
“O contingente militar angolano que vai ser destacado para o Leste da República Democrática do Congo terá mandato de verificação e não ofensivo”, informou o vice-primeiro-ministro e ministro dos Negócios Estrangeiros da RDC.
Christophe Lutundula fez tal declaração durante colectiva de imprensa conjunta com o seu homólogo de comunicação e media, Patrick Muyaya, na segunda-feira, 13.
A missão das tropas angolanas, explicou o chefe da diplomacia congolesa, é “verificar se o M23 respeita o princípio do acantonamento seguro”, conforme decidido pela Mini-Cimeira realizada em Addis Abeba, Etiópia, a 17 de Fevereiro de 2023.
Angola anunciou sábado, 11 de Março, o envio de um contingente militar para apoiar as operações de manutenção da paz na RDC. Apesar de ter sido acordado um novo cessar fogo na terça-feira passada, mediado por Angola, com o grupo M23, os rebeldes quebraram-no e estão a agora ameaçar o bloqueio de todas as estradas de acesso a Goma, uma das maiores cidades da República Democrática do Congo junto à fronteira com o Ruanda e que tem mais de um milhão de habitantes.
Governo mandataram a República de Angola, em coordenação com o facilitador designado pela Comissão da África Oriental, Uhuru Kennyatta, a manter contacto com a liderança do M23, no sentido de transmitirem as decisões saídas do encontro de Addis Abeba. Até agora, os combates nesta região já levaram mais de 800 mil pessoas a procurarem abrigo noutras cidades congolesas ou mesmo no Ruanda, segundo estima a ONU.
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