conduzido pelo IGAPE pretende trazer mais capital e “know how” às empresas angolanas, diminuindo a presença do accionista Estado.

 
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