Grupo Boa Vida chocado com acusações que visam denegrir o seu PCA
28-06-2020 | Fonte: GBV

O Grupo Boa Vida, denunciou este fim de semana, em Luanda, acusações públicas tornadas públicas por pessoas de má fé, com o único  objectivo de denegrir a imagem do seu Presidente do Conselho de Administração Tomasz Dowbor.
 
Segundo o comunicado que tivemos acesso, o Grupo sempre esteve alinhado com as estratégias do Executivo no sentido da diversificação da economia e geração de maior número de postos de trabalho que ao longo desses anos resultou em mais de 4 mil postos de trabalho directo e 2 mil indirectos.
 
O documento salienta que dentro do seu trabalho de responsabilidade social e no intuito de mitigar as necessidades dos grupos vulneráveis,  realizou vários programas sociais como, natal solidário com diversas crianças em vários pontos do País, apoios a adolescentes grávidas, reabilitação de escolas em Luanda, Programa Talentos Angola, Feiras de Arquitetura, Saúde, doação de kits de primeiro socorro a diversas parteiras tradicionais e doação de mais de 2 milhões de refeições ao longo dos últimos 4 anos.
 
Diante de todas estas e outras ações, “queremos aqui destacar que o Grupo Boa Vida, nunca e em momento algum negou ter recebido do BANC qualquer crédito, sempre fomos claros e transparentes neste sentido, importa esclarecer o seguinte”, lembra.
 
No comunicado, esclarece que “no começo da implementação dos projectos de construção de habitações, os irmãos Tomasz e Wojciech Dowbor procederam um investimento de mais 100.000.000,00 USD (Cem milhões de dólares americanos) dos capitais próprios para estruturação, implementação e construção da Urbanização Boa Vida - UBV”.
 
Recorda que em 2014, recebeu do Banco Angolano de Negócios e Comércio – BANC, o financiamento de que se fez referência e que hoje não ultrapassa os 2.000.000.000,00 (Dois mil milhões de kwanzas) que foi destinado a aceleração e suporte das despesas adicionais para operacionalização da construção de habitações, em função de um elevado número de solicitações por parte dos clientes do BANC para aquisição de casas na Urbanização Boa Vida, por via de crédito bancário.
 
“Ao longo dos anos de 2014 à 2018, as empresas do Grupo Poltec e BoaVida pagaram ao BANC o valor de 3.609.555.290,18 (Três mil milhões, seiscentos e nove milhões, quinhentos e cinquenta e cinco mil, duzentos e noventa kwanzas e dezoito cêntimos), destinados amortização de capitais, juros e taxas, sendo um dos mais disciplinados e credíveis clientes do BANC, garantindo o pagamento mensal das suas prestações. Não obstante a isso o BANC tem em sua posse garantias reais sobre formato dos imóveis com respectivos registos prediais, hipotecados à favor do BANC de acordo as exigências contratuais para cedência do referido crédito”.
 
Salienta que a Urbanização Boa Vida, procedeu com assinatura dos contratos suportadas pelas garantias reais, sob formato dos imóveis com respectivos registos prediais, hipotecados à favor do BANC de acordo as exigências contratuais para cedência do referido crédito; cujas garantias cedidas cobrem o dobro do valor cedido, que se traduz em mais de 200%.
 
“Após a análise do relatório do BNA sobre a falência do BANC, que foi decretada em 2019, com 41.720.020. 000,00 (Quarenta e um bilhões, setecentos e vinte milhões e vinte mil kwanzas) de dívida, sendo que 2.000.000.000,00 (Dois mil milhões de kwanzas) foi o crédito cedido, as empresas do Grupo Poltec e BoaVida o que representa 4% do valor falido do BANC. Face ao exposto acima é visível que o valor em questão não teve nenhum impacto no processo de falência da referida Instituição, pelo contrário, ao longo dos anos sustentamos o funcionamento do Banco, através do pagamento das prestações mensais e afirmamos que foi um dos melhores negócios que o BANC celebrou”, lembra.
 
A terminar o comunicado, revela que  na sequência do contexto macroeconómico a Urbanização Boa Vida, solicitou várias vezes em 2018, bem antes da falência do BANC, uma reavaliação do formato e reestruturação do crédito em função da deterioração do ambiente económico que provocou um colapso financeiro nos mais variados sectores e que veio a agravar o ambiente empresarial.
 
“Queremos reafirmar a boa relação que mantemos com as Instituições Bancárias e reafirmamos que o saudável funcionamento da economia depende de uma boa relação que o sector privado cria com a banca e o Grupo Boa Vida sempre apelou, usou e demonstrou com a sua atitude e compromisso que essa relação que é construída a longo prazo, na medida em que os projectos são concretizados e se ganha a confiança e credibilidade junto das Instituições Bancárias. O GRUPO BOAVIDA, mantém a sua capacidade de gestão, eficácia, comprometimento, responsabilidade em todos os projectos, activos, financiamentos confiados e continuará disponível a qualquer esclarecimento sobre o assunto, assim como mostra-se disponível a colaborar com os órgãos de justiça”, conclui.

 
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