Resseguro gasta mais de Akz 50 mil milhões
17-11-2020 | Fonte: Jornal de Angola

Os dados são da Agência Angolana de Regulação e Supervisão de Seguro (ARSEG). No relatório anual, a entidade indica o ramo de "Diversos” como o que mais cedência registou, seguido da "Petroquímica” e "Incêndios e elementos da natureza”.

Comparativamente ao ano de 2018, os referidos sectores indicam taxas de cedência de 107,63; 82,61 e 75,18 por cento. Em 2019, o mercado contou com 28 seguradoras licenciadas com excepção da Glinn Seguros, Mandume Seguros, AAA Seguros, por caducidade da licença, e a Meu Seguros, por revogação, deixaram o mercado.

A ARSEG leva a cabo uma profunda avaliação integral da qualidade dos activos das seguradoras angolanas. Quanto aos prémios de seguros directo, os dados asseguram que, apesar do ramo vida ter crescido muito em 2019, o seu peso na carteira global de prémios continua muito residual e ronda à volta de 2,47 por cento, o que leva a reflectir nas políticas de incentivo a estes produtos, sobretudo de capitalização, pois, grande parte dos seguros de vida que ainda são feitos são meramente para obtenção de crédito bancário.

Os prémios de seguro directo, segundo a ARSEG, cresceram em termos globais cerca de 30,61 por cento, quando comparados com os de 2018. O ramo que mais cresceu foi o de outros danos em coisas com cerca de 96,18 por cento de crescimento, transportes (66,83) e vida que em 2019 cresceu cerca de 44,41 por cento.

O sector com maior peso na estrutura da carteira do mercado continua a ser o de acidentes, doenças e viagens, que representou em 2019 cerca de 55,63 por cento do total de prémios de seguro directo, seguido do ramo automóvel (12,44) e Petroquímica com 9,53 por cento na estrutura global de prémios. Os prémios do ramo automóvel reduziram 1,94 por cento.

 
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