Chivukuvuku irritado com Juvenis Paulo
23-07-2020 | Fonte: NMC

Em entrevista ao jornal da tarde da Rádio Nacional, Abel Chivukuvuku garantiu que, antes dos pronunciamentos do Director do Gabinete dos Partidos Políticos à Televisão Pública de Angola (TPA) sobre o “chumbo” ou não  da anulação do primeiro despacho do Juiz Presidente do TC, o político disse que não houve sequer reunião do Plenário, sublinhado ainda que, na semana passada, o TC lhes tinha notificado, por causa de uma reclamação que os seus advogados tinham feito quanto a juíza Relatora e, continua, o Tribunal respondeu, sem ser na televisão ou na rádio.
 
 “Deram-nos um documento onde diz que mantem a confiança na Relatora doutora Vitora Izata, que o plenário ia ter em consideração a posição dos notários que achavam que os documentos são autênticos e credíveis. O documento dizia ainda que, por causa do interregno que houve por causa desta reclamação, o plenário ia precisar de mais 15 dias, isso foi na semana passada, de repente ouvimos na rádio. Quem trata connosco é a Secretaria Judicial do Tribunal, e, por mais entranho que pareça, eles não sabem de nada”, admirou.
 
Juvenis Paulo, um pequeno directorzinho ainda infantil com prepotência
 
“Os nossos processos passaram nas administrações municipais de todo o país. São sérias e credíveis ou não? Uma parte dos processos foram aos notários do Ministério da Justiça do nosso país, autenticaram, são órgãos credíveis ou não?”, perguntou, classificando Juvenis Paulo como “um pequeno directorzinho ainda infantil com prepotência, vai a televisão e anuncia coisas que o tribunal não sabe”.
 
Segundo o líder do PRA-JA, do ponto de vista primário, o Tribunal deveria terminar no dia 28 do mês em curso, mas por causa dos 15 dias acrescidos por causa da suspensão do processo, tinham mais 15 dias.
 
“Que se façam um processo normal e sejamos sérios, as pessoas esquecem que o mundo está atenta a Angola”.
 
Questionado se ainda sonha ser Presidente de Angola, Abel Chivukuvuku disse diz que tem um programa para o País, e repudia aqueles que só sentam no palácio a espera dos papéis. Para o político, é preciso que os lideres saem do conforto e vão da vida dos seus governados.
 

 
Comentários
Quer Comentar?
Nome E-mail ou Localização
Comentário
Aceito as Regras de Participação